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MUDANÇA DE ROTA EM 2027

Renúncias e Incentivos Fiscais; será?

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O debate fiscal ganha peso na corrida eleitoral de 2026 no Estado de Mato Grosso. Enquanto candidatos apresentam propostas que envolvem aumento de gastos, redução de impostos e estímulos ao crescimento, economistas alertam para a dificuldades de conciliar essas promessas de campanha com a trajetória das contas públicas.

Na avaliação dos cabeças pensantes e frequentadores do Boteco da Alameda, o período eleitoral tende a deixar em segundo plano discussões sobre ajustes mais duros, já que medidas de construção de despesas costumam ter baixo apelo público.

Os frequentadores do Boteco da Alameda informaaa: independentemente de quem vencer a eleição, quem assumir o Palácio Paiaguás em janeiro, poderá enfrentar a necessidade de rever a condução fiscal e buscar uma mudança de rota a partir de 2027.

Segue o fluxo!

Incentivos fiscais em MT

Entre 2019 e 2025, o volume de benefícios tributários concedidos às empresas em sua maioria ligadas ao Agronegócio mais que quadruplicou, com alta de 356%, passando de R$ 3,42 bilhões para R$ 15,6 bilhões.

Ao todo, foram R$ 65,5 bilhões em renúncia fiscal no período, segundo dados do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT).

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A atual gestão defende a manutenção com foco na agroindústria, a oposição se divide entre maior fiscalização e a revisão drástica para reverter os recursos a população.

Nota de rodapé: a pergunta que surge naturalmente é: vale a pena deixar de arrecadar tanto dinheiro?

Se a renúncia fiscal apenas reduz impostos sem gerar empregos, renda industrialização e arrecadação futura, ela se transforma em privilégios. Mas quando atrai investimentos bilionários, diversifica a economia, amplia a base produtiva que e melhora a quantidade de vida da população, ela deixa de ser um custo para se tornar um investimento público.

O Boteco vai falar

Um passarinho contou aqui na roda da turma do Boteco da Alameda, que nebulosidades e escadarias para alguns se locupletarem, são oriundos do estratosférico volume de incentivos fiscais que são concedidos por Governos pelo país afora.

Em Mato Grosso, somente nos últimos anos, foram R$ 65 bilhões e com projeção de R$ 15 bilhões em 2027.

Dinheiro pra dedéu e que ascende generosidade à beneficiados que deixam de pagar impostos sob o compromisso de investimentos mais vultuosos em suas empresas e seguimentos.

No Rio Grande do Sul, o Ministério Público (MP), abriu uma frente de batalha sobre denúncias que somam mais de R$ 5 bilhões desviados que irrigam contas de autoridades, num conluio envolvendo a modalidade e dirigentes de empresas com agentes públicos diretamente envolvidos no esquema.

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No nosso QUERIDO”, “LINDOeMARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, essa investigação nunca foi solicitada e relatos dizem que que alguns figurões saíram do campo de milionários para bilionários num passe de mágica empresarial que não se sustenta com reles empreendedorismo.

A ascensão visível de alguns, ilumina as denúncias e coloca pulgas atrás de processos e investigações de órgãos de controle, que em Mato Grosso parecem não ter muita disposição para essa busca de vantagens obtidas por uma minoria de privilegiados que ostenta pra baixo e pra cima, nas ruas e avenidas da Capital e municípios por aí.

Os investimentos prometidos por empresas não são claros, os incentivos são publicitados garantir a transparência pública, a livre concorrência e o cumprimento das leis de acesso à informação, massss…, de forma tímida e o cheiro da coisa errada está forte no ar.

Ninguém fala nada?

Segue o fluxo!

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Política

PL em Mato Grosso endurece discurso, abre análise sobre infidelidade e prevê “depuração” entre filiados

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Nesta quarta-feira (2), durante entrevista concedida na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), o presidente estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, elevou o tom contra integrantes da legenda que declararam apoio a candidatos de outras siglas nas eleições. O dirigente afirmou que o partido deverá passar por um processo de “depuração” e indicou que casos considerados incompatíveis com as diretrizes da sigla poderão ser submetidos a análise interna.

Embora não tenha citado nominalmente o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao formular as críticas, Ananias Filho se referiu ao movimento de lideranças do PL que passaram a apoiar projetos políticos vinculados a outras legendas. Segundo o presidente estadual, a situação envolve filiados que, mesmo permanecendo formalmente no partido, decidiram manifestar apoio a candidaturas diferentes daquelas oficialmente defendidas pela sigla.

Entre os nomes mencionados durante a entrevista estão a Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, e os prefeitos Cláudio Ferreira de Rondonópolis, e Sérgio Machnic de Primavera do Leste. De acordo com Ananias Filho, os integrantes do PL já declararam apoio ao projeto político de Otaviano Pivetta, apontado como candidato ao Governo de Mato Grosso pelo Republicanos, em posição divergente da candidatura defendida pelo Partido Liberal, representada por Wellington Fagundes.

O presidente estadual afirmou que não considera ilegítimo que um filiado tenha posicionamentos políticos próprios ou discorde das decisões tomadas pela legenda. No entanto, criticou aqueles que, após utilizarem a estrutura partidária para conquistar mandatos eletivos, passam a apoiar outros projetos políticos sem promover o desligamento formal do partido.

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Para o comandante estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, a coerência política exige uma definição clara diante de divergências consideradas irreconciliáveis.

Eu só acho ruim a pessoa não ter hombridade de chegar no partido e falar: ‘Olha, eu vou me afastar do partido, eu vou me desfiliar do partido e vou apoiar outro candidato’”, declarou o dirigente.

A manifestação reforçou o endurecimento do discurso da direção estadual do PL diante de lideranças que permanecem nos quadros partidários, mas adotam posições eleitorais contrárias às orientações defendidas pela sigla.

Ananias Filho acrescentou que integrantes que receberam apoio partidário e utilizaram a estrutura da legenda durante campanhas eleitorais deveriam, em sua avaliação, demonstrar lealdade ao partido ao decidirem seguir outro caminho político.

Segundo ele, os recursos empregados pelas legendas possuem natureza pública, embora sejam destinados aos partidos conforme as regras do sistema eleitoral, o que, em sua visão, aumenta a responsabilidade dos beneficiados.

Quem usa o partido pode até discordar do rumo que o partido está dando. Mas ele que usou toda a estrutura do partido, recebeu recurso público, que é público, mas que é destinado, por delegação, aos partidos, deveria ter hombridade”, afirmou.

A declaração sintetiza a posição da direção estadual, que pretende examinar a conduta de filiados envolvidos em situações classificadas internamente como possíveis casos de Infidelidade Partidária.

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O Partido Liberal enfrenta, em Mato Grosso, um movimento de afastamento político de lideranças relevantes que decidiram apoiar Otaviano Pivetta, mesmo diante da possibilidade de medidas disciplinares. O cenário expõe uma disputa interna sobre os limites da autonomia das lideranças locais e a obrigação de alinhamento às decisões eleitorais adotadas oficialmente pela estrutura partidária estadual.

Com a instauração dos procedimentos internos, as possíveis expulsões e outras medidas disciplinares passarão por análise jurídica e partidária. O processo deverá avaliar, individualmente, as circunstâncias de cada caso e a eventual existência de elementos que justifiquem punições, de acordo com as normas internas da legenda e os instrumentos jurídicos aplicáveis à situação.

Apesar do tom mais rígido adotado durante a entrevista, Ananias Filho declarou à imprensa que considera natural a saída ou o afastamento político de integrantes em determinados momentos.

Ao resumir sua avaliação sobre a debandada de lideranças, utilizou uma comparação direta:

Isso é igual unha encravada, todo ano tem”.

A frase evidenciou que, para o presidente estadual do PL, o processo de reorganização interna faz parte da dinâmica recorrente da política e deverá prosseguir com a anunciada “depuração” dos quadros partidários.

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