COPA FMF 2023
“Nós não possuímos recursos suficientes para disputar a Copa FMF”
A Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), realizou o congresso técnico da Copa FMF em Cuiabá. Houve definição do regulamento e a fórmula de disputa da competição. Cuiabá, Nova Mutum, Operário, Araguaia e Mixto confirmaram a participação, Dom Bosco, União, Luverdense e Primavera tem até esta sexta-feira, dia 23 de junho, para confirmar ou não a participação. Academia de Rondonópolis já oficializou que não vai jogar a competição.
Araguaia e Primavera são os clubes conquistaram o acesso para jogar na elite do Campeonato Mato-grossense em 2024, tendo assim direito de disputar a Copa FMF. O torneio tem início previsto para a primeira quinzena do mês de setembro. A competição vale uma vaga na Série D do Brasileiro e outra na Copa do Brasil em 2024.

A fórmula de disputa será a mesma da última edição. Na primeira fase a disputa será em um único turno, todos os clubes vão se enfrentar em partidas dentro do mesmo grupo. Apenas quatro melhores na tabela de classificação, avançam de fase para disputar o quadrangular final.
Na 2ª fase, a disputa também será em turno único, com pontos corridos. Aquele que terminar o turno com mais pontos leva o título da competição.
Luverdense vai anunciar desistência
A Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), devera em breve receber um documento da diretoria do Luverdense Esporte Clube, informando a desistência de participar da Copa FMF, marcada para começar em setembro.
“Nosso problema é financeiro. Nós não possuímos recursos suficientes para disputar a Copa FMF e assim pretendemos nos estruturar melhor para montar uma equipe competitiva para o estadual 2024. Já estamos pensando no ano que vem e vamos guardar pouco recurso que temos para isso”, afirmou a diretoria do clube.
ESPORTES
Mixto e Luverdense ainda aguardam entrega dos prêmios prometido pela Federação
No dia 11 de maio deste ano, a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) fez o presidente do Luverdense, Aluísio Bassani, e sua diretoria se deslocarem de Lucas do Rio Verde (a 430 km da Capital) para posarem para fotos ao lado de carros prometidos como premiação ao vice-campeão estadual. Ítalo Freitas, presidente do Mixto, também esteve na concessionária BYD/Saga e até concedeu entrevista falando sobre a premiação.
Passados quatro meses da data da entrega dos ‘prêmios’, até hoje os clubes não receberam os veículos elétricos e nem a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), nem a montadora se pronunciaram. A competição terminou no dia 8 de março, com o Mixto campeão, depois de um jejum de 18 anos, e desde então os clubes aguardavam a entrega dos veículos para a devida venda e conversão em espécie. Mas a promessa feita pelo então interventor da FMF, Luciano Hocsmann, nunca foi cumprida.
“O Luverdense ainda não recebeu o prêmio, o veículo da BYD. Nós tivemos um evento em Cuiabá, onde nos foi passado que seria feito um faturamento do veículo entre 15 e 20 dias, e até o momento não recebemos esse faturamento do carro. A gente entrou em contato com a BYD, ficaram de nos dar uma posição, mas até o momento não tivemos retorno”, afirmou Aluísio Bassani, presidente do Luverdense.
A Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) fez um anúncio oficial da entrega no dia 11 de maio, em que afirmava ter feito a entrega dos carros aos clubes, o que foi prontamente desmentido por A Gazeta. A ‘cerimônia’ contou com a presença do presidente da FMF, Diogo Pécora, que passou os últimos 20 dias na Copa do Mundo, às custas da CBF.
O presidente do Mixto também cobra a entrada.
“Nós participamos do evento de entrega do veículo. Foi solicitado pela Federação um prazo de 15 a 30 dias para a entrega do veículo, da premiação. Porém, até a presente data não houve entrega do veículo. A última resposta que me deram é que a entrega será feita no próximo dia 26”, afirmou Ítalo Freitas.
A empresa chinesa foi uma das patrocinadoras do Campeonato Mato-grossense 2026 e, ao longo da competição, exibiu seus modelos à beira dos gramados, além de painéis de publicidade nos estádios.
O Mixto reclama de prejuízos, pois contava com a venda do carro para ajudar nas despesas do clube, que agora está disputando apenas a Série A1 do Brasileiro Feminino. – (Oliveira Júnior/Jornal A Gazeta)
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