ATIVIDADES DO FESTIVAL
Festival Paralímpico e corrida “SER Família dos Anjos” acontece neste sábado
O Estádio Governador José Fragelli, a Arena Pantanal recebe dois eventos neste sábado (20). Pela manhã, das 7h30 às 11h30, o local será o núcleo do Festival Paralímpico 2023 em Cuiabá. Durante a tarde, a partir das 16h30, será palco da 1ª Corrida SER Família dos Anjos, idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.
Além da capital, as atividades do Festival Paralímpico 2023 ocorrem em outros cinco municípios mato-grossenses: Barra do Garças, Brasnorte, Cáceres, Canarana e Várzea Grande.
Promovido em todo o país pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o Festival oferece vivências em modalidades paralímpicas para propiciar inclusão social por meio do esporte a crianças e jovens deficientes. Em Mato Grosso, a iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
A Escola Arena Educação, que fica dentro da Arena Pantanal, recebe as atividades do Festival Paralímpico na capital mato-grossense. O acesso ao local será feito pelo setor Leste, localizado em frente à Rua Ranulfo Paes de Barros.

Em Várzea Grande, as vivências acontecem no Ginásio Poliesportivo “Julio Domingos de Campos“, o Fiotão, local em que também acontecem as atividades do programa de iniciação esportiva do Centro de Referência Paralímpico. Em Barra do Garças, o evento será na Escola Interativa Coophema, e em Brasnorte, no Ginásio Municipal Marcelo Félix Pietsch.
O ginásio poliesportivo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), sedia as atividades no município de Cáceres. O espaço esportivo abriga também o primeiro Centro de Referência Paralímpico do Estado.
E, pela primeira vez, o Festival será realizado em uma aldeia indígena, situação propiciada no núcleo de Canarana. Com o apoio da Prefeitura Municipal, a iniciativa será levada à aldeia Tanguro, da Etnia Xavante, que fica a 73 km da cidade.
Em todos os seis municípios, as atividades ocorrem pela manhã, a partir das 7h30. Cada núcleo desenvolverá quatro modalidades paralímpicas, que podem incluir atletismo, basquete em cadeiras de rodas, badminton, bocha e vôlei sentado. Em Canarana, serão desenvolvidas também atividades de hipismo.
O evento é direcionado a crianças e jovens de 08 a 17 anos, praticantes ou não de esportes. Para garantir inclusão social e integração, a experimentação paradesportiva é aberta também a pessoas que não apresentem deficiência, podendo chegar a 20% dos participantes.

Corrida SER Família dos Anjos
Idealizada pela primeira-dama do Estado de Mato Grosso, Virginia Mendes, a 1ª Corrida SER Família dos Anjos visa incentivar os cadastros voluntários de Medula Óssea no MT Hemocentro.
O percurso terá início em frente ao portão G, no setor Leste, e em seguida, acessa o interior do estádio, passando pela beira do campo.
A 1ª edição da corrida conta com o apoio do Governo de Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Secel), Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Secretaria de Estado de Saúde (Ses), e parceria da Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT) e da Morro MT.
ESPORTES
Messi x Yamal: o que a Astrologia revela sobre a possível final entre Argentina e Espanha?
Cancerianos se enfrentam em campo no próximo domingo
O confronto final da Copa do Mundo já tem dia, hora e rivalidade em campo marcadas. A Argentina, do veterano Lionel Messi, e a Espanha, do estreante Lamine Yamal, se preparam para levantar a taça do principal campeonato de futebol global. Mas, o que será que a astrologia aponta para o futuro dos dois craques? Segundo uma das astrólogas da Equipe Astrolink, Emily Rosa, os mapas astrais de ambos dialogam diretamente com o simbolismo da partida e revelam como cada um pode vivenciar esse momento.
Dois cancerianos em campo
A primeira característica que chama atenção é que Messi e Yamal compartilham uma assinatura fortíssima em Câncer. Ambos possuem Sol em Câncer e uma grande concentração de planetas neste signo, o que faz com que o trânsito de Júpiter em Câncer favoreça significativamente os dois durante a Copa do Mundo.
“Esse posicionamento tende a ampliar confiança, reconhecimento e conexão emocional com suas respectivas seleções. No entanto, apesar da mesma influência astrológica, a forma como esse trânsito se manifesta é bastante diferente para cada jogador”, explica Emily.
Messi e a Argentina: experiência e legado
O mapa natal de Messi conversa muito bem com a possibilidade de uma partida longa, estratégica e decidida nos detalhes. Seu forte stellium (a presença de três ou mais planetas no mesmo signo) em Câncer, formado por Sol, Mercúrio e Marte, continua sendo beneficiado por Júpiter neste mesmo signo, reforçando liderança, confiança e capacidade de mobilizar emocionalmente o grupo. Diferentemente de 2022, porém, o céu atual não indica um novo ciclo de construção de carreira, mas sim a administração de um legado já consolidado.

Yamal e a Espanha: o nascimento de um protagonista
Se Messi simboliza a experiência, Yamal representa o surgimento de uma nova geração. Seu Sol, Lua e Mercúrio em Câncer, posicionados na Casa 10, fazem dele um dos jogadores mais beneficiados pelo céu de 2026. De acordo com Emily, Júpiter em Câncer amplia sua projeção pública, fortalece sua reputação e impulsiona uma narrativa de ascensão. Já a Lua domiciliada intensifica a identificação emocional do público com sua trajetória.
O duelo entre passado e futuro
Talvez o aspecto mais interessante seja perceber que os mapas individuais reproduzem exatamente a tensão presente no mapa da final. Messi representa uma geração que já transformou a história do futebol. Seu céu fala sobre permanência, experiência e administração de uma história.
Yamal, por outro lado, vive um ciclo de expansão muito mais intenso. Carreira, reputação e reconhecimento internacional parecem crescer simultaneamente. Mais do que um jogador talentoso, ele atravessa um momento em que sua identidade pública está sendo construída diante do mundo.
O céu astrológico do momento da partida reforça essa dualidade. A posição de Marte e Vênus, planetas que representam a Argentina e Espanha respectivamente, aparecem extremamente ativos, mas nenhum completamente dominante. Isso faz com que a final pareça menos um confronto entre favorito e azarão e muito mais um encontro entre dois momentos históricos distintos: a última grande oportunidade de uma geração e a afirmação definitiva da próxima.

A Lua parece contar a história da partida
Na Astrologia horária, a Lua costuma descrever o desenrolar dos acontecimentos, e neste mapa ela assume um papel especialmente importante. Posicionada em Libra, signo regido por Vênus, ela fortalece simbolicamente a Espanha e amplia a sensação de equilíbrio, diplomacia e alternância entre os dois lados.
No entanto, o mapa astral do evento não transmite domínio absoluto de nenhuma seleção, mas indica uma partida em que as forças permanecem muito próximas durante quase todo o tempo. Por isso, antes mesmo de responder quem vence, o céu parece revelar como será a final: um jogo extremamente equilibrado, marcado por alternância de controle, momentos de tensão e forte possibilidade de prorrogação ou decisão nos detalhes. Só depois dessa narrativa os significadores individuais começam a inclinar discretamente a balança.
Quem chega astrologicamente mais forte?
Considerando apenas os ciclos individuais, Yamal vive o momento mais expansivo. O céu favorece o crescimento, projeção internacional e o nascimento de uma nova imagem pública. Ele parece atravessar um verdadeiro rito de passagem, semelhante ao observado anteriormente com Vinícius Júnior pela Seleção Brasileira.
Messi continua muito bem sustentado pelos trânsitos, mas seu ciclo é diferente. Em vez de expansão, a astrologia aponta para a consolidação. Ele entra em campo carregando a força e o peso do próprio legado, sem necessariamente iniciar um novo capítulo.
Quem vence?
A análise astrológica entre Argentina e Espanha indica um confronto extremamente equilibrado, sem testemunhos suficientes para apontar um domínio claro de qualquer lado.
“A astrologia aponta para uma decisão construída na própria dinâmica do jogo: a Espanha tende a controlar melhor o início da partida, enquanto a Argentina encontra uma janela simbólica favorável para alterar completamente o rumo do confronto, tornando plausíveis cenários de empate no tempo regulamentar, prorrogação ou uma vitória definida apenas nos minutos finais”, finaliza Emily.
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