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FLAMENGO OU PALMEIRAS

Estudo revela quem gasta melhor para ser o campeão brasileiro de 2025

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Estar no topo do futebol brasileiro custa um preço e não é barato. Dependendo dos acertos e dos erros de uma diretoria, esse valor pode ser maior ou menor. Levantamento do Bolavip Brasil apurou quanto está custando cada ponto conquistado por Palmeiras e Flamengo numa temporada em que os dois times disputam pau a pau o título do Brasileirão e da Libertadores. E descobriu que o Flamengo gasta 33% mais para conquistar um ponto. Em outras palavras, o Palmeiras tem gastado melhor seu dinheiro do que o Flamengo.

Cada ponto conquistado pelo Flamengo na temporada custou até o momento R$ 2,19 milhões. Já o Palmeiras gastou R$ 1,64 milhão com cada ponto que somou em 2025. Foram considerados todos os pontos conquistados até a 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, em todas as competições, e também os gastos com os salários do elenco até o momento, de acordo com as informações do site especializado “Capology“.

Para se ter uma ideia de como ambos gastam muito para estar no topo, Flamengo e Palmeiras gastam com salários em média 61% a mais do os outros 18 times da Série A do Campeonato Brasileiro.

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Flamengo gasta mais com volantes e meias; Palmeiras, com atacantes

A distribuição da folha salarial por setores do campo de Flamengo e Palmeiras revela prioridades diferentes dos dois clubes na hora de montar seus elencos. O Flamengo, por exemplo, reserva 43% da sua folha salarial para atacantes. Já o Palmeiras, impressionantes 62%. Mas a diferença de gols marcados em 2025 é praticamente nula entre as equipes: 111 gols rubro-negros em 61 partidas e 112 gols alviverdes em 62.

Ajuda a explicar a isso a diferença de investimento no meio de campo, setor que também contribui muito para os gols. O Flamengo gasta 26% de sua folha para manter jogadores como Jorginho, Saul e Arrascaeta no setor. Já o Palmeiras reserva apenas 8% de sua folha para os atletas do meio de campo, número que era ainda menor antes da contratação de Andreas Pereira na janela do meio de ano.

Para se defender, Flamengo e Palmeiras gastam proporcionalmente o mesmo. O Rubro-negro reserva 31% de sua folha salarial para goleiros, laterais e zagueiros. Já o Palmeiras gasta 30%. A performance defensiva do time de Filipe Luís é um pouco superior: são 35 gols sofridos em 61 jogos. Já a equipe de Abel Ferreira foi vazada 47 vezes em 62.

Cada time tem três jogadores entre os dez maiores salários do Brasil

Atualmente, Flamengo e Palmeiras dominam o ranking dos dez maiores salários do futebol brasileiro. Andreas Pereira chegou com o segundo maior vencimento, atrás apenas do atacante holandês Memphis Depay, do Corinthians. Em terceiro lugar está Samuel Lino, do Flamengo. Em quarto aparece Vitor Roque, do Palmeiras, e em quinto Paulinho, também do Alviverde. Vale destacar que o jogador, contratado junto ao Atlético Mineiro, disputou apenas 16 jogos na temporada, por causa de lesões.

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Yuri Alberto, do Corinthians, tem o sexto maior salário do Brasil. Em seguida, vêm dois jogadores do Flamengo, Saúl, em sétimo, e Jorginho, em oitavo. Gabigol, do Cruzeiro, e Oscar, do São Paulo, fecham o ranking dos dez maiores salários do futebol brasileiro.

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ESPORTES

Em busca de R$ 1,5 milhão, coadjuvantes desafiam favoritos no Mato-grossense Feminino

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Várzea Grande Esporte Clube, Operário-VG e Sorriso Esporte Clube entram no Campeonato Mato-grossense Feminino da Primeira Divisão, previsto para começar no fim de setembro, com a missão de desafiar o favoritismo de Mixto e Ação/Santo Antônio. Diante da superioridade técnica, estrutural e financeira das duas principais forças da modalidade no Estado, os demais participantes tendem a iniciar a competição em condição de coadjuvantes, mas terão uma premiação milionária como estímulo para tentar alterar o cenário.

O principal atrativo do Estadual será a possibilidade de conquistar recursos no valor de R$ 1,5 milhão, destinados pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer ao clube que obtiver classificação para representar Mato Grosso no cenário nacional. A premiação integra a política estadual de incentivo ao futebol e pode ser decisiva para a manutenção das atividades e o planejamento das equipes que buscam maior competitividade nas competições brasileiras.

De acordo com o regulamento aprovado durante o Arbitral Técnico da competição, o terceiro colocado do Campeonato Mato-grossense receberá a quantia para disputar o Campeonato Brasileiro Feminino da Série A3 na próxima temporada. A definição amplia a importância da disputa pelas primeiras posições, especialmente porque Mixto e Ação já possuem espaço assegurado, respectivamente, nas Séries A1 e A2 do futebol nacional e contam com a manutenção do apoio financeiro para suas campanhas.

Protagonistas do futebol feminino de Mato Grosso nos últimos quatro anos, Mixto e Ação consolidaram uma condição de superioridade dentro do cenário estadual. As duas equipes já têm garantido o repasse de R$ 1,5 milhão para a próxima temporada, com o objetivo de representar o Estado nas duas principais divisões nacionais.

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A situação, repetida nos últimos anos, reforça a distância financeira e estrutural entre as favoritas e os clubes que ainda tentam alcançar estabilidade no futebol feminino.

Sem indicativos de mudanças significativas no equilíbrio de forças, o Alvinegro da Vargas e a equipe de Santo Antônio de Leverger devem iniciar o Mato-grossense como favoritos ao título. Nesse contexto, Várzea Grande, Operário-VG e Sorriso terão de superar diferenças de investimento, preparação e condicionamento competitivo para buscar uma campanha de destaque, seja por meio de uma classificação à final, seja pela conquista da terceira colocação, que poderá garantir acesso aos recursos destinados pelo projeto Mato Grosso na Série A.

Caso Mixto e Ação mantenham o domínio estadual e terminem entre os dois primeiros colocados, o clube que encerrar a competição na terceira posição será o representante mato-grossense no Campeonato Brasileiro Feminino da Série A3 de 2027.

Assim, mesmo sem partir como favorito à conquista do Estadual, um dos chamados coadjuvantes poderá transformar uma campanha consistente em uma oportunidade concreta de alcançar o cenário nacional e obter recursos fundamentais para a continuidade do projeto esportivo.

A temporada recente demonstrou que o resultado estadual pode produzir mudanças relevantes na estrutura dos clubes. Com as Tigresas fora da decisão, o então Operário Futebol Clube, atualmente denominado Várzea Grande Esporte Clube, terminou o campeonato como vice-campeão, recebeu a premiação de R$ 1,5 milhão e conquistou a oportunidade de disputar a competição nacional de acesso à Série A2. O resultado representou um importante reforço financeiro e esportivo para a equipe na tentativa de ampliar sua presença no futebol feminino brasileiro.

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A campanha nacional, entretanto, não teve o desfecho esperado. O Várzea Grande foi eliminado ainda na primeira fase do torneio de acesso e não conseguiu avançar na disputa por uma vaga na Série A2 de 2027. A eliminação evidenciou as dificuldades enfrentadas pelas equipes que buscam consolidar-se no cenário brasileiro, onde a manutenção de elencos competitivos, a estrutura adequada e a capacidade financeira são fatores determinantes para a continuidade dos projetos ao longo da temporada.

Enquanto Mixto e Ação permanecem nas Séries A1 e A2, respectivamente, e já contam com recursos assegurados para a próxima temporada, os demais clubes veem o Campeonato Mato-grossense como uma oportunidade estratégica. Para o Operário-VG, que enfrenta dificuldades financeiras e administrativas, a possibilidade de conquistar novamente uma premiação milionária pode representar um importante instrumento de viabilização para o próximo ano, além de permitir novos investimentos na montagem e na preparação da equipe.

Dessa forma, o Mato-grossense Feminino reunirá, a partir do fim de setembro, uma disputa marcada por dois objetivos distintos: de um lado, Mixto e Ação tentarão confirmar o favoritismo e manter a hegemonia construída nos últimos anos; de outro, os clubes considerados coadjuvantes buscarão surpreender as principais forças da competição e disputar uma parcela importante dos recursos públicos destinados ao futebol.

Em jogo estará não apenas o título estadual, mas também a possibilidade de garantir R$ 1,5 milhão e assegurar uma oportunidade de representação nacional em 2027.

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