DE PORTUGUÊS PARA PORTUGUÊS
António Oliveira é contratado pelo Cuiabá
Cansado de esperar uma resposta de renovação de contrato com António Oliveira, o Cuiabá Esporte Clube surpreendeu a sua torcida e acertou a contratação do também português Ivo Vieira como novo treinador até o fim do Brasileirão de 2023. Chegou cheio de esperança e melhora para a equipe cuiabana, e junto com ele os auxiliares Pedro Andrade e Honorato José, também portugueses, confirmando a “onda” dos grandes clubes apostarem em técnicos de fora.
Há algum tempo o treinador António Oliveira estava avaliando a proposta de renovação do Cuiabá. Ele terminou a temporada na equipe e gostaria de um “novo projeto”, mais ambicioso e com mais investimento para seguir no clube em 2023. O seu pedido não agradou a diretoria do Dourado, sem contar o fato de ele ter sido sondado por outras clubes brasileiros e do exterior.
António Oliveira foi contratado pelo Cuiabá com o Brasileirão deste em andamento. Foram 29 jogos, com oito vitórias, nove empates e 12 derrotas. A equipe terminou em 16º lugar na tabela e garantiu a permanência na elite nacional para o terceiro ano consecutivo.

De volta ao Cuiabá
Uma informação foi divulgada com exclusividade pelo jornalista Pedro Sepulveda, de Portugal, que a diretoria do Cuiabá, acertou o retorno do técnico António Oliveira para o comando da equipe com contrato até o fim da Série A, após a demissão do português Ivo Vieira.
António Oliveira será anunciado oficialmente logo após a partida contra o Fluminense, neste sábado, a partir das 17h30, no Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, ou carinhosamente como Maraca.
António Oliveira vai assumir a equipe na próxima semana, para fazer sua reestreia contra o Cruzeiro, no dia 22 de maio, no Estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como Estádio Mineirão em Minas Gerais (MG).
O Cuiabá atualmente no Campeonato Brasileiro de 2023 tem cinco jogos da Série A, sendo uma vitória, um empate e três derrotas.
ESPORTES
Memphis perde pênalti e Corinthians é eliminado
O Timão não conseguiu furar a defesa do Estudiantes, levou um gol na reta final e perdeu por 1 a 0, na Neo Química Arena, pelo jogo de volta das quartas de final com o empate por 1 a 1 na ida, o Estudiantes avança para a semifinal. No último lance o jogo, Memphis Depay ainda teve um pênalti para levar a partida para a decisão por penalidades, mas isolou e decretou a eliminação em Itaquera.
O gol dos argentinos, o único da partida, foi anotado por Alexis Castro. O volante acertou um belo voleio aos 41 minutos do segundo tempo.
O Estudiantes aguarda por Flamengo ou Independiente Del Valle na semifinal. Depois de vencer por 2 a 0 na ida, o Rubro-Negro vai com vantagem para a decisão no Maracanã. Os confrontos da próxima fase acontecerão entre os dias 14 e 22 de outubro. Além da vaga, os argentinos ainda garantiram mais R$ 11,8 milhões em premiação.
Eliminado, o time de Fernando Diniz terá apenas o Brasileirão até o final do ano. No próximo domingo (20), o Corinthians encara o Fluminense, pela 28ª rodada. O Timão está em 14º lugar, com 32 pontos, e busca se afastar da zona de rebaixamento.

A partida mal tinha começado, mas o Estudiantes já tinha deixado claro que jogaria junto da cera e da catimba. Já o Corinthians, que tinha a mais bola, não conseguia criar lances perigosos. O primeiro destaque foi uma reclamação de pênalti do Timão quando Gabriel Paulista teve a camisa puxada após cobrança de escanteio, mas o árbitro não deu. Depois, Memphis arriscou em falta quase da linha lateral e balançou a rede pelo lado de fora.
O confronto seguiu truncado e passou a ter entradas mais duras e algumas discussões. Os mandantes ainda tinham controle da bola, mas chegavam pontualmente. Bidu teve chance clara após passe de Garro, mas mandou em cima do goleiro Muslera o lateral corintiano, no entanto, estava impedido. Em seguida, Carrillo limpou um marcador na intermediária e levou muito perigo em chute que passou por cima.
Até o intervalo, o Corinthians ainda viu Kaio César chutar em cima de Muslera e depois levou um susto. Na única chegada perigosa dos Estudiantes, Burgos apareceu na entrada da área após cruzamento da linha de fundo e pegou firme de bate-pronto, mas mandou à direita do gol.
A etapa final começou com o Estudiantes se arriscando mais e indo ao ataque, mas não levando perigo, assim como o Timão. As duas equipes criavam e até chegavam perto da área rival, mas pecavam no último toque.
À medida que os minutos passavam, a partida ficava mais nervosa, e as oportunidades de gol seguiam escassas. O Corinthians povoava o campo de ataque e, quando conseguiu espaço, viu André ser bloqueado pela defesa no último instante. Depois, num raro lance que levantou a torcida, Matheus Bidu dominou na área, cortou para o meio e exigiu boa defesa de Muslera, que mandou para escanteio o chute rasteiro.

Com as duas equipes fechadas, o Estudiantes conseguiu achar o gol. Aos 41 minutos, Palacios chegou à linha de fundo e achou cruzamento perfeito para Alexis Castro, que acertou um belo voleio indefensável para Hugo Souza. Pouco depois, Castro voltou a ter grande chance, mas parou no goleiro corintiano.
No último lance de jogo, o Corinthians ainda perdeu um pênalti que poderia empatar. Aos 51 minutos, Matheus Bidu cruzou na área, Gustavo Henrique fez corta-luz, e González Pírez tocou com o braço na bola. Na batida, Memphis isolou, e o Corinthians está eliminado.
Ficha técnica
Corinthians 0 x 1 Estudiantes
Copa Libertadores – quartas de final (volta)
Data: 16 de setembro de 2026 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)
Árbitro: Jesús Valenzuela (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego (VEN) e Tulio Moreno (VEN)
VAR: Juan Soto (VEN)
Público: 47.549 pessoas
Renda: R$ 4.729.905,00
Gol: Alexis Castro (41’/2ºT) (EST)
Cartões amarelos: Breno Bidon e Garro (COR); González Pírez e Palacios (EST)
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Allan (Lingard), Carrillo (André), Breno Bidon (Pedro Raul) e Garro; Kaio César (Gui Negão) e Memphis Depay.
Técnico: Fernando Diniz.
Estudiantes: Muslera; Mancuso (Meza), Núñez, González Pírez e Palacios; Baltasar Rodríguez (Gabriel Neves), Piovi e Alexis Castro; Joaquín Correa (Fabricio Pérez) (Funes Mori), Burgos (Cetré) e Guido Carrillo.
Técnico: Alexander Medina
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