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ECONOMIA

Unimed Cuiabá lidera ranking de serviços no Centro-Oeste

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Cooperativa é a sétima maior do segmento da região, aponta Maiores e Melhores

A comprovada excelência em gestão da Unimed Cuiabá, alicerçada em planejamento estratégico pautado na austeridade e rigidez administrativa, elevaram a colocação da Cooperativa no ranking das principais empresas do Centro-Oeste, conforme aponta o respeitado anuário da Revista Exame, edição 2015, que elencou as 1 mil "Melhores & Maiores" empresas do país. No segmento "serviços", a Unimed Cuiabá alçou o posto de sétima maior do Centro-Oeste e sexta maior do Estado de Mato Grosso.

Revista exame-Unimed_CuiabáCom base na análise do exercício fiscal de 2014, a cooperativa é destaque na publicação no quesito receita líquida, tendo uma ascensão significativa no ranking nacional. Em um ano, a Unimed Cuiabá subiu 21 posições em relação a 2013.

De acordo com o presidente da cooperativa, João Bosco de Almeida Duarte, a Unimed Cuiabá trabalha em prol da valorização do cooperado e do cliente. "Recebemos essa notícia com uma satisfação imensa. Isso é fruto da contribuição do médico cooperado e dos nossos parceiros, que acreditam no trabalho desenvolvido pela Cooperativa. Premiações como esta, da Exame, deixam evidente que adotamos valioso modelo de gestão, trilhando o caminho da perenidade do negócio", enfatiza.

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Bodas de Esmeralda – Em 2015 a Unimed Cuiabá completa quatro décadas de atuação, contando com 1.300 médicos cooperados e uma carteira de 227 mil clientes e realizando mensalmente 90 mil atendimentos de clientes de fora (intercâmbio). A Cooperativa é referência na prestação de serviços e oferta de produtos tendo, para atendimento à sua clientela, um Pronto Atendimento próprio, ambulatório próprio com 18 especialidades, cinco farmácias, dois núcleos de vacinas, unidade de fisioterapia com atendimento a 9 mil clientes por mês, Clínicas e Núcleo de Saúde Ocupacional (medicina do trabalho).

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ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

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Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

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O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

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Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

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