MEDIDAS PREVENTIVAS E DE CONTROLE

Várzea Grande supera os 7 mil imunizados no 3º dia “D” contra Covid-19

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Um total de 1.507 pessoas foram vacinadas durante a realização do terceiro Dia D contra a COVID-19 realizado pela Prefeitura Municipal de Várzea Grande através da Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Centro Universitário Várzea Grande (UNIVAG), através de sua Clínica Médica do curso de Medicina e de Odontologia.

Hoje é um dia muito feliz para mim”.
Vou poder ver meus netos”.
Achei que ia morrer desta doença e a vacina chegou, vou ficar livre”.
Estou desde o começo desta pandemia presa em casa, quero minha liberdade”.
Vou poder conversar com minhas amigas e ir a casa delas”.
Pensei que nunca ia chegar à vacina, pois são tantas notícias que já havia perdido a esperança, e ter que ficar só dentro de casa, sem poder ver os filhos, os netos, estava triste, agora que tomei a vacina, já sou outra pessoa, feliz e contente da vida”.
É dia de celebrar, um dia especial que meu neto está registrando no celular dele”.

Esses são algumas das centenas de frases e depoimentos de alguns vacinados, com mais de 81 anos, que participaram da ação da Prefeitura de Várzea Grande e do UNIVAG, que se mostraram satisfeitos e felizes por terem recebido a vacina contra a Coronavírus.

A Saúde disponibilizou vacina contra o Coronavírus para a faixa etária de 81 até 89 anos, que receberam a primeira dose do imunizante, em sistema Drive-Thru, além de doses para a segunda aplicação da vacina ainda aos profissionais da saúde da Rede Pública e Privada.

Me sinto agraciado, como prefeito, por poder atender as milhares de pessoas que já foram vacinadas e não vamos descansar enquanto toda a população de nossa cidade e porque não dizer de Mato Grosso e do Brasil estar imunizado e longe desta doença perversa que ceifa vida indistintamente, disse Kalil Baracat, que no final do ano passado testou positivo e sabe os efeitos danosos da enfermidade.

Segundo o prefeito, todos os esforços estão voltados para a imunização de todos, mão não iremos relaxar em relação as medidas preventivas como uso de máscara e álcool em gel, distanciamento social, higienização rigorosa entre outros meios de contenção.

Fiquei feliz com estudos internacionais que demonstram que quatro pessoas deixam de ficar doentes ou até mesmo falecer a cada minuto por estarem vacinados e o mundo economiza R$ 250 milhões por dia com a imunização, explicou Kalil Baracat com dados científicos da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros acompanhou a ação deste dia D” Grupos Prioritários e interagiu com os idosos que iam vacinar e seus familiares, e assegurou que a estrutura montada junto com a parceria do UNIVAG, proporcionou um atendimento humanizado, com mais conforto aos idosos, tanto para os que foram de carro e receberam atendimento sem descer, bem como para os que preferiram o atendimento normal nas dependências da Clínica Médica que contou com a presença de profissionais da Saúde de Várzea Grande como do UNIVAG e do reitor que é médico, Drauzius Medeiros e do vice-reitor, Paulo Foguel.

É isso que a parceria Várzea Grande/UNIVAG, demonstra com esta ação, respeito aos mais velhos e garantia dos seus direitos, respeitando as regras, com muita transparência, e mostrando aos familiares a seringa com o imunizante, para não pairar críticas ou dúvidas, como já ocorreu em todo o Brasil, de que estariam aplicando a vacina nem o imunizante. A vacina está sendo aplicada, conforme preconiza o Ministério da Saúde e o Plano Nacional de Imunização. Nossos servidores são capacitados para ação, e todos estão de parabéns, e fico feliz com os depoimentos, e a alegria de todos, disse o secretário elogiando a logística empregada na ação.

Gonçalo Barros informou ainda que a Secretaria Municipal de Saúde atendendo recomendação do prefeito Kalil Baracat vai ao encontro dos idosos que tem algum tipo de dificuldades ou estão acamados para providenciar a vacina dos mesmos em suas residências, bem como reforçar o acompanhamento médico de cada um deles.

O secretário de Saúde de Várzea Grande, fez questão de explicar que vai continuar vacinando.

A vacina dos idosos com menos de 80 anos, assim como demais públicos prioritários, dependem diretamente da sinalização de mais remessas da vacina por parte dos governos Federal e Estadual“.

Tanto eu como o prefeito Kalil Baracat estamos juntos em contato direto fazendo gestão junto aos governos responsáveis pela vacina, e não vamos descansar e pleitear aquilo que é da população várzea-grandense de direito. Asseguro que a vacinação de Várzea Grande segue o Plano Nacional de Imunização (PNI), que define quais pessoas devem ser vacinadas prioritariamente. No entanto, ainda não há doses suficientes para chamarmos novos públicos, o que é um problema nacional e não só da nossa cidade. Estamos vacinando idosos acima de 81 anos e profissionais da saúde. Acreditamos que em breve e sequencialmente, vamos vacinando gradativamente a nossa população”, assegurou o secretário Gonçalo de Barros, informando ainda que nos dois dias D de vacinação, e mais doses aplicadas in loco aos profissionais de saúde nos seus locais de trabalho, mais os idosos do Lar São Vicente, Várzea Grande vacinou mais de 7 mil pessoas destes grupos definidos.

Neste terceiro Dia D, os idosos receberam a vacina Astrazeneca, que exige a segunda dose em até 90 dias, diferente da CoronaVac que exige a segunda dose em até 28 dias.

Todos que receberam a primeira dose em Várzea Grande, podem ter a certeza de que a segunda dose está guardada, vigiada e aguardando a data para ser aplicar e a pessoa estar imunizada em definitivo, disse o secretário.

A Coordenadora de Vigilância em Saúde, Relva Cristina alerta que esta é a primeira dose dos idosos e para tanto devem continuar com todos os cuidados.

Todos ainda devem seguir as orientações de prevenção da doença como lavagem das mãos, uso de máscaras, distanciamento social até tomarem a segunda dose, mas mesmo assim, com a segunda dose estes cuidados devem continuar, porque os idosos são mais suscetíveis ao surgimento de algumas doenças infectocontagiosas, principalmente as do aparelho respiratório. Dessa forma é fundamental que os familiares que possuem uma pessoa idosa se conscientizem sobre a importância da vacina e levem para vacinar. Só assim ficam mais protegidos, alertou Relva Cristina.

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“Vacinação em massa é, provavelmente, a única alternativa capaz de deter a pandemia”

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Em meio ao pior momento da epidemia de Covid-19 no Brasil, os governadores de 14 estados brasileiros enviaram nesta uma carta ao presidente Jair Messias Bolsonaro pedindo um maior esforço para a compra de mais doses de vacinas contra a doença.

Para ajudar a conter o aumento exponencial de casos e mortes pelo Coronavírus, os governadores pedem ao presidente a “imediata adoção das providências necessárias junto a entidades estrangeiras e organismos internacionais” para adquirir mais imunizantes.

O país superou a marca de 260 mil mortes por Covid-19, após registrar mais 1.699 óbitos em 24 horas, o terceiro dia consecutivo em que a marca ficou acima de 1.500. Também foram identificados 75.102 novos casos da doença, a segunda pior marca registrada desde o início da Pandemia.

Os governadores na carta enviada argumentam estarem no limite de suas forças e possibilidades e que nas próximas semanas, talvez meses, a pandemia seguirá ceifando vidas, ameaçando, desafiando e entristecendo todos nós.

Nesse contexto, a vacinação em massa, com a maior brevidade possível, é a alternativa que se afigura como a mais recomendável, e, provavelmente, a única capaz de deter a pandemia“, afirmam.

Os 14 governadores reconhecem haver uma extraordinária procura por vacinas mundo afora, mas pedem que o governo federal agilize mecanismos de compra, explore e concretize todos os meios de aquisição disponíveis. Os representantes dos estados se colocam à disposição para colaborar com as medidas.

Caso seja possível, sugerimos também o requerimento de apoio e intermediação da Organização Mundial da Saúde, escrevem.

No ritmo atual de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, atravessaremos o ano lamentando a irreparável perda de vidas, afirmam.

Se não tivermos pressa, o futuro não nos julgará com benevolência […] Cada minuto, cada hora e cada dia são preciosos e decisivos e constituem a triste diferença entre viver ou morrer.

Os governadores argumentam ainda que conter a disseminação da Variante P1 do Coronavírus, originária do Amazonas e mais contagiosa, é uma questão de interesse internacional.

O mundo acompanha com preocupação o rápido avanço do contágio por essa variante no Brasil, o que torna o bloqueio da disseminação desse tipo de vírus matéria de interesse de diversas nações.

A carta é assinada pelos seguintes governadores: Renan Filho, do Alagoas; Waldez Goés, do Amapá; Rui Costa, da Bahia; Camilo Santana, do Ceará; Renato Casagrande, do Espírito Santo; Flávio Dino, do Maranhão; Mauro Mendes, de Mato Grosso; Helder Barbalho, do Pará; João Azêvedo, da Paraíba; Paulo Câmara, de Pernambuco; Wellington Dias, do Piauí; Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte; Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul; e Belivaldo Chagas, do Sergipe.

Bolsonaro: Chega de mimimi” e “idiotas” da vacina.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que é preciso parar de “frescura” e “mimimi” em meio à pandemia e perguntou até quando as pessoas “vão ficar chorando?”. O presidente ainda chamou de “idiotas” as pessoas que vêm pedindo que o governo seja mais ágil na compra de vacinas.

Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa, [dizendo] ‘vai comprar vacina’. Só se for na casa da tua mãe. Não tem [vacina] para vender no mundo, disse o presidente.

No entanto, seu próprio governo já admitiu que rejeitou ao longo do ano passado propostas de laboratórios para a compra de vacinas.

O governo apostou inicialmente todas as suas fichas na vacina da AstraZeneca, que vem sendo marcada por atrasos, e inicialmente esnobou e criticou a vacina chinesa CoronaVac, promovida pelo governo de São Paulo, e que no momento é o único imunizante disponível em larga escala no país.

O presidente voltou a reclamar nesta quinta de medidas de isolamento que vêm sendo impostas por prefeituras e governos estaduais para tentar frear o avanço da Pandemia e diminuir a pressão sobre o sistema de Saúde, que está à beira do colapso em várias regiões do país.

Bolsonaro também mencionou seu veto a uma medida que permitia que estados comprassem vacinas em caso de omissão do governo federal e posteriormente fossem reembolsados pela União.

Alguns governadores queriam direito a comprar vacina e quem iria pagar? Eu! Onde tiver vacina para comprar, nós vamos comprar, disse Bolsonaro.

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