NATAL E FINAL DE ANO DE FORMA MAIS ACOLHEDORA
Primeiras-damas se unem em mais uma ação social
É impressionante o caminho que Deus escolhe para vir ao nosso encontro. Vem sem alarde, na simplicidade, na pobreza, desce ao mais profundo da existência humana. Se encarna, assume não só a natureza humana, assume a sua fragilidade, os seus riscos e sofrimentos. E assim, a partir de baixo, a partir dos pobres, pequenos e sofredores, gesta-se a esperança para toda a humanidade.
A ação de Deus na história acontece de forma simples, velada, a partir de dentro das pessoas, movendo-se a partir de dentro, do interior mais profundo de cada pessoa. Deus não invade a liberdade humana, antes conta com ela para o Seu projeto de vida. Na medida em que o ser humano se abre para Deus, cria condições para que Ele possa agir.
Trabalhando para garantir um Natal e um Feliz Ano Novo mais humano, as primeiras-damas Virgínia Mendes do Estado de Mato Grosso e Kika Dorilêo Baracat, da cidade de Várzea Grande se uniram em mais uma ação social, para a entrega de cestas básicas, produtos de higiene e limpeza, e de brinquedos, para famílias que trabalham como coletores e que integram a Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável de Mato Grosso Sustentável (ASMATS).
A iniciativa faz parte do programa Ser Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, e que tem percorrido todos os municípios proporcionando um final de ano mais acolhedor, uma vez que a ação é voltada para as famílias que vivem em risco de vulnerabilidade social.
A primeira-dama do Estado destacou a importância na união de esforços para um bem comum.
“Muito me alegra a participação da primeira-dama Kika Dorilêo Baracat nesta ação, o que demonstra atenção e cuidado com a sua população. Ela é uma pessoa maravilhosa e tem um coração de ouro, e tenho certeza de que terá sempre um olhar especial para essa Associação, para essas famílias e todas as outras que precisam do suporte do Poder Público em todas as esferas para estarem inseridos na sociedade como um todo”, disse Virginia Mendes.
A primeira-dama do Estado também destacou a participação de todos os Poderes Constituídos no fortalecimento de políticas de assistência social em prol das famílias que mais precisam desse cuidado.
“A participação da senadora Margareth Buzetti vem abrilhantar as ações realizadas em todo Estado e a sua participação também reforça essa parceria e demonstra comprometimento com os problemas que afligem a muitos”.
A primeira-dama de Várzea Grande, Kika Dorilêo Baracat, disse que se sente honrada com o carinho e atenção que a primeira-dama Virginia Mendes tem demonstrado ao município de Várzea Grande, principalmente, com ações voltada a um público que necessita de olhar mais atento.
“Essa entrega de alimentos e de brinquedos para as nossas crianças será com certeza a sinalização concreta de um fim de ano mais tranquilo, mais humano, já que vivemos dias tão difíceis em função da pandemia. Esse aconchego é necessário e nós seremos sempre parceiras dessa e de muitas outras ações voltadas para o bem comum. As pessoas sabem que hoje tem um Governo do Estado e uma Prefeitura de Várzea Grande com homens e mulheres que se preocupam com as demais pessoas menos favorecidos da sorte”.
A presidente da ASMATS, Maria Aparecida do Nascimento, a Cidinha, ressaltou a importância desse evento para as famílias que vivem do lixão de Várzea Grande.
“Os alimentos e brinquedos vem a boa hora uma vez que muitas famílias passam necessidades e toda doação é bem-vinda. A nossa gratidão à Virgínia Mendes e Kika Dorilêo Baracat que tiveram a percepção da necessidade dessas famílias que trabalham no lixão e que elas fizeram questão de visitar. Duas mulheres guerreiras e que estão mostrando que a força e a união podem transpor qualquer barreira”.
ROUPAS E CALÇADOS:
A primeira-dama de Várzea Grande, Kika Dorilêo Baracat realizou recentemente, um bazar em prol do lar dos idosos “São Vicente de Paulo”, onde todo o dinheiro arrecadado, no montante de mais de R$ 96 mil foi repassado a instituição que abriga 66 pessoas. O Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), recebeu mais de 6 mil peças entre roupas e calçados, que foram comercializados em dois dias.
Deste montante sobraram algumas peças e a primeira-dama comunicou que irá enviar na próxima semana a associação para que sejam doadas aos trabalhadores.
Kika Dorilêo aproveitou também a ocasião para desejar um Natal de esperança e de união entre as famílias, e que elas possam não somente neste ano, mas em todos os anos estarem unidas e fortalecidas pelo amor.
Destaques
O avanço das facções no processo eleitoral brasileiro e os mecanismos de salvaguarda da soberania popular
O avanço silencioso e coordenado do crime organizado sobre as estruturas democráticas brasileiras atingiu um patamar sem precedentes, mobilizando os mais altos escalões da segurança pública. Agências de inteligência estaduais e federais detectaram indícios consistentes de que facções criminosas operam de forma sistemática para interferir nos processos eleitorais do país. O fenômeno, que corrói os alicerces da representatividade popular, manifesta-se por meio de financiamentos espúrios e pressões territoriais que ameaçam a lisura dos pleitos.
Os principais agentes institucionais no enfrentamento dessa ameaça são o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado. Sob a liderança do procurador regional eleitoral Fabrizio Predebon da Silva, as autoridades buscam compelir os presidentes dos diretórios partidários a assumirem a corresponsabilidade pela integridade das urnas. Do outro lado da linha investigativa, encontram-se lideranças de facções de atuação nacional e agentes políticos suspeitos de conivência, como o ex-parlamentar cuiabano Paulo Henrique.
A eclosão dessas investigações ganhou urgência no cenário contemporâneo, culminando em determinações drásticas para o atual calendário eleitoral. O Ministério Público fixou um prazo peremptório de vinte dias para que as legendas comprovem a adoção de mecanismos internos de controle e fiscalização. Esse monitoramento temporal intensificou-se após os desdobramentos de operações deflagradas entre os anos de 2022 e 2024, cujos reflexos moldam as estratégias de contenção que vigem de forma imediata no pleito deste ano.
Embora o epicentro das recentes ações ostensivas localize-se em Mato Grosso, especialmente na capital, Cuiabá, os tentáculos desse ecossistema criminoso estendem-se por 9 Estados das 5 regiões geopolíticas do território nacional.
Áreas periféricas e comunidades vulneráveis, anteriormente submetidas apenas ao monopólio da violência física, tornaram-se zonas de exclusão eleitoral.
Nesses locais, a soberania do Estado é posta à prova à medida que o crime delimita onde as campanhas políticas legítimas podem ocorrer.

O modus operandi das organizações criminosas estruturou-se de forma sofisticada, migrando da coerção física explícita para a infiltração econômica e partidária de alta complexidade. O Comando Vermelho, conforme apontam os inquéritos, utiliza recursos bilionários oriundos do tráfico de entorpecentes para irrigar campanhas eleitorais de aliados seletos. Paralelamente, esquemas de lavagem de dinheiro em eventos festivos e a cooptação de servidores públicos servem de ponte para legalizar o trânsito de capitais ilícitos dentro dos partidos.
A motivação subjacente a essa ousada estratégia expansionista reside na necessidade das facções de garantir blindagem jurídica e ampliar sua influência política. Ao eleger quadros favoráveis aos seus interesses, o crime organizado busca facilitar a liberação de alvarás, interferir em licitações públicas e obter informações privilegiadas sobre operações policiais. Esse domínio institucional assegura a perenidade de suas atividades logísticas no mercado internacional de drogas, transformando o poder político em um escudo corporativo eficaz.
A magnitude do desafio reflete-se em estatísticas alarmantes que dimensionam a capilaridade do problema em âmbito federativo. Atualmente, o Brasil contabiliza quase cem organizações criminosas ativas no interior de presídios estaduais e federais, muitas das quais comandam as fraudes externas. Somente no cenário municipal de Mato Grosso, o Ministério Público e o Gaeco passaram a escrutinar minuciosamente mais de vinte candidaturas sob suspeita de contaminação financeira, indicando um volume expressivo de capital injetado nas urnas.
As consequências dessa ingerência criminosa recaem diretamente sobre a sociedade civil, que vê o direito constitucional ao voto livre ser severamente mitigado. O destinatário final das medidas assecuratórias do Ministério Público Federal é o próprio eleitorado, cuja soberania depende de um ambiente imune a coações.
A desestabilização provocada por essas infiltrações atinge a legitimidade das instituições democráticas, transformando mandatos populares em extensões de interesses corporativos de sindicatos do crime.

A reação estatal instrumentaliza-se por meio de recomendações técnico-jurídicas rigorosas e da exigência de mecanismos rígidos de governança corporativa pelas legendas. O Ministério Público Eleitoral orientou os partidos a instituírem comissões internas de auditoria destinadas a analisar minuciosamente o histórico socioeconômico, patrimonial e territorial de seus filiados. Exige-se, ademais, a apresentação de certidões criminais de todas as instâncias judiciais e a exclusão sumária de indivíduos vinculados ao crime.
O cenário futuro dependerá da resolutividade dos órgãos de controle ante as respostas que os Diretórios Partidários apresentarão ao término do prazo legal. Caso as agremiações negligenciem as recomendações, o descumprimento será convertido em elemento probatório substancial em futuras ações de perda de mandato e responsabilização civil.
A manutenção do sigilo absoluto sobre os inquéritos em curso visa garantir que as próximas fases de repressão desarticulem por completo os núcleos políticos dessas facções.
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