Search
Close this search box.

ELEIÇÃO 2020 EM CUIABÁ

“Não podemos arriscar, e Cuiabá precisa de um gestor experiente”

Publicados

em

A gente fica assustado porque parece que eles só estão comprometidos consigo mesmos. Estão sempre postando vídeo nas redes sociais defendendo pautas populistas. Fica difícil porque o governo ainda não tem uma base sólida, e você olha para o lado e vê o partido dividido“.

Esta foi a explicação dada por um dos integrantes do Partido Social Liberal (PSL) em contato com o Blog do Valdemir. E segundo essa liderança, a atitude causa desconfiança também nos partidos aliados. Sem identificar uma liderança inconteste e que assegure unidade dentro da própria legenda.

Uma candidata a vereadora do Partido Social Liberal (PSL) lamentou, em entrevista Blog do Valdemir, e pediu para não se identificar, o racha dentro do partido.

Quem perde somos nós mesmos“.

Ela, no entanto, destacou que as brigas mostram as verdadeiras intenções dos filiados ao partido.

Cada pessoa vai mostrando seus interesses”, afirmou.

Não tem como aprender a dirigir uma locomotiva dessa em trinta dias, um ano, quatro anos, você tem que ter expertise, tem que ter experiência (…) Emanuel é um homem testado na Prefeitura de Cuiabá”, disse um dos representante do PSL que diz estar a favor do apoio ao atual Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

E cientes da necessidade da Capital de todos os mato-grossenses manter um gestor experiente e comprometido com às pessoas, mais de 20 ex-candidatos que disputaram uma vaga para a Câmara Municipal de Cuiabá pelo Partido Social Liberal (PSL) declaram apoio à candidatura pela reeleição de Emanuel Pinheiro (MDB), na tarde desta sexta-feira (20), durante ato no Comitê da Coligação “A Mudança Merece Continuar.

Leia Também:  Programa de Sustentabilidade será ponte entre prefeituras e soluções de inovação e tecnologia

Para o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro, a adesão é uma prova inequívoca de que a população não vai deixar que Cuiabá caia nas mãos de aventureiros, de inexperientes.

É preciso pesquisar, saber quais as bandeiras defendidas pelos candidatos. O reconhecimento do trabalho e comprometimento nasce de demonstrações como essa. São ex-candidatos que não irão compartilhar de uma insanidade, de arriscar o futuro de Cuiabá, declarou.

Emanuel Pinheiro reforçou ainda que a consciência coletiva faz toda a diferença para o dia 29 de novembro.

O então candidato à Prefeitura pela sigla migrou para apoiar o adversário, mas o que importa é quem tem a base, quem está no corpo a corpo com à população. A chapa de Emanuel e Stopa recebe de braços abertos quem tem sentimento, quem tem uma causa. De coração, assumimos os compromissos programáticos para fazer de Cuiabá uma cidade mais juntas, sem preconceitos. Uma cidade mais humana, com mais inclusão social e solidária”.

A presidente estadual do PSL Mulher, Ana Paula, agradeceu o desenvolvimento de políticas de proteção e o fomento para qualificação das mulheres na capital, a exemplo do Programa Qualifica, que já ajudou na transformação de mais de três mil mulheres.

Por isso, nós estamos aqui para dar apoio ao senhor”.

A chapa encabeçada por Emanuel Pinheiro da Coligação “A Mudança Merece Continuar, ´r composta por 11 partidos, MDB, PV, PSDB, REPUBLICANOS, PL, PTC, PCdoB, PMB, PTB, SOLIDARIEDADE e o PP, e tem como candidato a vice-prefeito, José Roberto Stopa (PV).

Propaganda

Destaques

Impasse orçamentário em Várzea Grande retarda repasse estratégico ao setor de Saneamento

Publicados

em

Um montante expressivo de R$ 16 milhões, destinado a socorrer a infraestrutura hídrica de Várzea Grande, permanece bloqueado devido ao travamento legislativo do Projeto de Lei Executivo na Câmara Municipal. A proposta busca mitigar os severos impactos desdobrados na prestação dos serviços essenciais de saneamento e garantir o abastecimento de água regular às residências da segunda maior cidade de Mato Grosso, enfrentando entraves formais antes mesmo de ser submetida à deliberação plenária dos parlamentares.

O entrave burocrático atinge em cheio os moradores de Várzea Grande, comunidade vulnerável que lida rotineiramente com o desabastecimento, a irregularidade no fornecimento de água potável e a precariedade na manutenção da rede sanitária local. A crise estrutural afeta diretamente milhares de famílias no município, as quais sofrem as consequências imediatas da falta do recurso essencial em suas rotinas diárias, enquanto o orçamento corretivo aguarda chancela no parlamento municipal.

O mecanismo financeiro prevê o repasse fracionado de R$ 2 milhões mensais até atingir o teto de R$ 16 milhões, integralmente voltados para custear despesas operacionais emergenciais e debelar o gargalo estrutural da autarquia hídrica. Diante do quadro, a liderança governista busca assegurar o repasse urgente para evitar a colapso do sistema, destacando que os fundos serão remanejados da pasta de Viação e Obras para cobrir dívidas urgentes e mitigar o sucateamento dos equipamentos de captação e distribuição.

O epicentro do impasse ocorre na Câmara Municipal de Várzea Grande, onde o presidente do Legislativo, Wanderley Cerqueira (MDB), indeferiu o pedido do líder do governo para incluir a matéria na pauta de votação ordinária nesta semana. A decisão da presidência manteve o projeto fora da ordem do dia, sob o argumento formal de que o texto demanda maior tempo de análise das comissões técnicas, frustrando as articulações da bancada governista para acelerar a tramitação da verba emergencial.

A recusa na inclusão da matéria na pauta plenária deu-se oficialmente no decorrer da sessão deliberativa realizada na última terça-feira, ocasião em que os parlamentares debatiam as urgências do município. A protelação arrasta-se desde 28 de abril, momento em que o Poder Executivo protocolou formalmente a minuta no parlamento local, acumulando meses de paralisação e empacando o cronograma de contingenciamento planejado pela gestão da Prefeita da Cidade Industrial, Flávia Moretti (PL).

A justificativa apresentada pela presidência da Casa de Leis, Wanderley Cerqueira (MDB), respalda-se no dever de cautela e fiscalização sobre a real viabilidade e destinação de recursos públicos expressivos oriundos dos cofres municipais. Os vereadores contrários ao regime de urgência alegam a necessidade estrita de avaliar profundamente o plano de sustentabilidade econômica do órgão recebedor, bem como auditar as razões pelas quais dotações da Secretaria de Obras seriam remanejadas para cobrir gastos operacionais.

Leia Também:  Programa de Sustentabilidade será ponte entre prefeituras e soluções de inovação e tecnologia

A premente subvenção financeira justifica-se no déficit crônico do Departamento de Água e Esgoto (DAE), entidade que encerrou os exercícios operacionais recentes com saldos severamente negativos no balanço orçamentário. O acumulado deficitário da autarquia ultrapassou R$ 13,32 milhões no ano anterior e somou mais R$ 4,16 milhões nos primeiros meses do ano corrente, impondo barreira financeira intransponível que impossibilita a continuidade regular das intervenções urbanas sem aporte suplementar da Prefeitura de Várzea Grande.

A implementação da transferência monetária exige a aprovação do Projeto de Lei no plenário, a subsequente sanção executiva e o estabelecimento de uma rígida prestação de contas periódica ao Legislativo. O texto estipula que a autarquia hídrica elabore imediatamente um plano de sustentabilidade econômico-financeira para justificar a alocação dos R$ 10 milhões originários do Projeto Pantanal e R$ 6 milhões previstos para ampliação do sistema, assegurando transparência no emprego das verbas.

O prosseguimento do projeto depende rigorosamente do seu reagendamento nas pautas subsequentes das sessões ordinárias, nas quais os vereadores deverão examinar as emendas, o parecer das comissões e o mérito da transferência orçamentária. Até que ocorra o consenso político necessário para a votação definitiva, o Município permanece legalmente impedido de efetuar qualquer aporte de capital no DAE, condicionando o futuro do saneamento básico local ao desfecho das negociações legislativas.

Em última análise, a paralisia do trâmite legislativo reflete a tensão entre a urgência social da população desprovida de saneamento e os ritos de fiscalização exigidos na governança do dinheiro público. Enquanto a Câmara Municipal posterga a decisão em nome do rigor analítico, as torneiras do município permanecem sujeitas à intermitência, reforçando a cobrança popular para que o poder público supere os entraves regimentais e garanta o abastecimento e a dignidade hídrica à cidade.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA