Search
Close this search box.

FLEXIBILIZAÇÃO DO USO DA MÁSCARA

É hora de relaxar!

Publicados

em

O Brasil registra desaceleração de casos de Covid-19, incluindo na região Centro Oeste, atingida por forte crise no início do ano, mas o relaxamento de medidas sanitárias de alguns governos pode reverter a melhora.

Quase todos os países da América Central relatam aumento nas infecções, tendo Cuba, Porto Rico e República Dominicana como os mais afetados e 137 casos de Covid-19 registrados em abrigos para pessoas deslocadas pelas erupções vulcânicas em São Vicente e Granadinas.

Na América do Sul, Colômbia, Venezuela, Bolívia, Uruguai e Argentina foram os países mais afetados, enquanto o México teve um ligeiro aumento de casos após o relaxamento de algumas medidas.

As ruas de Cuiabá estão cada dia mais movimentadas por pessoas sem mascaras, ou que mal se lembram de higienizar as mãos com frequência, pode indicar que a fadiga do cuidado alcançou os cuiabanos. Esse fenômeno, detectado em outras cidades atingidas pela Pandemia do Novo Coronavírus, ocorre quando as pessoas demonstram baixa movimentação motivação para cumprir as diretrizes de segurança após o desaparecimento da sensação de alerta ou quando deixam de considerar relevantes de novos casos.

Passados dias ou ate meses de Isolamento Social, se você de repente se viu passando álcool em gel nas mãos de vez em quando ou tem feito saídas de casa desnecessárias com certa regularidade, atenção, são sinais de que você foi atingido em cheiro pela fadiga do cuidado“, ou sensação da quarentena para ser mais especifico. Outros fatores, como não ter ninguém doente ao seu lado, pode deixa-lo ainda mais seguro e confiante diante de uma situação que antes o assustava em miúdos, o cérebro se cansa de ficar em alerta o tempo todo e se adapta a nova situação.

Leia Também:  "O que não pode acontecer é misturar política com politicagem"

A aparente normalidade, no entanto, esconde um perigo real da Pandemia da Covid-19 que ainda está em seu auge. Por isso, é preciso tomar todos os cuidados necessários para evitar a transmissão e proliferação da doença, e promover a diminuição dos óbitos.

Agora não falamos mais tanto em “Isolamento Social”, pois as pessoas já não aguentam ficar em casa. Estamos em um nível acima e vivenciamos o “distanciamento social”. Nesta etapa passamos a frequentar em locais de grande circulação de pessoas, abertos ou fechados. E é exatamente aí que mora o perigo e onde a precaução deve ser maior.

Flexibilização em MT

Durante entrevista no Palácio Paiaguás, o secretário Estadual de Saúde (SES/MT), Gilberto Gomes de Figueiredo, disse que o Governo do Estado avalia a possibilidade de flexibilização do uso da máscara de proteção da contra a Covid-19 no Estado. O Gilberto Figueiredo explicou que a discussão é válida devido à redução dos números da doença.

Eu acho que será possível a gente fazer uma avaliação até no âmbito estadual sobre a flexibilização do uso de máscara. Nós estamos em uma queda substancial dos números de casos de Covid-19. No Comitê de Operações Emergenciais (COE) da Covid-19, esse assunto também está sendo tratado e eu torço para que isso seja possível”, disse.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou 6 mortes em decorrência do Coronavírus no Estado nas últimas 24 horas. Os óbitos voltaram a ser registrados depois de o Estado ficar dois dias consecutivos sem registro de mortes. Apesar dos óbitos, Mato Grosso tem tido uma queda considerada da doença nos últimos meses.

Leia Também:  Nos bastidores políticos em VG pelo menos 6 pré-candidatos estão se articulando para a eleição de 2020

O secretário Estadual de Saúde (SES/MT), Gilberto Gomes de Figueiredo explicou que essa redução dos casos se deve ao aumento do número grande de pessoas vacinadas no Estado.

Eu torço para que até lá nós tenhamos uma grande cobertura vacinal no Estado e que o número de casos continue caindo de forma substancial tal qual o número de óbitos. Hoje, temos dois dias consecutivos sem nenhum óbito no Estado. Isso é um bom sinal”.

Do Blog do Valdemir

Lembre-se de usar a máscara sempre que sair de casa, pois ajuda a prevenir a propagação do vírus para outras pessoas, faça o uso do álcool gel 70% para higienizar as mãos e, especialmente, mantenha-se à uma distância segura em relação às pessoas, especialmente aquelas que estiverem tossindo ou espirrando.

Além dessas precauções, ao circular durante esse período de aparente normalidade, fique atento as seguintes recomendações:

– Mesmo que higienize as mãos, evite tocar os olhos, o nariz e a boca.
– Cubra sempre seu nariz e boca com o braço dobrado ou um lenço ao tossir ou expirar.
– Fique em casa se você se sentir indisposto.
– Procure atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar.

Antes de buscar ajuda médica, ligue com antecedência para seu médico ou hospital a fim de se informar como está sendo feito o atendimento da Covid-19. Assim você evitará ficar num ambiente tumultuado, ajudando a evitar a propagação de vírus e outras infecções.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Destaques

O avanço das facções no processo eleitoral brasileiro e os mecanismos de salvaguarda da soberania popular

Publicados

em

O avanço silencioso e coordenado do crime organizado sobre as estruturas democráticas brasileiras atingiu um patamar sem precedentes, mobilizando os mais altos escalões da segurança pública. Agências de inteligência estaduais e federais detectaram indícios consistentes de que facções criminosas operam de forma sistemática para interferir nos processos eleitorais do país. O fenômeno, que corrói os alicerces da representatividade popular, manifesta-se por meio de financiamentos espúrios e pressões territoriais que ameaçam a lisura dos pleitos.

Os principais agentes institucionais no enfrentamento dessa ameaça são o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado. Sob a liderança do procurador regional eleitoral Fabrizio Predebon da Silva, as autoridades buscam compelir os presidentes dos diretórios partidários a assumirem a corresponsabilidade pela integridade das urnas. Do outro lado da linha investigativa, encontram-se lideranças de facções de atuação nacional e agentes políticos suspeitos de conivência, como o ex-parlamentar cuiabano Paulo Henrique.

A eclosão dessas investigações ganhou urgência no cenário contemporâneo, culminando em determinações drásticas para o atual calendário eleitoral. O Ministério Público fixou um prazo peremptório de vinte dias para que as legendas comprovem a adoção de mecanismos internos de controle e fiscalização. Esse monitoramento temporal intensificou-se após os desdobramentos de operações deflagradas entre os anos de 2022 e 2024, cujos reflexos moldam as estratégias de contenção que vigem de forma imediata no pleito deste ano.

Embora o epicentro das recentes ações ostensivas localize-se em Mato Grosso, especialmente na capital, Cuiabá, os tentáculos desse ecossistema criminoso estendem-se por 9 Estados das 5 regiões geopolíticas do território nacional.

Áreas periféricas e comunidades vulneráveis, anteriormente submetidas apenas ao monopólio da violência física, tornaram-se zonas de exclusão eleitoral.

Leia Também:  "O ex-prefeito tinha que honrar os seus compromissos dentro do seu mandato”

Nesses locais, a soberania do Estado é posta à prova à medida que o crime delimita onde as campanhas políticas legítimas podem ocorrer.

O modus operandi das organizações criminosas estruturou-se de forma sofisticada, migrando da coerção física explícita para a infiltração econômica e partidária de alta complexidade. O Comando Vermelho, conforme apontam os inquéritos, utiliza recursos bilionários oriundos do tráfico de entorpecentes para irrigar campanhas eleitorais de aliados seletos. Paralelamente, esquemas de lavagem de dinheiro em eventos festivos e a cooptação de servidores públicos servem de ponte para legalizar o trânsito de capitais ilícitos dentro dos partidos.

A motivação subjacente a essa ousada estratégia expansionista reside na necessidade das facções de garantir blindagem jurídica e ampliar sua influência política. Ao eleger quadros favoráveis aos seus interesses, o crime organizado busca facilitar a liberação de alvarás, interferir em licitações públicas e obter informações privilegiadas sobre operações policiais. Esse domínio institucional assegura a perenidade de suas atividades logísticas no mercado internacional de drogas, transformando o poder político em um escudo corporativo eficaz.

A magnitude do desafio reflete-se em estatísticas alarmantes que dimensionam a capilaridade do problema em âmbito federativo. Atualmente, o Brasil contabiliza quase cem organizações criminosas ativas no interior de presídios estaduais e federais, muitas das quais comandam as fraudes externas. Somente no cenário municipal de Mato Grosso, o Ministério Público e o Gaeco passaram a escrutinar minuciosamente mais de vinte candidaturas sob suspeita de contaminação financeira, indicando um volume expressivo de capital injetado nas urnas.

Leia Também:  Aleluia, aleluia! Emanuel acertou uma no combate ao novo “Coronavírus”

As consequências dessa ingerência criminosa recaem diretamente sobre a sociedade civil, que vê o direito constitucional ao voto livre ser severamente mitigado. O destinatário final das medidas assecuratórias do Ministério Público Federal é o próprio eleitorado, cuja soberania depende de um ambiente imune a coações.

A desestabilização provocada por essas infiltrações atinge a legitimidade das instituições democráticas, transformando mandatos populares em extensões de interesses corporativos de sindicatos do crime.

A reação estatal instrumentaliza-se por meio de recomendações técnico-jurídicas rigorosas e da exigência de mecanismos rígidos de governança corporativa pelas legendas. O Ministério Público Eleitoral orientou os partidos a instituírem comissões internas de auditoria destinadas a analisar minuciosamente o histórico socioeconômico, patrimonial e territorial de seus filiados. Exige-se, ademais, a apresentação de certidões criminais de todas as instâncias judiciais e a exclusão sumária de indivíduos vinculados ao crime.

O cenário futuro dependerá da resolutividade dos órgãos de controle ante as respostas que os Diretórios Partidários apresentarão ao término do prazo legal. Caso as agremiações negligenciem as recomendações, o descumprimento será convertido em elemento probatório substancial em futuras ações de perda de mandato e responsabilização civil.

A manutenção do sigilo absoluto sobre os inquéritos em curso visa garantir que as próximas fases de repressão desarticulem por completo os núcleos políticos dessas facções.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA