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Deputados reclamam da Saúde e “pedem cabeça” de secretário: Taques diz que Soares é “imexível”
Ele é considerado um secretário linha dura, e não é de amores com alguns deputados estaduais, chegou ate de ser convocado pelos parlamentares para dar explicações, fazer esclarecimentos sobre pagamentos que não foram realizados pela Secretaria de Suade do Estado as Unidades de Saúde do Interior.
O secretario “Linha Dura”, chegou ate dizer que sempre esteve e estará pronto para fazer e dar qualquer tipo de esclarecimentos sobre a Saúde Estadual para os deputados na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e também sanar qualquer tipo de duvidas no que se refere a Saúde. “Sempre foram repassadas as informações solicitadas e periodicamente divulgadas pela Comunicação do Governo e órgãos de controle, para assegurar transparência na gestão”.
Por sua conduta, o secretario de Estado de Saúde Luiz Antônio Vitório Soares chegou ate mesmo de ser preso por ter descumprido uma decisão Judicial. O Poder Judiciário chegou a dizer que Soares estava menosprezando o Judiciário, e estava omitindo e violando o dever da “legalidade” e “lealdade”. O Ministério Público chegou de pedir o afastamento de Luiz Soares do cargo, porém foi negado na época pela juíza Anglizey Solivan de Oliveira.
Desde que assumiu o cargo a convite do governador do Estado Jose Pedro Gonçalves Taques (PSDB), Luiz Antônio Vitório Soares, vem enfrentado a maior crise financeira da história da Saúde Estadual. Uma delas é a falta de repasses que vinha acontecendo para os municípios do Estado, hospitais regionais e também aos hospitais filantrópicos.
Com os rumores de que alguns parlamentares queriam a “Cabeça” do secretario de Saúde do Estado, o governador Pedro Taques disse que o “Cabeção” como é conhecido e chamado pelos amigos mais íntimos, que não existe qualquer tipo de possibilidade de exonerar o secretário da pasta. E mando um duro recado ate mesmo aos aliados de seu governo que defendem a saída de Luiz Soares…”Quem manda no seu Governo é ele, e quem exonera e nomeia também é ele”.
Outra frase deixada pelo governador tucano foi…”Luiz Soares é imexível”, garantido assim que ele não vai dar muita atenção as criticas e pedidos de alguns dos parlamentares estaduais e muito menos a pressão. “Quem manda aqui sou eu e não vou dar ouvidos a quem, por interesse próprio, exige a demissão de um dos meus principais assessores“.
Um dos revoltados contra as atitudes do Secretario de Estado de Saúde Luiz Antônio Vitório Soares é o parlamentar estadual Romoaldo Junior (PMDB), afirmando que ninguém consegue falar ou dialogar com Luiz Soares, e que ele vinha descumprindo ordens do governador Pedro Taques, e disse ainda que os parlamentares não tem acessos ao Secretario de Saúde e muito menos serem atendidos por ele.
Usando da tribuna da Assembleia Legislativa, o parlamentar disse: “Quem manda mais, é o governador ou o secretário de Saúde? Por que o governador dá ordens que são descumpridas pelo secretário”.
Assim que retomou suas atividades no Palácio Paiaguas, o governador Jose Pedro Gonçalves Taques tratou de realizar importantes reuniões, durante o almoço o governador tucano conversou com o secretário-chefe da Casa Civil, Massi Russi, o secretário de Cidades, Wilson Santos e teve um encontro com o presidente do Legislativo Estadual. À tarde chamou o secretário de Saúde para uma reunião, assim como a presença do secretário de Comunicação Social, Kleber Lima.
Na reunião ele reafirmou que Luiz Soares é “imexível” e continua “prestigiado” na sua administração. Na avaliação de Taques, Soares vem realizando um bom trabalho na pasta, conseguindo quitar várias dívidas do setor, principalmente com os hospitais filantrópicos e regionais, estes no interior do Estado e que tem função importante para atender a população, evitando que muitos recorram ao Pronto Socorro de Cuiabá.
Taques salientou ainda que Luiz Soares não tem responsabilidade com o problema das dívidas que o governo ainda tem com a Saúde mato-grossense vem da gestão passada e segundo Taques, esta tentando solucionar, mais pra isso precisa arrecadar mais para resolver os problemas financeiros do Estado. “É um problema institucional, do governo, somos nós que estamos devendo e não o secretário. Ele faz um excelente trabalho e não é ele que tem a obrigação de pagar os hospitais, sou eu. Reconheço o atraso e por isso não vou aceitar esta pressão deslavada para a demissão dele“, disse, completando que não aceita pedidos vindo de parlamentares que são vinculados a hospitais em Mato Grosso.
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Governo prevê conclusão do “BRT Metropolitano” para dezembro de 2026
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (SINFRA/MT), Marcelo Oliveira, juntamente com a equipe técnica da pasta, anunciou formalmente que as obras do sistema de trânsito rápido por ônibus (Bus Rapid Transit – BRT), no trecho que interliga a Avenida do CPA, em Cuiabá, ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, serão integralmente concluídas até o fim de dezembro de 2026. A declaração solene ocorreu na tarde desta segunda-feira (13), durante uma concorrida Audiência Pública realizada no auditório principal da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).
O pronunciamento governamental detalhou as profundas alterações estruturais planejadas para as 77 estações de passageiros, o cronograma atualizado de execução física das frentes de trabalho e as estratégias para a futura implantação do corredor viário da Avenida Fernando Corrêa da Costa. Diante de parlamentares, lideranças comunitárias e jornalistas, os gestores estaduais também expuseram o planejamento para a aquisição imediata da frota de ônibus elétricos, além de justificar as medidas administrativas severas adotadas pelo Poder Executivo após a rescisão unilateral do contrato com o consórcio construtor originalmente contratado para a execução do empreendimento metropolitano.
A consolidação financeira do novo modal de transporte coletivo urbano recebeu um importante incremento com a confirmação de que a venda dos antigos trens e o leilão dos trilhos e materiais remanescentes do extinto projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) reverterão mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos do Estado. Ao defender a viabilidade econômica da transição tecnológica, o secretário Marcelo Oliveira rebateu as críticas recorrentes acerca dos atrasos no cronograma e enfatizou que as equipes de engenharia enfrentaram um cenário complexo de expansão urbana e de adensamento populacional acelerado na Grande Cuiabá entre os anos de 2012 e 2024.

O principal fator que determinou a paralisação temporária das obras e a consequente dilação do prazo de entrega foi o reiterado descumprimento de cláusulas editalícias por parte da primeira concessionária licitada, situação que forçou o Estado a aplicar multas contratuais e a reformular integralmente o modelo operacional. O gestor da pasta de infraestrutura revelou ainda que a ingerência política e os entraves burocráticos criados pela administração municipal anterior de Várzea Grande prejudicaram sensivelmente o andamento dos serviços de pavimentação rígida na região limítrofe, prolongando o desgaste logístico sofrido pelos comerciantes e motoristas locais.
Paralelamente às intervenções em andamento no primeiro eixo de mobilidade, a implantação do corredor estrutural da Avenida Fernando Corrêa da Costa encontra-se em fase de planejamento, com o processo licitatório ainda pendente de publicação oficial no Diário Oficial do Estado. O secretário-adjunto de Obras da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Isac Nascimento, esclareceu que não há dotação orçamentária empenhada para este trecho específico no presente exercício financeiro, estimando o início efetivo das obras de terraplenagem e drenagem profunda apenas para o primeiro semestre do próximo ano.
O traçado completo do sistema de transporte rápido abrangerá uma extensão linear de 15 quilômetros no trecho principal que conecta as duas maiores cidades do estado, somando-se a outros sete quilômetros projetados para o futuro ramal da região sul de Cuiabá. Para garantir o atendimento eficiente de milhares de usuários diários que dependem do transporte público interestadual, a administração estadual confirmou a aquisição de uma frota inicial composta por 25 modernos ônibus elétricos de alta capacidade, cujos processos de compra direta encontram-se em fase de instrução documental e análise jurídica nos órgãos de controle interno da Sinfra.

As modificações técnicas implementadas no projeto básico das estações visam aumentar a durabilidade do patrimônio público e garantir o conforto térmico dos passageiros em uma região de clima caracteristicamente quente. Nascimento pontuou que o aprimoramento estrutural consistiu na substituição dos aparelhos de ar-condicionado domésticos por eficientes sistemas de climatização industrial, além da instalação de painéis de vidro temperado com tecnologia antivandalismo e de estruturas metálicas de alta resistência contra intempéries climáticas.
O planejamento logístico inicial concebido para o Lote 1, que compreende a ligação expressa entre os terminais de Várzea Grande e do CPA, previa originalmente uma execução célere de apenas seis meses, baseada na abertura simultânea de sete frentes de trabalho intensivo ao longo do leito viário. A estratégia de engenharia englobava intervenções complexas no subsolo e na superfície das principais vias expressas, concentrando o maquinário pesado no quadrante situado entre o Viaduto da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a histórica Ponte Júlio Müller.
No entanto, a viabilidade prática desse modelo de intervenção simultânea mostrou-se inviável logo após o início das primeiras escavações, quando o estrangulamento do fluxo de veículos gerou severos congestionamentos e forte descontentamento popular. A equipe técnica da Sinfra avaliou que a manutenção do cronograma agressivo original resultaria em um colapso completo da mobilidade urbana intermunicipal, forçando a adoção de um modelo operacional mais flexível e seguro para os cidadãos.
A execução das obras de engenharia civil passou a ocorrer de forma cadenciada e gradual, sob constante monitoramento e em estreito alinhamento operacional com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá. De acordo com o secretário-adjunto, essa sinergia administrativa permite o planejamento detalhado de desvios no tráfego e de interdições parciais de faixas de rolamento, mitigando os impactos cotidianos e harmonizando o avanço do BRT com as demais obras de saneamento básico conduzidas pelas concessionárias de serviços públicos na capital.
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