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José Antônio Puppio: – A internacionalização do preço do combustível

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         A internacionalização do preço do combustível

Por: José Antônio Puppio

Se a Petrobras quer internacionalizar o preço dos combustíveis seria possível; mas antes do inicio precisamos colocar tudo na mesma base. Perguntamos qual é a maior economia mundial a resposta é os USA.

Para poder comercializar o combustível em nosso País, em condições de igualdade ao mercado internacional, precisaríamos primeiro partir de um preço básico equivalente, ou seja, o preço básico do combustível no Brasil teria que partir do mesmo preço básico praticado internacionalmente.

Para isso, teríamos que acertar o nosso preço básico no mesmo preço do litro americano, ou seja: hoje o galão de 3,8 litros vale nos USA o valor de US$ 3,23.

Para poder estabelecer o nosso preço, seria aplicado o câmbio de RS$ 3,73 por cada dólar e teríamos o valor de R$ 12,04 o galão de 3,8 litros = onde o litro seria = R$ 3,17. Sem contar que nesse valor estamos calculando a gasolina pura “H100” porque a gasolina comum brasileira apresenta “H76” onde o nosso preço seria R$ 2,40.

Após estabelecer que o nosso preço básico seria R$ 2,40 faríamos o atrelamento dos preços internacionais da seguinte forma:

dólar = R$ 3,73

petróleo = US$ 80,00/barril

preço básico do galão 3,8 litros = US$ 3,23

– Preço da gasolina Brasileira = R$ 2,40

– e cada alteração para cima ou para baixo aplicaríamos o índice de correção. Com isso, poderíamos internacionalizar o preço do combustível, porque partiríamos da mesma base.

O que não é possível é colocar o combustível com todos os acréscimos da Petrobras e majorá-lo de acordo com as alterações internacionais. Não podemos permitir que uma empresa que só retira o petróleo do solo brasileiro, gratuitamente onere dessa forma o Brasileiro e que queira pagar o prejuízo dos últimos 15 anos a custa do cidadão brasileiro em apenas “1 ano”.

José Antônio Puppio, empresário e autor do livro “Impossível é o que não se tentou

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Trabalho: caminho que constrói futuro

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Autor: Janguiê Diniz*

Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo.

O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental.

Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes.

Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo.

Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre a importância do trabalho, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

*Janguiê Diniz Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular.

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