EM DEFESA DO GOVERNO BOLSONARO E DA LIBERDADE

“Essas pessoas precisam respeitar o povo brasileiro e a constituição”

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Faltando apenas um dia para a manifestação deste dia 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, o deputado federal José Medeiros (Podemos) lembra que a população brasileira volta às ruas para hipotecar apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e lutar pela democracia e liberdade.

Além disso, Medeiros ressalta que o ato será uma resposta às prisões de políticos e jornalistas, aos atentados à liberdade de expressão e as decisões controversas do Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente contra militantes de direita.

Amanhã, dia 7 de setembro, vamos sair às ruas de verde e amarelo para garantir as nossas liberdades, os nossos direitos, reafirmar o nosso voto e o mandato que escolhemos nas urnas do presidente Bolsonaro. Será uma manifestação pacífica, democrática e em defesa do Brasil, frisa Medeiros.

A expectativa do deputado, que é vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, é que a manifestação desta terça-feira seja a maior já realizada em apoio ao presidente. Em Mato Grosso, o ato será realizado em várias cidades entre elas, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Cotriguaçu, Jangada, Alta Floresta, Nova Mutum e Barra do Garças.

Além disso, mais de 10 mil mato-grossenses devem participar da mobilização em Brasília.

Apoiadores do presidente Bolsonaro em Mato Grosso já estão chegando em Brasília para a manifestação. São cerca de 50 ônibus e centenas de motoqueiros do nosso estado. Será uma festa pacífica, ordeira e democrática, afirma o parlamentar.

Ele acrescenta ainda, que participará da manifestação em Brasília e São Paulo.

Pela manhã vou acompanhar o presidente Bolsonaro na manifestação em Brasília e à tarde estaremos na capital paulista“.

Neste final de semana, Medeiros participou da 2ª edição brasileira do Cpac (Conferência de Ação Política Conservadora, na tradução do inglês), considerado o maior evento conservador do mundo. Realizado em Brasília, o Cpac teve como tema principal a liberdade de expressão e reuniu lideranças de direita brasileira e de vários locais do mundo.

Em seu discurso no Cpac, o presidente Bolsonaro disse que a manifestação desta terça-feira vai mostrar a força do povo brasileiro.

Será uma demonstração gigantesca de patriotismo“.

Ele disse também que respeita os Poderes e instituições.

Nós não criticamos instituições ou Poderes, somos pontuais. Não podemos admitir que uma ou duas pessoas usando da força do poder queiram dar outro rumo para o nosso país. Essas pessoas precisam respeitar o povo brasileiro e a constituição, frisa o presidente.

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Política

Projeto que proíbe governo de propor o passaporte da vacina é aprovada na ALMT

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Com o avanço da corrida para a vacinação anti-Covid-19 em diversos países do mundo, de forma a tentar controlar as continuidade dos numerosos casos de infecções pelo Coronavírus SARS-CoV-2 e suas consequências, têm surgido nova polêmica, “o passaporte vacinal“.

Países do mundo todo estão apostando nas vacinas para sair desta pandemia, porém os governos agora enfrentam outra questão: será o momento de retomar certa parte da economia como viagens, teatros, shows e até mesmo o trabalho para todos? Ou somente para quem já foi vacinado?

As vacinas têm se mostrado eficazes no combate à Pandemia, incluindo na redução dos casos graves e hospitalizações. Isso significa que se as empresas, locais de trabalho e fronteiras forem reabrir, uma maneira de reduzir o risco de um novo surto seria exigir algum tipo de prova de vacinação na entrada, que poderia ser um passe de saúde ou um passaporte de vacina.

O assunto gera debates, já que na maioria dos países a vacina não será obrigatória, e o ritmo da vacinação significa que muitos de nós ainda teremos de esperar por muito tempo. Além disso, há quem não possa tomar por questões médicas, enquanto outros podem alegar crenças religiosas incompatíveis com a vacinação. Com isso, permitir certas liberdades e privilégios para aqueles que tomaram as doses provavelmente seria visto como discriminatório por muitas pessoas.

O Projeto de Lei n° 417/21 visa criar o Passaporte Digital de Imunização, quanto à vacinação da Covid-19. O objetivo é aumentar o controle sanitário sobre locais com aglomeração de pessoas. O texto, de autoria do deputado estadual Paulo Roberto Araújo (Progressistas) tramita na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

Segundo a proposição, o Passaporte Digital de Imunização poderia ser exigido para autorizar a entrada em eventos e locais públicos, utilização de meios de transporte coletivos, sejam: terrestres ou aéreos, bem como em qualquer local em que a aglomeração de pessoas exija controle sanitário com o intuito de aumentar a segurança da população.

E por 13 votos os deputados estaduais derrubaram o parecer contrário da Comissão de Saúde e aprovaram em primeira votação, na manhã desta quarta-feira (20), o Projeto de Lei 780/2021 de autoria da deputada estadual Janaína Greyce Riva (MDB) que proíbe a implantação por parte do poder público de um passaporte sanitário ou da vacina como popularmente vem sendo chamado, em Mato Grosso.

Numa sessão que contou com discussões acaloradas na Tribuna da Casa de Leis, e que contou com a galeria repleta de apoiadores ao Projeto, Janaína Riva defendeu que o passaporte fere o artigo 5° da Constituição Federal que trata do direito de ir e vir do cidadão.

Eu sou a favor da vacina, tomei as duas doses e tomaria uma terceira se eu tivesse direito inclusive, mas também sou a favor da liberdade. A nossa discussão não é sobre a vacina, mas sobre o cerceamento do direito das pessoas de ir e vir, bem como a segregação e o controle social por trás desse passaporte. Já pensou as pessoas serem proibidas de entrar numa igreja? Ninguém tem o direito de fazer isso. Eu citei igreja, mas falo também do comércio. De serem impedidas de ir ao mercado por que não se vacinaram”, disse.

A parlamentar do MDB, Janaína Riva explica que o projeto dela trata apenas das igrejas, comércios e congêneres, não se estendendo ao ambiente público. A parlamentar trouxe à tona na tribuna o caso de uma mãe que perdeu a guarda do filho por não querer se vacinar.

Se vacina quem quer e alguns não podem vacinar por limitações religiosas. É direito individual de cada um à integridade física e sobre o próprio corpo. Estar vacinado não significa estar isento de cuidados como uso de máscara e higienização das mãos e ambientes, até porque nenhuma vacina tem 100% de eficácia. Precisamos retomar o rumo do desse país, o comércio já foi prejudicado demais. Não podemos deixar que o radicalismo impere”, finalizou.

Agora, a proposta vai à segunda votação e segue para sanção do governador Mauro Mendes (DEM). Deputados como Faissal Jorge Calil Filho (PV), Ederson Dal Molin, o Xuxu Dalmolin (PSC), Gilberto Moacir Catani (PSL), dentre outros, fizerem a defesa do Projeto da parlamentar Janaína Riva.

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