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SE ACHANDO ACIMA DOS DEMAIS

Disputa pelo espaço de Política x Ego x Poder

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Ego

O ego destrói todas as virtudes conquistadas. Mas coisa pior do que um ego inflamado, é alguém achar que está acima dos demais!“. Samuel Ranner

Com o termino de mais um ano eleitoral na esfera municipal, começa os burburinhos com nomes perpetuando nas redes sociais e com um único intuito de direcionar e suprimir a vontade dos eleitores com nomes tradicionais sem garantir a perspectiva da renovação que tem, e que deveria ser natural, sendo assim, inicia-se a fervura e a tentativa de manipulação, porém não podemos deixar de lado de mencionar a Política x Ego x Poder neste cenário.

A intenção original da política era que o povo tivesse representantes. Estes representantes deveriam servir a população. Deveriam criar Leis para beneficiar a todos e discutir ideias para fazer o que fosse melhor para a cidade.

Mas…, temos adversário forte no jogo da vida: O “EGO” transforma tudo em separação e divisão.

O “EGO” quer sempre “sedar bem”. Movido pelo “EGO”, o político deixa de querer servir e passa a querer se perpetuar no “PODER”. Passa a querer agradar a opinião pública de olho em cargos e cada vez mais “PODER”.

Sendo assim, somos nós, população/eleitores local que temos que mudar, e automaticamente a política deixará de ser corrupta, bem como eliminar o “EGO LOCAL”.

O mundo da política é repleto de benefícios, sendo que o poder e a autoridade são alguns dos principais. Muitos políticos eleitos conquistam essa posição sem ter preparo emocional para lidar com questões internas relacionadas ao ego e à autoridade e, como consequência, acabam sendo contaminados pela competitividade, egoísmo, vaidade, orgulho e ambição desmedida.

Poder

O “PODER” do cidadão, o “PODER” de cada um de nós, limita-se, na esfera política, a tirar um governo de que não gosta e a pôr outro de que talvez venha a se gostar. Nada mais. Mas as grandes decisões são tomadas em uma grande esfera e todos sabemos qual é.

Mesmo que muitas pessoas queiram negar, há uma relação intrínseca entre “PODER” e liderança. A pessoa que assume um cargo de líder detém um poder e é muito cobrado por isso e talvez posso existir um apego ao “PODER” e a liderança autocrática. Dessa forma não pode se eximir do “PODER” que lhe é atribuído, mas o que não deve fazer é se apegar a ele.

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Pode-se notar que o apego ao “PODER” surge com mais força quando a liderança exercida é a liderança autocrática e isso faz sentido pelo próprio conceito. Por isso, nesse artigo quero mostrar que comportamentos um “líder autocrático” possui e como isso pode impactar de forma negativa no exercício do “PODER” na liderança.

A pessoa apegada ao “PODER” pode não se dar conta, mas o comportamento é percebido por todos ao seu redor. Basicamente, quem é apegado ao “PODER” possui um traço no qual deixa o “EGO” crescer e isso emperra o desenvolvimento das relações necessárias em uma empresa. Principalmente porque quando as suas vontades não são atendidas, o “líder” pode entrar em um ciclo de frustração.

Esse é um dos malefícios para a sua gestão, pois, esse comportamento pode te levar a uma bolha da liderança, onde só se ouve e vê o que se quer. Dessa forma se perde a riqueza de sugestões que os funcionários podem trazer às decisões e ainda faz com que o time fique extremamente desconfortável.

Apego ao “PODER”

Para muitos, o “PODER” é a suprema ambição. É a perversa maneira de se comparar a Deus. Vide Temer e os políticos que gastam somas bilionárias em campanhas eleitorais e, mesmo derrotados, voltam à cena. A sede de “PODER” parece proporcional à fortuna que dilapidam. Temer inclusive usa o dinheiro público (nosso, portanto) ao cooptar parlamentares com polpudas emendas parlamentares.

Há homens que, fora do “PODER”, sentem-se terrivelmente humilhados, expulsos do Olimpo dos deuses. Caem em depressão e, passada a ressaca, voltam à disputa pelo espaço de “PODER” com mais garra e menos escrúpulos.

Modificado o modo de viver de quem ocupa o “PODER”, em pouco tempo altera-se também o modo de pensar. Pois o “PODER” faz girar a roda da fortuna e opera na pessoa uma mudança de lugar social e cultural. Ela se vê cercada de bajuladores, recebe convites e homenagens, ganha presentes, conta com vários assessores e, sobretudo, passa a dispor de uma infraestrutura que a reveste de uma aura especial. Troca de guarda-roupa, de casa, de amigos e de mulher ou marido.

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Aos olhos do comum dos mortais, possui as chaves da felicidade alheia. Tem o “PODER” de aprovar projetos, liberar verbas, autorizar obras, permitir viagens, distribuir cargos, promover pessoas, conceder benesses e transformar seus gestos em fatos políticos.

Quem se apega ao “PODER” mira-se todas as manhãs no espelho da bruxa da Branca de Neve e não suporta críticas, pois minam sua auto-imagem e exibem suas contradições aos olhos de outrem. Daí porque se isola, fecha-se num círculo hermético ao qual só têm acesso os que cumprem suas ordens, dizem “amém” às suas ideias e palavras.

O ser humano tem cinco grandes tentações.

A primeira é o “PODER”. A segunda, o “PODER”. A terceira, o “PODER”. A quarta, o “DINHEIRO”. A quinta, o “SEXO”.

Por que o “PODER” encanta tanto? Porque aparentemente compensa quem tem baixa autoestima. Só quem não se sente bem sendo o que é busca salvação na boia chamada “PODER”, ainda que o mar da conjuntura se encontre agitado.

Quem se apega ao “PODER” se sente desesperado diante da possibilidade de perdê-lo. Seu “EGO” necessita de uma prótese, como o homem de baixa estatura que só se deixa fotografar ao lado de outros trepado em um tamborete ou o feio que divulga nas redes sociais a foto de Marlon Brando como se fosse a sua.

Muitas pessoas também pensavam que o “PODER” muda as pessoas. Mas…, descobrimos que não é bem assim. O “PODER” faz com que a pessoa se revele. Qualquer “PODER”, do senador ao gerente da agência bancária.

Como bem diz o ditado espanhol: Quieres conocer a Juanito, dale un carguito”.

São raros aqueles que fazem do “PODER”, como ensinou Jesus, um dever de serviço à Justiça, à Solidariedade e à Paz.

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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