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DE OLHO NAS ELEIÇÕES 2024

Chico coloca cargo de presidente do PL em Cuiabá à disposição do partido

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A menos de 14 meses para a eleição pelo comando da Prefeitura Municipal de Cuiabá, onde hoje tem o comando do prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro (MDB), vários partidos têm ampliado as articulações para a disputa eleitoral para 2024. Uma tendência, porém, já fica evidente: menor número de candidaturas. Isso porque na eleição passada, em 2020, poucos candidatos participaram do pleito.

No próximo pleito, os cuiabanos elegerão os seus vereadores de preferência. E isso mexe com o cenário e traz a possibilidade de estimular novos players a participar do processo. Apesar disso, mais vagas podem atrair também quem já teve mandato e hoje está sem e querem voltar a ter seu momento de gloria na Câmara Municipal de Cuiabá.

Historicamente, há uma tendência de se buscar novos nomes na Câmara Municipal e percentual de renovação têm oscilado entre 50 e 60%. Justamente por isso, nos corredores do Legislativo Municipal o comentário é de que, com mais cadeiras disponíveis, aumentariam as chances dos atuais vereadores se reelegerem.

Especialistas procurado pela equipe de reportagem do Blog do Valdemir aposta na renovação, mas com ressalvas:

Não quer dizer que serão nomes inéditos. Provavelmente, muita gente que já teve mandato e não se reelegeu volta nessa eleição, destacou.

Chico quer ser candidato

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Francisco Carlos Amorim, o Chico 2000 (PL), decidiu nesta segunda-feira (21), colocar o cargo de presidente do Diretório do Partido Liberal (PL) da Capital, à disposição de Ananias Filho, presidente estadual do partido em Mato Grosso.

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Chico recebeu na última sexta-feira (18), o convite para uma reunião na sede do Diretório Estadual, nesta segunda-feira (21), às 11h, porém, em virtude dos trabalhos Legislativos e de compromisso pré-agendados, não poderá comparecer ao encontro da cúpula.

Face ao acima discorrido, informo que, excepcionalmente, não terei condições de comparecer à Reunião em voga. Mesmo ausente, e com espírito partidário sobrepondo à qualquer interesse pessoal ou vaidade, coloco minha posição de Presidente da Comissão Provisória Municipal do Partido Liberal à disposição para, se assim entenderem, providenciarem nova composição“, declarou Chico, em ofício encaminhado a Ananias.

Dentro do Partido Liberal (PL), Chico 2000 atua há mais de 20 anos, e destacou que sempre trabalhou em favor da militância do partido, buscando auxiliar a sigla.

Se a direção Estadual/Nacional entender que a renovação é primordial para construção de um projeto que impulsione nosso PL, abrindo novas frentes para conquistas maiores, contem sempre com este soldado do PL, frisou Chico.

Direita e esquerda estão duelando nos bastidores para angariar o maior número de alianças nas 141 prefeituras do Estado de Mato Grosso, com o radar ligado para as Eleições Municipais de 2024.

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Segundo alguns membros do Partido Liberal (PL), é eleger o maior número de prefeitos em Mato Grosso em 2024. Esse número impulsionaria o objetivo nacional de conquistar o maior número de prefeituras em todo o Brasil no ano que vem, com foco de vencer nas principais capitais. Essa é uma das estratégias para facilitar a campanha para presidente em 2026. Caso o partido concretize o planejado, o presidente da legenda, Valdemar da Costa Neto, entende que o caminho estará “asfaltado” e teria palanque político nos principais colégios eleitorais para 2026.

Conforme o presidente estadual da sigla em Mato Grosso, Ananias Filho, a orientação do ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e do presidente da nacional Valdemar Costa Neto, é se organizar para que a legenda faça ao menos 40 prefeitos em Mato Grosso em 2024.

Em Cuiabá, a briga fica por conta de Chico 2000 e Abílio Brunini, como pré-candidato do PL a Prefeito de Cuiabá, e na cidade vizinha, Várzea Grande, existe a possibilidade de lançar o empresário Tião da Zaeli, atual presidente do Partido Liberal na Cidade Industrial.

E em 2026, o Partido Liberal já tem a orientação de preparar um nome ao Governo do Estado, como de Wellington Fagundes, o nome mais forte da sigla no momento, assim como para o Senado Federal, com o nome do deputado federal José Antônio Medeiros.

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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