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NUVENS NEGRAS NA APROSOJA

Atitudes do presidente da Aprosoja desvirtuam objetivo da entidade

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O céu deu uma acalmada, mas as nuvens estão ali no horizonte. As pedras vinham movendo-se a seu favor, nos bastidores já comentavam o seu nome para disputar a maioritária (senador ou governador), mas o choque não vai acontecer. Pois não avaliou que precisava de força política para prevalecer, nem quem acreditava para o desfecho e assim os mais otimistas viram o gaúcho de Sananduva, o produtor rural atual presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan, “enterrar” sua possível candidatura para o pleito eleitoral de 2022.

Antônio Galvan vive um momento ruim, neste mês de setembro. Sei que é isso que quer saber? Então agora nestas linhas vou dizer, as atitudes do atual presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), desvirtuam objetivo da entidade dos produtores.

Segundo Erai Maggi a entidade tem que cuidar da função da Aprosoja não da política, no qual tem muita coisa para cuidar na infraestrutura e projetos. Para o “rei da soja” Galvan precisa cuidar dos interesses do produtor.

Nós criamos a Aprosoja, mas para ter a função de fazer um trabalho para o desenvolvimento da soja, do milho, e não para misturar ideologia. Isso atrapalha a Associação. Hoje tem um governo, amanhã tem outro e a entidade é para sempre“, disse Erai Maggi.

Para o “rei da soja”, atitudes de Galvan desvirtuam objetivo da entidade dos produtores.

A entidade tem que cuidar da função da entidade, não da política. E tem muita coisa para cuidar na infraestrutura, projetos. Coisa que vai trazer dinheiro ao produtor. Ela tem que cuidar dos interesses do produtor”.

Galvan ganhou as manchetes da mídia nacional por ser investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) em razão de seu apoio aos atos cujo caráter era considerado golpista por políticos e juristas.

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Uma decisão tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu a busca e a apreensão de documentos e aparelhos eletrônicos dele e de mais nove apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que estariam envolvidos na organização de uma manifestação em Brasília no 7 de Setembro em que uma das principais reivindicações seria a destituição dos 11 ministros da Corte.

Galvan e os demais envolvidos, dentre eles o cantor Sérgio Reis e o deputado federal Otoni de Paula (PSC/RJ), passaram a ser investigados pelo Supremo devido às ameaças que fizeram de invadir e depredar o prédio do STF durante o feriado da Independência. De acordo com Moraes, a mobilização pelo protesto, marcada pela incitação de atos violentos, aparenta a atividade de uma organização de empreitada criminosa.

O cenário anda desfavorável, mas ainda continua vivendo um momento de calmaria. Até quando vai durar? Há uma possibilidade que dure até o mês de abril.

E para completar, já não bastasse o Supremo Tribunal Federal (STF), brigas familiares, a CPI da Renúncia Fiscal da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), aprovou nesta segunda-feira (20), requerimento do deputado estadual Wilson Pereira dos Santos (PSDB) para a convocação do presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), para prestar depoimento sobre o recebimento do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

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No período de 2019 a 2021, a Aprosoja recebeu R$ 138 milhões do Governo do Estado via Fethab. O dinheiro é resultado de um convênio para fortalecer o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Igro), conforme Lei Estadual criada em 2019.

Não é caça as bruxas ou simplesmente a ideia de gerar constrangimento a alguém. A CPI busca respostas a respeito disso e daremos a oportunidade do presidente da Aprosoja dar suas explicações e contribuir com sugestões para a melhoria de arrecadação de nosso Estado, disse o galinho do bairro do Baú que preside as investigações.

Setembro

Mês mais quente do ano, Bolsonaro diz na ONU que 7 de setembro teve maior manifestação da história, finalzinho do mês se aproximando, faltando 100 dias para acabar o ano. Em referência ao setembro…continue a nos acompanhar e saberás.

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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