Search
Close this search box.

CORRIDA CONTRA O TEMPO

Às vésperas das eleições, políticos intensificam presença digital e aceleram promessas em busca do voto

Publicados

em

Com a aproximação do período eleitoral, candidatos e detentores de mandato ampliam de forma significativa sua atuação nas redes sociais, em uma corrida contra o tempo para apresentar realizações, justificar lacunas administrativas e conquistar a confiança do eleitorado. O movimento ocorre em todo o país e marca o início de uma fase estratégica decisiva para o pleito.

A intensificação da comunicação digital ocorre principalmente porque as plataformas virtuais se consolidaram como principal meio de diálogo direto com a população. Prefeitos, vereadores, deputados e postulantes a cargos majoritários investem em vídeos, transmissões ao vivo e publicações patrocinadas para ampliar alcance e engajamento.

O político em suas redes sociais são:

Os melhores cozinheiros
Andam de ônibus
Fazem caminhada
Frequentam todos os domingos as igrejas
Visitam as feiras
Visitam bairros que nem conhecem
Cumprimentam as pessoas e se dizem ser seu melhor amigo
Assistem jogos de futebol que nem é seu time… etc…etc…

O fenômeno é motivado pelo calendário eleitoral, que impõe prazos rígidos para filiações, Convenções Partidárias e registro de candidaturas. Diante desse cronograma, agentes políticos buscam evidenciar obras, projetos e ações que, muitas vezes, não receberam a mesma ênfase ao longo dos quatro anos de mandato.

Leia Também:  Bezerra defende 3ª via para presidente e minimiza Emanuel ao governo

Na prática, o que se observa é uma reconfiguração do discurso público. Se, durante o mandato, parte dos representantes manteve comunicação discreta, agora a narrativa ganha tom propositivo e promocional. A estratégia inclui a divulgação de balanços administrativos, promessas de novos investimentos e críticas à oposição.

Especialistas em marketing político avaliam que a exposição digital se tornou elemento central das campanhas contemporâneas. A redução de custos em comparação aos meios tradicionais e a possibilidade de segmentação do público explicam por que as redes sociais assumiram papel determinante na formação de opinião.

Contudo, a ampliação do conteúdo político também impõe desafios. O aumento do volume de informações exige maior atenção do eleitor quanto à veracidade dos dados apresentados, sobretudo em relação a números de obras concluídas, execução orçamentária e impacto social das políticas públicas anunciadas.

Do ponto de vista legal, a legislação eleitoral estabelece limites claros para propaganda antecipada e impulsionamento irregular de conteúdo. O descumprimento das regras pode resultar em multas e outras sanções, o que obriga campanhas a adotarem assessoria jurídica especializada.

Leia Também:  Folha salarial de maio terá aumento de 11,5%

Para o eleitor, o período representa oportunidade de avaliar, com maior rigor, a coerência entre discurso e prática. A comparação entre promessas passadas e resultados efetivamente alcançados torna-se critério relevante para a decisão nas urnas.

Analistas políticos destacam que a memória do eleitorado, historicamente considerada curta, tem sido influenciada pela permanência dos registros digitais. Publicações antigas, declarações controversas e compromissos assumidos permanecem acessíveis e podem repercutir durante a campanha.

Assim, às vésperas das eleições, consolida-se um cenário de intensa disputa narrativa, no qual visibilidade, credibilidade e capacidade de mobilização virtual se convertem em ativos estratégicos. Cabe ao cidadão filtrar informações, exigir transparência e exercer o voto de maneira consciente e responsável.

Propaganda

Política

Qual Mato Grosso que Pivetta propõe? Alguém falou no Ministério da Agricultura?

Publicados

em

Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, começamos e iniciarmos um novo dia, uma nova semana, e o ano está quase terminado, e lá vem o “Guri Refestelado da Guarita”, gritando que o governador reeleito Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, determinou que o secretário de Fazenda mato-grossense, Rogério Gallo, faça uma revisão e enxugamento da máquina administrativa para o novo mandato que começa no dia 5 de janeiro de 2027.

Calma pequeno gafanhoto! Muita calma nessa hora. É completamente normal que o início de qualquer Governo, seja marcado por instabilidades, revisões políticas e ruídos de comunicações.

Esse momento de transição é conhecido na política como o período de instalação ou de acomodação das novas forças governantes.

As narrativas nesse momento são várias, mas o que envolve na prática é: redução de cargos comissionados, reavaliação de contratos administrativos e contenção de gastos supérfluos; adequação dos gastos públicos ao teto de arrecadação para evitar endividamento e abrir margem para investimento em áreas prioritárias.

Segue o fluxo!

Mato Grosso que Pivetta propõe

Os compromissos para o próximo mandato de 2027 a 2030, estão em cinco pilares estratégicos: Saúde Próxima; Educação Libertadora; Apoio Social e Habitação; Segurança Firme; Tolerância Zero e Ordem Pública; Proteção a Mulher, Emprego e Logística Estruturante e o Estado Parceiro.

Estes planos foram entregues para Rogério Gallo, que recebeu a missão de realizar o levantamento sobre o funcionamento da máquina.

A partir desse diagnóstico, Otaviano Pivetta pretende definir quais ajustes serão necessários para tornar a administração estadual mais eficiente e adequar os gastos as prioridades da próxima gestão.

A revisão também considera os impactos da reforma tributária nacional sobre as contas do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

A substituição gradual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) exigirá adaptações no modelo de arrecadação e poderá alterar a política de incentivos fiscais utilizada pelo Estado para atrair empresas.

Leia Também:  "STF engessa Justiça e quem paga é o passageiro"

A intenção da reorganização administrativa será manter a competitividade de Mato Grosso na atuação de empreendimentos, especialmente nos setores de agroindústria e processamentos de grãos e carnes, diante das mudanças no sistema tributário.

E Ananias Filho como está?

Parte dos deputados eleitos e reeleitos não o quer mais no comando da legenda na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon.

Dizem que o “protegido” de Wellton Fagundes, desagrega, não tem perfil de um líder político e age com perseguição no comando do Partido Liberal (PL). Entretanto, contudo, todavia, senhores revoltados, o comando do partido dificilmente sairá do controle de Ananias Filho.

Ele é uma indicação de Wellton Fagundes, ambos são antigos aliados. Tem mais: o presidente do Diretório Nacional Valdemar Costa Neto e Wellton Fagundes são correligionários a década.

Infidelidade? Tá se referindo a infidelidade de alguns líderes da sigla no pleito eleitoral de 2026? O Wellton e Ananias, levaram numa boa e, segue o fluxo! Isso é que pode chamar de resiliência.

Daqui a 14 dias

Os brasileiros retornam às urnas para a votação do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

É incrível o país mostrado no horário eleitoral pelo candidato da esquerda, será que existe? Onde está? Cadê?

É tamanha mentira que vira uma piada de mal gosto pra quem perde o tempo em assistir, já que vem goela abaixo em nossos lares.

Então, bora! Vou levar os frequentadores do Boteco da Alameda, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) já que nos bastidores a disputa da Mesa Diretora da Casa de Leis, da vigésima primeira Legislatura começa a agitar.

Segundo levantamento do núcleo duro do Boteco da Alameda, dois deputados que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de “oposição” na disputa pela Mesa Diretora.

Leia Também:  Avante articula projeto estadual e convida Jayme Campos para disputar o Governo de Mato Grosso

Oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio para os dois deputados: Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos).

Nota de rodapé:

O atual presidente da Casa de Leis, o comandante do Podemos em Mato Grosso, Max Russi, vai permanecer na presidência no Biênio 2027/2028. A disputa se concentra na primeira secretaria, hoje ocupada por Dr. João José (MDB) e cobiçada pelo Partido Liberal (PL) e Republicanos.

O Boteco vai falar

Alguém falou em Ministério? Se você está acompanhando alguma notícia recente, conte um pouco mais para os frequentadores do Boteco da Alameda.

Então senhores (as) navegantes do Blog do Valdemir pega aí: a possibilidade de Mato Grosso ocupar o comando do Ministério da Agricultura, reflete a importância do Estado para a economia nacional.

Líder na produção brasileira de soja, milho e algodão, além de possuir o maior rebanho bovino do país, o Estado de Mato Grosso exerce influência direta sobre as discussões relacionadas ao abastecimento, as exportações e as competitividade do Agronegócio.

Nesse cenário, a escolha de um novo representante do Estado de Mato Grosso para comandar a pasta teria significado político e econômico.

A eventual indicação, porém, também dependeria da capacidade de articulação nacional do escolhido e de sua relação com as diferentes cadeias produtivas, que incluem agricultura empresarial, pecuária e agricultura familiar.

Pega aí: apesar das movimentações de bastidores, a formação de um eventual Ministério permanece condicionado ao resultado do segundo turno.

Por enquanto, dois nomes permanecem no campo das possibilidades: Mauro Mendes (UB) e Odílio Balbinotti Filho.

Não há confirmação de convite, indicação formal ou compromisso de Flávio Bolsonaro com qualquer um deles para o Ministério da Agricultura.

Segue o fluxo!

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA