POLÍTICA DO TOMA LÁ DÁ CÁ
Após enquadrar a sua suplente no Senado, Favaro está na tocaia… só tocaiando
Uma verdade seja dita: “o poder é efêmero“. Não se embriague com ele. Faça amigos, todo tempo terá o poder.
Qual o tamanho de um político mato-grossense diante dos fatos que exigem decisões extremamente importantes e impactantes em todos os sentidos nas últimas horas?
Alguns agentes políticos mostram que a política seria não se faz apenas do “toma lá dá cá”, é sim, de atitudes, do respeito a história, princípios éticos, ao cidadão eleitor, e acima de tudo republicano.
É fato que em Mato Grosso existe políticos que mantém lealdade a todos os princípios republicanos.
Em certo momento, se dividem, então tem que se posicionar, e decidir pelo caminho que se iniciou a vida pública, de onde recebeu apoio inicial para realizar seus sonhos, quando ninguém acredita, encontra guarida política, neste caso ao lado de “Lula”.
Vejamos os fatos que vem acontecendo.
A primeira suplente do Senador Carlos Henrique Baqueta Favaro do PSD, não optou pela lealdade, princípio e coerência, predicados em extinção na política moderna. Puxe pela consciência!
Tudo bem, tudo no script. A grande maioria dos políticos não vê apenas os louros do momento com o governo tanto estadual como federal em curso, eles têm um olhar de uma águia, visto o futuro que se aproxima, e certamente a história contará isso, sendo essa mesma história a maior testemunha do Coronel Assis, Abílio, Amália, Coronel Fernanda, Jayme Campos e tantos outros agentes políticos mato-grossenses, evidente que no presente tenham perdidos tanto afagos imediatos, menos a coerência, valor que nenhuma moeda corrente do mundo pode comprar. Cabeça erguida.
O Boteco da Alameda manda avisar: alguém pode até dizer: esse comentário é uma babada.
Para quem não conhece de política, pode até ser!
O Boteco da Alameda repete: para quem não conhece os meandros da política.
Alguns certamente aprendeu com seu mestre.
Após enquadrar Buzetti no Congresso
Na dança de cadeiras para a formação do futuro ministério de Luiz Inácio “Lula” da Silva, o Senador mato-grossense Carlos Favaro conseguiu enquadrar a sua primeira suplente Margareth Buzetti, assim ela assumirá a vaga do parlamentar no Senado Federal, caso venha ser o escolhido para assumir o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Deixando bem claro: terá que seguir as orientações do PSD e ainda atuar em rodízio com o segundo suplente José Lacerda, que futuramente assumirá sua vaga no Senado Federal.

Senhores navegantes, a bancada do PSD no Senado decidiu na semana passada dia 13, que o Senador do PSD pelo Estado de Mato Grosso, Carlos Favaro vai mesmo comandar o Ministério da Agricultura, e o Senador Alexandre Silveira (PSD-MG) ao ministério da Infraestrutura.
Então não me venham com mi-mi-mis. Os senhores agentes políticos, precisam manter coerência em relação ao seu discurso e as atitudes realmente formados. O que parece óbvio não é tão claro assim. O que é mostrado, por meio de belas entrevistas, não se traduz na prática. Para ficarmos em alguns pontos que temos insistentemente constatado: falta coerência.
Estranha mudança
Caros amigos leitores do Blog do Valdemir, a empresaria do ramo de pneus, Margareth Buzetti (PP), esteve em um evento das mulheres pró-Bolsonaro promovida pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes na sede do Partido União Brasil (UB) para fortalecer a reeleição do presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL).
O objetivo era reunir mulheres de todos os segmentos, donas de casa, empresárias, servidoras públicas, primeiras-damas municipais, vereadoras, prefeitas, vice-prefeitas e lideranças políticas do estado.
De acordo com a primeira-dama, a proposta do encontro é mobilizar todas as mulheres na reta final, ela ainda destacou a importância de reeleger Jair Bolsonaro.
Margareth Buzetti que atua no setor empresarial ressaltou na época, que a continuidade do presidente Jair Bolsonaro era fundamental para o desenvolvimento econômico da nação.
“Só com um setor produtivo forte temos a garantia da geração de emprego e renda. Enquanto o mundo mostra sinais de recessão, aqui estamos caminhando bem, e podemos surpreender. São muitas coisas que estão em jogo no Brasil, não é somente uma questão de direita ou esquerda. É muito mais. Pela primeira vez o brasileiro tem orgulho de mostrar a sua bandeira. E nós mulheres precisamos conversar sobre o futuro do nosso Mato Grosso e da nossa nação”, alertou Margareth.
Repentina mudança de tom
No ultimo dia 15, na cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos neste ano em Mato Grosso, e com reais chances de ocupar o cargo de Senadora em fevereiro, a empresária Margareth Buzetti amainou o tom de oposição ao presidente eleito diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse:
“Eu nunca fui uma bolsonarista de carteirinha, fanática, então não tenho problema em uma aproximação a Lula no Senado”.
Margareth Buzetti, primeira suplente na chapa do Senador Carlos Fávaro (PSD), exerceu o cargo neste ano durante os meses em que o titular trabalhou na campanha de “Lula” em Mato Grosso. No cargo, Buzetti demonstrou apoio ao presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e chegou a participar do coro dos bolsonaristas mais apaixonados.
Aí, o petista Lula venceu e Fávaro se tornou um dos cotados para assumir o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Porém, nos bastidores o grupo de Lula estaria cobrando uma postura mais amena de Margareth Buzetti ao futuro governo.

Na situação atual haveria desvantagem para o governo, já que seria trocado um apoiador de Lula por uma de Bolsonaro.
O Blog do Valdemir diz: Estranho mesmo nossa política, principalmente a mato-grossense. Por isso eu adoro o meu cachorro Bourne.
Para encerrar o grupo político do Boteco da Alameda manda mais uma: ao analisar como o eleitorado pode avaliar a aproximação da ex-bolsonarista a Lula, as bocas malditas afirmam que, fica clara a diferença entre discurso e prática na política de alguns agentes políticos.
O eleitor está muito atento a isso. Buzetti pode dizer o que quiser, menos alguém diferente da política tradicional.
Política
MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso
A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.
Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.
O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.
Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB), uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.
A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.
Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.
O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.
A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.
A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.
Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.
Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.
A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.
Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.
O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.
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