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VOLTA AS AULAS

Alô governador Mauro Mendes!!!

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Eitaaa meu Mato Grosso terra de Rondon, terra de guerreiros e vários líderes políticos, terra que quando se imagina que chegamos ao limite máximo dos absurdos com os quais convivemos diariamente, eis que surge o secretário de Educação do Estado de Mato Grosso (SES/MT) Alan Resende Porto, propondo a retomada das aulas presenciais para o dia 7 de junho.

Nada, absolutamente nada, contra A ou B, mas devemos atentar as seguintes situações: quem é que vai de proteção individual? Quem é que vai garantir as equipes de apoio que precisarão fazer uma higienização das escolas? Como vai montar nessas salas sem ventilação, a distância entre as pessoas?

Quer mais? Tem que trocar os equipamentos de proteção, como a máscara, de duas em duas horas. A população mato-grossense não tem dinheiro para levar esse kit de máscara para a escola e ficar trocando! Se 35% vão, os outros vão para onde? Quem são os que vão? A partir de que critérios?

É um conjunto de questões que o secretário objetivamente não está olhando. E cadê o nosso prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro (MDB) que é do contra? Vai se posicionar ou não.

Certamente se consultado vários infectologistas declinariam o retorno, devido estar mais atento ao que ocorre na terra de Rondon.

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Conforme a definição, do dia 31 de maio a 4 de junho será realizada a semana de acolhimento aos professores e alunos. A partir do dia 7 de junho, iniciam as aulas de forma híbrida, com revezamento entre os estudantes.

Na primeira semana do retorno as aulas, os alunos serão divididos em grupos e irão às aulas em dias alternados, sendo 50% cada dia. Do dia 7 a 11 de junho, o Grupo A vai assistir aula presencial e o Grupo B aula de forma não presencial ou online e por apostilas.

Na semana seguinte, do dia 14 a 18 de junho, os alunos do Grupo B farão aula presencial e os do Grupo A aula não presencial.

Sintep contra

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) se manifestou através de uma nota que é contra o retorno presencial sem que os profissionais estejam todos imunizados contra a Covid-19.

Em Assembleia Geral realizado pelos trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso, os profissionais decidiram permanecer em home office.

De acordo com o Sintep/MT, a decisão do governo é considerada “insana”, já que os professores ainda não foram vacinados contra a Covid-19.

Reafirmamos a defesa pela vida e não retornaremos as atividades presenciais, nas unidades escolares, sem a vacinação e completa imunização dos trabalhadores da Educação”.

Fiocruz

É de se preocupar com a conclusão de levantamento da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), considerada uma das instituições brasileiras de maior credibilidade, relativo ao perigo representado pela volta as aulas ensaiadas pelo governador mato-grossense.

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Pelas projeções da Fiocruz, o retorno dos estudantes as salas de aulas podem se transformar em verdadeiro catástrofe.

Na nota técnica a Fiocruz questiona a discussão sobre a retomada das atividades escolares no momento que aumenta os números de pessoas infectadas.

Alô governador Mauro Mendes!

Como vocês pensam em reativar os estabelecimentos de ensino justamente no momento da desmobilização de recurso da saúde e desmonte de hospitais de campanha.

Mauro Mendes, todo cuidado é pouco nessa hora. Governador, o senhor não deve desprezar os riscos reais que ocorre, pois pode ter de pagar preço muito alto mais na frente, caso se confirme pelo recomeço das atividades escolares para a parcela da população mais desprotegida.

Enfim, fica a esperança do que o jovem governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, que tem mais o que fazer, como por exemplo, lutar para que nós sejamos vacinados, aborte está péssima ideia, fruto de quem não tem o que fazer.

Então…adie governador!

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Política

A engenharia de bastidores que molda a “Grande Aliança” para a sucessão de 2026

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Uma movimentação política estratégica começou a redesenhar os rumos da sucessão governamental e das vagas parlamentares em Mato Grosso. Trata-se da articulação para a construção de uma ampla e robusta coligação partidária majoritária. Essa engenharia eleitoral visa unificar forças que outrora trilhavam caminhos distintos, neutralizar potenciais focos de oposição e garantir a manutenção da hegemonia do atual grupo governista nas esferas estadual e federal. O movimento altera a correlação de forças locais e redefine as prioridades dos principais diretórios partidários vigentes.

Os protagonistas dessa complexa negociação são o governador Otaviano Pivetta do partido Republicanos, o ex-governador Mauro Mendes (UB), o senador Jayme Campos (UB), e a deputada estadual Janaina Riva, legítima representante do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A parlamentar emedebista desempenha papel crucial ao conceder aval formal para que seu grupo político dialogue diretamente com o núcleo duro do governo. Essa iniciativa demonstra maturidade política e posiciona os quatro líderes como os grandes artífices do novo tabuleiro político mato-grossense, consolidando uma frente partidária de densidade eleitoral expressiva.

Essas tratativas de alta política ganharam contornos definitivos nas últimas semanas, intensificando-se à medida que se aproxima o calendário oficial estabelecido pela Justiça Eleitoral para o pleito de 2026. Embora as eleições ainda pareçam distantes do eleitorado comum, os prazos legais para filiações e desincompatibilizações exigem antecipação dos líderes. Esse cronograma rigoroso obriga as lideranças a definirem as diretrizes de suas respectivas legendas com antecedência, transformando o período atual no momento ideal para consolidações e acordos programáticos profundos.

As negociações ocorrem nos bastidores institucionais de Cuiabá, estendendo-se desde os gabinetes oficiais do Palácio Paiaguás e da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), até mesmo nos ambientes discretos de diálogo restrito na capital, conhecidos como o núcleo duro do Boteco da Alameda. Esses espaços, formais e informais, funcionam como verdadeiros laboratórios de engenharia política. Neles, mapas de votação municipal e projeções estatísticas são minuciosamente analisados pelos articuladores, garantindo que cada decisão tomada na capital ecoe com precisão em todas as regiões do Estado de Mato Grosso.

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O processo de construção dessa aliança ocorre por meio de reuniões reservadas, consultas jurídicas, telefonemas estratégicos e cafés discretos entre os principais interlocutores das siglas envolvidas. A aproximação dá-se de maneira gradual e calculada, com o objetivo claro de mitigar resistências internas e alinhar os discursos públicos das lideranças. Essa metodologia de concertação política prioriza a construção de consensos prévios sobre os projetos de desenvolvimento econômico estaduais, evitando desgastes precoces antes da oficialização das candidaturas em convenções partidárias.

A motivação central dessa articulação reside na “necessidade mútua de sobrevivência e fortalecimento político institucional” diante das fragmentações partidárias observadas no cenário regional. O MDB busca novos caminhos devido às severas resistências internas encontradas na ala bolsonarista do Partido Liberal (PL), liderada pelo Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e pelo deputado federal José Medeiros, que vetam uma composição com a deputada Janaina Riva. Esses vetos impulsionam a busca por alternativas viáveis que assegurem protagonismo à legenda emedebista.

O objetivo estratégico dessa coalizão é unificar a reconhecida eficiência administrativa do grupo governista atual à capilaridade municipal do MDB e à musculatura eleitoral conquistada por Mauro Mendes. Pretende-se estruturar uma chapa praticamente “IMBATÍVEL”, na qual as duas vagas ao Senado seriam disputadas por Mauro Mendes e Janaina Riva, enquanto a liderança ao governo estadual ficaria com Otaviano Pivetta ou Jayme Campos.

Busca-se, portanto, garantir estabilidade política e perenidade aos projetos de infraestrutura e desenvolvimento socioeconômico em andamento no Estado.

Essa arquitetura de “PODER” está sendo erguida mediante a fusão de interesses do União Brasil (UB), do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos. Além desses partidos, há um flanco aberto por interlocutores ligados a Otaviano Pivetta que defendem a inclusão da deputada Janaina Riva na vaga de vice-governadora. Essa proposta alternativa agregaria indiscutível presença regional e densidade eleitoral à chapa de Pivetta, consolidando o apoio definitivo de prefeitos e vereadores da base emedebista que endossam a liderança da parlamentar.

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Os desdobramentos imediatos dessa articulação política apontam para o isolamento das alas mais radicais da oposição e para a necessidade de reorganização interna dos partidos preteridos. O PL, dividido por vetos internos e disputas ideológicas, precisará reavaliar suas estratégias de isolamento para não perder espaço na disputa majoritária. Em contrapartida, as siglas aliadas à nova engenharia governista tendem a ampliar significativamente suas bancadas e suas influências no interior mato-grossense, fortalecendo as bases municipais para os desafios eleitorais vindouros.

O cenário atual exige atenção permanente e acompanhamento das próximas definições institucionais dos partidos, uma vez que as conversações de bastidores passarão a se refletir nos discursos públicos. Os discursos oficiais ainda priorizarão os princípios partidários e as defesas programáticas, enquanto os bastidores continuarão a selar as composições de chapas e a distribuição de espaços de “PODER”.

Resta observar como as bases partidárias absorverão essas acomodações, sabendo-se que as divergências políticas locais costumam ceder diante da iminente proximidade do poder econômico e político.

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