A PRIMEIRA DESISTÊNCIA
A preocupação e a estratégia de Pivetta para ganhar eleitores na pré-campanha
Faltando 132 dias para o primeiro turno das eleições deste ano, em 4 de outubro, três fatores movimentam o xadrez político da Capital na corrida ao Palácio Paiaguás.
Acompanhe as entrelinhas dos textos no contexto e verás o primeiro fator: a desistência na corrida da disputa 01 do Executivo Estadual.
O Boteco da Alameda pede passagem porquê, precisamos caminhar.
Segue o fluxo!
Segundouuu, caros internautas do Blog do Valdemir e não é que ao abrir as portas do Boteco da Alameda, logo cedo adivinha quem aparece, com cabelo arrepiado, parecendo que tinha o “Minhocão” ou até mesmo, “Negrinho D’água” (figuras mitológicas da baixada cuiabana, algo sobrenatural), ele mesmo o “Guri refestelado da Guarita”.
Mas não é para menos né? O nosso cenário político, em nosso “LINDO”, “QUERIDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, as coisas estão de deixar qualquer um, de cabelo em pé.
Existe uma lenda que as margens do Rio Cuiabá, sempre aparece uma mulher com um “Vestido de Noiva Linda”, mas que sempre desaparece, quando alguém tenta chegar próximo a ela.
Pela segunda vez consecutiva, a “Noiva de branco”, aparece, mas quando chega próximo da hora da verdade, some, desaparece sem deixar “rastro”, ficando somente uma lenda.
O “Guri refestelado da Guarita“, avisa: se continuar a brincar de aparecer e sumir, daqui um pouco a “Noiva de branco”, nem nas lendas, existirá mais.
Pois muito bem caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, é hora de conexão de política! Chegou o momento de realmente descobrir se realmente vai acontecer.

Conflito de interesse
A pré-candidata do PSD, diga-se Natasha Slhessarenko, defensora do governo Lula, se apresenta como independente.
Porém, todavia, contudo, nos últimos dias vem lutando contra si. Ou seja, vai evitar críticas ao governo do Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, que aglutina eleitorado de centro e da direita?
Em tese, Natasha deveria combatê-los. O que está ocorrendo?
Contra Pivetta pouco se contrapõe. Qual o motivo?
Leonardo Slhessarenko, irmão da pré-candidata ao Governo do Estado, Dr. Natasha, há vários anos conduz a gestão das empresas do Agronegócio de Otaviano Pivetta.
Hummm…, Entenderam? Não tem como a pré-candidata se pronunciar contra o governador Otaviano Pivetta, geraria um conflito de interesse.
Preocupação e a estratégia
O avanço dos pré-candidatos: Wellton Fagundes do Partido Liberal (PL), e o Capitão Jaymão do União Brasil (UB), nas pesquisas recentes, levou o governador Otaviano Pivetta a abandonar a cautela e adotar uma estratégia mais agressiva para a disputa eleitoral.
Pivetta estuda formas de reduzir a distância nas pesquisas. A estratégia vem acompanhada de preocupação em fazer com que iniciativas de sua gestão ganhem maior viabilidade junto a população algo que, na avaliação interna, ainda não ocorreu.
Segundo aliados, a estratégia do núcleo duro do Palácio Paiaguás passará por ajustar a comunicação e ampliar a presença do governador Otaviano Pivetta em agenda pública, numa tentativa de impulsionar a pré-campanha.
Ou seja: a arquitetura da campanha de Otaviano Pivetta não será um projeto estático, definido a priori nos gabinetes do Palácio Paiaguás ou da sede do União Brasil (UB), do Repúblicanos, do Podemos, ou de outros partidos aliados.
Será antes uma construção dinâmica e reativa, cujos alicerces, pilares e ornamentos serão moldados essencialmente por uma variável decisiva: a identidade do principal adversário, aquele com reais perspectivas de romper o primeiro turno e se apresentar como força antagônica no segundo turno.
A tática, o discurso, a composição de aliados e até a própria narrativa histórica que Otaviano Pivetta utilizará variação radicalmente conforme o oponente e ao seu núcleo ideológico.
Trata-se, portanto, de um plano de batalha com cenários absolutamente distinto, cada um demandando um Pivetta diferente.
Quais são as pautas consideradas prioritárias? Calma meu “pequeno gafanhoto”, já estamos a lhe informar: humanizar a linguagem do governador mato-grossense, ampliar presença em bairros populares, intensificar agendas na baixada cuiabana, reduzir excesso de linguagem técnica, aproximar-se de lideranças comunitárias, investir em marketing emocional e popular e principalmente, aumentar presença espontânea junto à população.
Nota de rodapé: se quiser chegar competitivo em 4 de outubro, Otaviano Pivetta precisará urgentemente sair do perfil técnico e entrar de vez no jogo do Boteco da Alameda: da comunicação política popular.
Certeza que será dia 25?
O Supremo Tribunal Federal (STF) entende que a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal, deve respeitar a contemporaneidade, evitando antecipação excessivas.
Em 2026, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) anularam eleição antecipada para o Biênio 2027/2028, reforçando que a votação deve ocorrer a partir de outubro de 2026. O STF anulou a eleição da Mesa Diretora de Vadjú.
“O STF firmou diretrizes vinculante de que o mês de outubro antecedente ao início do mandato para cargos diretivos do Poder Legislativo constitui marco temporal a ser observado pelos respectivos entes da Casa na regulamentação e realização de eleição“.
Nota de rodapé: ministro Dias Toffoli anulou eleição da Câmara de Vadjú para o Biênio 2027/2028.

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular a reeleição de Wanderley Cerqueira (MDB), os edis cuiabanos, tem certeza que haverá eleição da Mesa Diretora em Cuiabá?
O Boteco da Alameda acredita que dificilmente haverá, mas para responder aos navegantes do Blog do Valdemir, lá vem ele…, o menino do Alvorada, que faz tempo que não cutucamos: Abilinho.
“Pela aquela decisão (Várzea Grande) e baseado na ação do Supremo Tribunal Federal, que achou isso com repercussão geral, eu acredito que, a Câmara (de Cuiabá) fizer a eleição agora, no dia 25 de agosto vai ser judicializado provavelmente…“.
E aí, tem certeza que será dia 25 de agosto?
Segue o fluxo!
Política
Nova Mesa Diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá para o Biênio 2027/2028
A Câmara Municipal de Cuiabá definiu, nesta terça-feira, sua nova composição de comando para o Biênio 2027/2028. O vereador Ilde Taques (Podemos) foi eleito presidente da Casa de Leis com os 27 votos dos parlamentares presentes, alcançando unanimidade em um processo eleitoral marcado pela ausência de disputa e pela consolidação de um amplo bloco de apoio político.
A eleição respondeu à principal questão do processo legislativo: quem comandará o Poder Legislativo Municipal nos próximos dois anos. Além da escolha de Ilde Taques para a Presidência, a nova Mesa Diretora será composta por Eduardo Magalhães como primeiro vice-presidente, Maria Avallone como segunda vice-presidente, Adevair Cabral como primeiro-secretário e Michelly Alencar como segunda-secretária.
O pleito ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, sede oficial do Parlamento da Capital Mato-grossense. O resultado reafirma a força das articulações políticas construídas ao longo dos últimos meses e estabelece uma nova configuração administrativa para conduzir os trabalhos legislativos até o encerramento do Biênio.
A votação foi realizada sem concorrência, uma vez que apenas a chapa liderada por Ilde Taques foi registrada dentro do prazo regimental. Dessa forma, o parlamentar chegou à eleição em condições favoráveis, reunindo previamente a maioria necessária para assegurar a vitória e evitar o surgimento de candidaturas adversárias.
A definição do novo presidente ocorreu após um período de intensas negociações políticas envolvendo diferentes grupos representados na Câmara Municipal. Nos meses anteriores à eleição, lideranças parlamentares realizaram diversas articulações com o objetivo de formar blocos e consolidar apoios em torno dos nomes colocados para a disputa da Mesa Diretora.

A unanimidade alcançada por Ilde Taques foi resultado direto da convergência construída entre os vereadores. Nenhum parlamentar se manifestou contrariamente à candidatura vencedora, demonstrando um cenário de consenso político pouco comum em eleições internas do Legislativo e evidenciando a capacidade de articulação do grupo que sustentou sua candidatura.
O processo sucessório também foi influenciado pela impossibilidade de recondução da então presidente Paula Calil (PL). A permanência da parlamentar no cargo dependia de alterações no Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, medida que não avançou. Com isso, o cenário político passou a favorecer a construção de uma nova alternativa para a Presidência da Casa de Leis.
Paralelamente, o grupo político ligado ao prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) avaliou diferentes estratégias para a eleição. Na segunda-feira (5), o chefe do Executivo Municipal reuniu vereadores alinhados à sua base e optou por liberar os aliados para que decidissem individualmente seus votos.
A decisão ocorreu após a constatação de que não havia apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva contra Ilde Taques.
Antes da sessão decisiva, Ilde Taques já anunciava o apoio de pelo menos 15 vereadores entre os 27 integrantes do Parlamento Municipal. Durante as articulações realizadas nos meses anteriores, a adesão da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que deixou de apoiar Dilemário Alencar (UB), contribuiu significativamente para fortalecer o bloco político que sustentou a candidatura vencedora.
O reconhecimento da vitória tornou-se público ainda na véspera da eleição, quando o prefeito Abilio Brunini declarou que a escolha de Ilde Taques era praticamente inevitável.
“O Ilde é o próximo presidente da Câmara Municipal. Isso não tem dúvida, isso é certo”, afirmou.
Após a definição do resultado, o prefeito ressaltou que manterá o diálogo institucional com o novo presidente, reforçando a importância da harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo para a condução das pautas de interesse da população cuiabana.
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