ÚLTIMA RODADA DO MATO-GROSSENSE 2025
CEOV vence Luverdense no encerramento da 8ª rodada
Neste domingo (16), jogando no Estádio Passo das Emas, o Clube Esportivo Operário Várzea-grandense (CEOV) venceu o Luverdense por 1 a 0, pela última partida da 8ª rodada do Campeonato Mato-grossense da 1ª Divisão de 2025. Sidney tentou um chute forte na intermediária, mas a bola bateu na trave e sobrou nos pés de Guilherme Teixeira, que deu a assistência para Caio Vinicius abrir o placar para o Chicote da Fronteira aos 21 minutos do segundo tempo.
O time da cidade de Lucas do Rio Verde, Luverdense chegou a 5 jogos sem vencer no campeonato. A equipe é penúltima colocada, com apenas 5 pontos, e está fora da zona de classificação. Por outro lado, não possui risco de rebaixamento, tendo em vista que a Academia de Rondonópolis já sacramentou a queda para a segundona.
Já o Operário chegou a 16 pontos e assumiu a liderança do campeonato, e ultrapassa o Mixto e está ainda invicto no torneio, já garantido na segunda fase. No entanto, ainda tem que garantir matematicamente a vaga direta na semifinal.
Próximos jogos
Na próxima e última rodada da primeira fase, o Luverdense visita o Academia, que já está rebaixado. O jogo será a partir das 15h30 no dia 22, no Estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis. Já o Operário encerra a participação na primeira, já que folga na última rodada. E aguarda para saber em qual posição irá terminar.
Confira os detalhes dos jogos da 9ª e última Rodada da 1ª Fase do Campeonato Mato-grossense da 1ª Divisão de 2025!

ESPORTES
Brasil vence Egito no último amistoso antes do Mundial
Jogando para um público de mais de 64 mil torcedores, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira, no Huntington Bank Field, em Cleveland, e em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos; a Seleção Brasileira de Futebol derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), com gols de Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a Seleção do Egito.
Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa do Mundo, contra o Haiti.
Na sua sétima vitória sobre os egípcios, em sete confrontos, a Seleção Brasileira utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.
O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção Brasileira não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.
A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.
A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.
No intervalo, a Seleção Brasileira promoveu várias alterações, assim como Carlo Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.
Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.
Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.
Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.
BRASIL 2 x 1 EGITO
Competição: amistoso
Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)
Renda: não divulgada.
Público: 64.311 espectadores
Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).
Cartão amarelo: Marquinhos e Hany
Árbitro: Adonai Escobedo (México).
Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México).
VAR: Carlo Rivero (México)
BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).
Treinador: Carlo Ancelotti
EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’).
Treinador: Hossam Hassan.
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