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NA GALERIA DE PREFEITOS

Kalil inaugura galeria de prefeitos e homenageia Lucimar Campos

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Exortando o fato de a ex-prefeita Lucimar Sacre de Campos ter seu nome inscrito na história de Várzea Grande pela gestão executada, o Prefeito da Cidade Industrial, Kalil Sarat Baracat de Arruda (MDB), inaugurou a galeria de prefeitos da segunda maior cidade do Estado de Mato Grosso e lembrou que a história é importante para que as pessoas saibam daqueles nomes que se dedicaram à Várzea Grande e a sua gente e trabalharam por uma qualidade melhor de vida.

Hoje, Várzea Grande está fazendo justiça para com uma das melhores gestoras de sua história. A prefeita Lucimar Sacre de Campos, assumiu em condições adversas, mas soube com o toque feminino, de suavidade das mulheres, promover uma gestão humanizada e de realizações quando a igualdade entre as pessoas é uma das principais condições do nosso dia a dia, frisou Kalil Baracat.

Ele frisou que a homenagem não está no quadro da galeria que homenageia também outras importantes e fundamentais lideranças da história de Várzea Grande, mas sim no reconhecimento histórico da gestão Lucimar Sacre de Campos para a cidade e sua gente.

Eu me encontro entre duas mulheres. Minha avó, Sarita Baracat que também foi prefeita, aliás a primeira a administrar Várzea Grande e a prefeita Lucimar Sacre de Campos que me recebeu e me deu a significativa condição de poder sucedê-la e poder trabalhar pela minha terra natal, ressaltou Kalil Baracat.

O prefeito varzea-grandensse inaugurou galeria dos prefeitos e homenageou a prefeita Lucimar Sacre de Campos, que teve sua foto oficial afixada junto a dos demais gestores de Várzea Grande.

A solenidade ocorreu no Paço Couto Magalhães, com a presença dos também ex-prefeitos Jayme Veríssimo de Campos (Senador da República), João Madureira dos Santos e Antônio Gonçalo Pedroso “Maninho” de Barros.

E seu discurso, Kalil Baracat destacou a satisfação e gratidão em suceder a Lucimar Campos no comando da Administração Municipal.

Na política, duas mulheres são importantes na minha vida. A prefeita Sarita, que também faz parte dessa galeria, e a prefeita Lucimar. Aprendi muito com ela. Ela me deu duas oportunidades em ser secretário de Desenvolvimento Urbano e de trabalhar aqui ao lado dela, como secretário de Governo. Tive a honra de sucedê-la e estou dando continuidade às ações que a senhora fez, a senhora que teve uma aprovação da administração de mais de 80%, o que é o reconhecimento da população. E é ainda mais justo o quadro da senhora na galeria, ainda mais uma mulher prefeita que vai deixar história, vai ser reconhecida por várias gerações, tenha certeza disso”.

O prefeito também fez questão de lembrar importantes obras feitas na gestão anterior e que têm tido continuidade em seu mandato, tudo com o intuito de melhorar a vida de todos os várzea-grandenses.

A senhora fez mais de 250 quilômetros de asfalto. Nós vamos fazer mais de 250 km de asfalto. Estamos continuando as obras na Educação, investimentos na Saúde. A senhora começou lá atrás a construir uma Estação de Tratamento no Cristo Rei que resolveu todo o problema de água daquela região. Estamos fazendo outras obras que vão resolver o problema da cidade, é um compromisso nosso e do meu vice-prefeito José Hazama, entregar até 2024 o problema da água resolvido, asseverou.

Visivelmente emocionada, a ex-prefeita Lucimar Campos agradeceu a homenagem e reconhecimento.

Quero realmente agradecer este momento que Deus está nos dando. Um momento com todos vocês, com aquele que foi meu secretário, que me ajudou tanto, que ia lá com os problemas e com as soluções. E veja hoje que prefeito bom! Que prefeito que tem seriedade e responsabilidade para estar a frente de todos nós, disse se dirigindo a Kalil Baracat.

De acordo com Lucimar Campos, foi muito importante para ela ser Prefeita de Várzea Grande, ainda mais com um time de secretários e servidores, dentre os quais destacou o atual prefeito, que foi seu secretário de Desenvolvimento Urbano e de Governo.

Esteve ao meu lado lutando, levando tudo o que nós pudéssemos levar para a nossa cidade de Várzea Grande e nossa gente, afirmou.

O Senador Jayme Veríssimo de Campos se mostrou feliz pela esposa, destacando que a homenagem é fruto da escolha do povo e do seu bom trabalho enquanto gestora.

Na sua gestão de prefeita, fez um mandato pelo qual é reconhecida hoje por toda população várzea-grandense e de Mato Grosso. E isso é motivo da homenagem à minha esposa Lucimar, que também fica registrada indelevelmente na história deste município”.

Jayme Campos aproveitou ainda para enaltecer a administração atual que, segundo ele, tem procurado atender demandas historicamente reprimidas da cidade.

Vossa excelência está de parabéns pelo trabalho que vem desenvolvendo na nossa cidade junto com essa equipe maravilhosa de secretários e colaboradores. Não tenho dúvida alguma de que em boa hora a prefeita Lucimar junto com nosso grupo político escolheu o Kalil porque ele é um jovem que eu tenho como um filho, na medida em que é um moço responsável, trabalhador, honesto e que hoje seu trabalho também tem sido reconhecido pela sociedade várzea-grandense”, enfatizou.

Estiveram presentes na cerimônia o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e Turismo, César Miranda; a presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Várzea Grande, Vilma Félfile; os secretários municipais Alisson Baracat Salgado (comandante da Guarda Municipal), Anderson Do Nascimento Silva (Administração), Célio Santos (Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável), Edson Roberto da Silva (Controladoria-Geral), Giorgio Antônio de Barros Gomes (chefe de gabinete), João Carlos Cardoso (Planeamento), Jomas Fulgêncio de Lima Júnior (Procuradoria-Geral), Juarez Toledo Pizza (Previvag), Luiz Celso Moraes de Oliveira (Viação e Obras) e Lucinéia dos Santos Ribeiro.

Também compareceram os vereadores Sargento Galibert, Alessandro Moreira da Silva, Cleyton Nassarden Guerra “Sardinha”, Professora Eucaris, Pablo Pereira, Paulo Silva e Rosy Prado.

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O avanço das facções no processo eleitoral brasileiro e os mecanismos de salvaguarda da soberania popular

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O avanço silencioso e coordenado do crime organizado sobre as estruturas democráticas brasileiras atingiu um patamar sem precedentes, mobilizando os mais altos escalões da segurança pública. Agências de inteligência estaduais e federais detectaram indícios consistentes de que facções criminosas operam de forma sistemática para interferir nos processos eleitorais do país. O fenômeno, que corrói os alicerces da representatividade popular, manifesta-se por meio de financiamentos espúrios e pressões territoriais que ameaçam a lisura dos pleitos.

Os principais agentes institucionais no enfrentamento dessa ameaça são o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado. Sob a liderança do procurador regional eleitoral Fabrizio Predebon da Silva, as autoridades buscam compelir os presidentes dos diretórios partidários a assumirem a corresponsabilidade pela integridade das urnas. Do outro lado da linha investigativa, encontram-se lideranças de facções de atuação nacional e agentes políticos suspeitos de conivência, como o ex-parlamentar cuiabano Paulo Henrique.

A eclosão dessas investigações ganhou urgência no cenário contemporâneo, culminando em determinações drásticas para o atual calendário eleitoral. O Ministério Público fixou um prazo peremptório de vinte dias para que as legendas comprovem a adoção de mecanismos internos de controle e fiscalização. Esse monitoramento temporal intensificou-se após os desdobramentos de operações deflagradas entre os anos de 2022 e 2024, cujos reflexos moldam as estratégias de contenção que vigem de forma imediata no pleito deste ano.

Embora o epicentro das recentes ações ostensivas localize-se em Mato Grosso, especialmente na capital, Cuiabá, os tentáculos desse ecossistema criminoso estendem-se por 9 Estados das 5 regiões geopolíticas do território nacional.

Áreas periféricas e comunidades vulneráveis, anteriormente submetidas apenas ao monopólio da violência física, tornaram-se zonas de exclusão eleitoral.

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Nesses locais, a soberania do Estado é posta à prova à medida que o crime delimita onde as campanhas políticas legítimas podem ocorrer.

O modus operandi das organizações criminosas estruturou-se de forma sofisticada, migrando da coerção física explícita para a infiltração econômica e partidária de alta complexidade. O Comando Vermelho, conforme apontam os inquéritos, utiliza recursos bilionários oriundos do tráfico de entorpecentes para irrigar campanhas eleitorais de aliados seletos. Paralelamente, esquemas de lavagem de dinheiro em eventos festivos e a cooptação de servidores públicos servem de ponte para legalizar o trânsito de capitais ilícitos dentro dos partidos.

A motivação subjacente a essa ousada estratégia expansionista reside na necessidade das facções de garantir blindagem jurídica e ampliar sua influência política. Ao eleger quadros favoráveis aos seus interesses, o crime organizado busca facilitar a liberação de alvarás, interferir em licitações públicas e obter informações privilegiadas sobre operações policiais. Esse domínio institucional assegura a perenidade de suas atividades logísticas no mercado internacional de drogas, transformando o poder político em um escudo corporativo eficaz.

A magnitude do desafio reflete-se em estatísticas alarmantes que dimensionam a capilaridade do problema em âmbito federativo. Atualmente, o Brasil contabiliza quase cem organizações criminosas ativas no interior de presídios estaduais e federais, muitas das quais comandam as fraudes externas. Somente no cenário municipal de Mato Grosso, o Ministério Público e o Gaeco passaram a escrutinar minuciosamente mais de vinte candidaturas sob suspeita de contaminação financeira, indicando um volume expressivo de capital injetado nas urnas.

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As consequências dessa ingerência criminosa recaem diretamente sobre a sociedade civil, que vê o direito constitucional ao voto livre ser severamente mitigado. O destinatário final das medidas assecuratórias do Ministério Público Federal é o próprio eleitorado, cuja soberania depende de um ambiente imune a coações.

A desestabilização provocada por essas infiltrações atinge a legitimidade das instituições democráticas, transformando mandatos populares em extensões de interesses corporativos de sindicatos do crime.

A reação estatal instrumentaliza-se por meio de recomendações técnico-jurídicas rigorosas e da exigência de mecanismos rígidos de governança corporativa pelas legendas. O Ministério Público Eleitoral orientou os partidos a instituírem comissões internas de auditoria destinadas a analisar minuciosamente o histórico socioeconômico, patrimonial e territorial de seus filiados. Exige-se, ademais, a apresentação de certidões criminais de todas as instâncias judiciais e a exclusão sumária de indivíduos vinculados ao crime.

O cenário futuro dependerá da resolutividade dos órgãos de controle ante as respostas que os Diretórios Partidários apresentarão ao término do prazo legal. Caso as agremiações negligenciem as recomendações, o descumprimento será convertido em elemento probatório substancial em futuras ações de perda de mandato e responsabilização civil.

A manutenção do sigilo absoluto sobre os inquéritos em curso visa garantir que as próximas fases de repressão desarticulem por completo os núcleos políticos dessas facções.

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