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O potencial da inteligência artificial na saúde

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Autor: Marcelo Carreira*

O surgimento da Inteligência Artificial (IA) na área da saúde foi inovador, remodelando a forma como diagnosticamos, tratamos e monitoramos os pacientes. Essa tecnologia está melhorando drasticamente os resultados, produzindo diagnósticos mais precisos e permitindo tratamentos mais personalizados. A capacidade da IA ​​de analisar rapidamente grandes quantidades de documentação clínica ajuda os profissionais do setor e médicos a identificar marcadores e tendências de doenças que, de outra forma, seriam ignorados.

As aplicações potenciais de IA e assistência médica são amplas e abrangentes, desde a digitalização de imagens radiológicas para detecção precoce até a previsão de resultados de registros eletrônicos de saúde. Ao alavancar a inteligência artificial em hospitais e clínicas, os sistemas de saúde podem se tornar mais inteligentes, rápidos e eficientes na prestação de cuidados a milhões de pessoas em todo o mundo.

As possíveis implicações da inteligência artificial na área da saúde são realmente notáveis. Espera-se que ela desempenhe um papel importante na redefinição da maneira como diagnosticamos doenças, desenvolvemos tratamentos e até mesmo as prevenimos completamente. Ao usá-la, os profissionais podem tomar decisões mais assertivas com base em informações mais precisas – economizando tempo, reduzindo custos e melhorando o gerenciamento geral de registros médicos. Desde a identificação de novos tratamentos contra o câncer até a melhoria das experiências dos pacientes, a IA na área da saúde promete ser uma virada de jogo – abrindo caminho para um futuro em que os pacientes recebam atendimento e tratamento de qualidade com mais rapidez e precisão.

A inteligência artificial na área da saúde está mudando muitos dos aspectos administrativos da assistência médica. Ao automatizar tarefas comuns, como entrada de dados, processamento de sinistros e agendamento de consultas, o uso de IA pode liberar tempo para que os provedores se concentrem no atendimento ao paciente e no gerenciamento do ciclo de receita. Além disso, a tecnologia também tem o potencial de reduzir o erro humano, fornecendo uma maneira mais rápida de revisar registros de saúde, processamento de reclamações e resultados de testes.

Com a inteligência artificial dando aos profissionais médicos mais autonomia sobre o processo de fluxo de trabalho, eles podem fornecer um atendimento de melhor qualidade ao paciente, mantendo a eficiência do orçamento. A capacidade da IA ​​de fornecer resultados melhores e mais rápidos está remodelando a maneira como os profissionais de saúde prestam atendimento, tornando possível para eles dedicar mais tempo e recursos aos seus pacientes.

Ao automatizar tarefas administrativas mais operacionais, a inteligência artificial pode ajudar os profissionais médicos a economizar tempo e dinheiro, ao mesmo tempo em que lhes dá mais autonomia sobre o processo de fluxo de trabalho.

O futuro do uso de inteligência artificial na área da saúde é, sem dúvida, brilhante e cheio de possibilidades para mais inovações. Na medida em que avançamos para um mundo digital mais conectado, o uso da IA ​​ se tornará um ativo inestimável que poderá remodelar a forma como os médicos tratam os pacientes e prestam cuidados. Com um potencial tão grande, fica claro que seu uso traz a promessa de um amanhã repleto de avanços e experiências aprimoradas para os pacientes.

O maior desafio da IA ​​na área da saúde não é se as tecnologias serão capazes o suficiente para serem úteis, mas sim garantir sua adoção na prática clínica diária. Com o tempo, os profissionais podem migrar para tarefas que exigem habilidades humanas únicas, e que exigem o mais alto nível de função cognitiva. Talvez os únicos profissionais de saúde que perderão todo o potencial da IA ​​na área da saúde sejam aqueles que se recusam a trabalhar junto com a tecnologia.

*Marcelo Carreira, vice-presidente Go-To-Market América Latina da Access

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Artigos

Comunicar também é uma prática de responsabilidade ESG

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Autora: Dayane Nascimento*

Durante muito tempo, as empresas acreditaram que precisavam criar diferenciais para conquistar espaço no mercado. A experiência que vivemos na Cartê entre 2025 e 2026 mostrou exatamente o contrário: os diferenciais já existem, o verdadeiro desafio é fazer com que eles sejam reconhecidos.

Há um ano publicamos nosso Manual de Boas Práticas e Compromissos ESG. Mais do que um documento institucional, ele representou a decisão de tornar públicos todos os princípios que já orientavam nossa forma de trabalhar, de nos relacionar com clientes, fornecedores e colaboradores.

Antes mesmo da formalização, práticas como respeito às pessoas, ética nas relações, transparência, combate ao assédio, uso responsável da inteligência artificial e atenção ao bem-estar da equipe já faziam parte da nossa rotina. Elas existiam. Apenas não estavam organizadas e comunicadas de maneira clara.

Essa talvez seja uma realidade comum em muitas empresas. Bons processos, valores sólidos e diferenciais importantes permanecem invisíveis simplesmente porque ninguém os comunica de forma estruturada. Ao transformar esses compromissos em um documento público, percebemos que o manual passou a cumprir diferentes papéis.

Internamente, o documento se se tornou uma referência para orientar comportamentos e apoiar decisões. Externamente, passou a demonstrar, de forma objetiva, quais princípios sustentam nossa atuação, ou seja, nosso manual de boas práticas deu visibilidade à cultura que já existia. E isso faz a diferença.

Ao longo desse primeiro ano, percebemos que a formalização dos compromissos também abriu oportunidades permanentes de comunicação. Sempre que falamos sobre nossas práticas, reforçamos aquilo que acreditamos e mostramos como esses valores estão presentes no cotidiano da empresa.

Em um ambiente de negócios cada vez mais atento à transparência e à responsabilidade, comunicar valores deixou de ser um exercício de marketing. Tornou-se uma forma de fortalecer relações de confiança. Essa confiança não nasce apenas dos discursos, ela é construída pela coerência entre aquilo que a empresa diz e aquilo que efetivamente pratica. Quando existe consistência, a comunicação apenas revela o que já acontece todos os dias.

Talvez esse tenha sido o maior aprendizado desse primeiro ano: não basta fazer o certo. É preciso tornar esse compromisso visível para quem escolhe caminhar ao nosso lado. Nesse sentido, a comunicação do que estamos fazendo não segue o caminho da “autopromoção“, pelo contrário, a proposta é prestar contas, compartilhar responsabilidades e permitir que nossos stakeholders conheçam os princípios que orientam cada decisão.

Ao olharmos para esse primeiro ano, entendemos que o Manual de Boas Práticas e Compromissos ESG continua sendo menos um ponto de chegada e mais um compromisso permanente de manter nossos valores vivos, praticados e, principalmente, transparentes.

Esse movimento acompanha uma transformação mais ampla no ambiente empresarial. Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae, 2023), cerca de 70% das micro e pequenas empresas brasileiras já desenvolvem alguma prática ESG, sinalizando que responsabilidade, transparência e boa governança deixaram de ser temas exclusivos das grandes organizações e passaram a integrar a estratégia de negócios de empresas de todos os portes.

Na Cartê, essa experiência reforçou uma convicção que seguirá orientando nossa atuação. A coerência entre aquilo que a empresa acredita, pratica e comunica fortalece a cultura organizacional, gera confiança e consolida relações mais sólidas. Afinal, reputação não nasce do discurso, mas da consistência entre palavras e atitudes!

*Dayane Nascimento, consultora marketing com formação na UFMT, especialista em economia comportamento pela ESPM/SP e empresária.

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