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Mini abdominoplastia ou Abdominoplastia, qual a mais indicada?

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Autor: Benedito Figueiredo Junior*

Antes de tudo vamos entender a diferença entre a mini abdominoplastia e a abdominoplastia clássica. Tanto uma quanto a outra são cirurgias plásticas indicadas para retirar e corrigir o excesso de pele do abdômen.

Mas vamos entender as 2 técnicas a começar pela Abdominoplastia clássica. Neste procedimento o cirurgião, geralmente retira muita pele, amarra a musculatura até a parte superior do abdômen, remodela o umbigo e trata flacidez acentuada. É indicada para pessoas que já perderam muito peso, como no caso de quem fez dietas severas ou bariátricas, ou ainda para mulheres que, após a gestação, ficaram com a região da barriga muito flácida.

No caso de ser a abdominoplastia o corte é feito de uma ponta a outra do quadril, por onde são retirados os excessos de gordura, tecidos e pele do local.

Já na Mini abdominoplastia, o foco é a flacidez leve, visto que a retirada de pele é menor e apenas a musculatura abaixo do umbigo é amarrada, geralmente não mexe no umbigo. A incisão é feita sobre a região pubiana e pode ser feita ainda, uma lipoaspiração para eliminar gordura. É mais recomendada para quem está em processo de envelhecimento, ou hereditariedade, ou gestações ou oscilações de peso.

Mesmo o pós-operatório da mini abdominoplastia ser mais rápido que uma abdominoplastia clássica é recomendada o uso de cinta abdominal por 30 dias, evitar esforços, ficar levemente curvado nos primeiros 15 dias para evitar abertura dos pontos, dormir de barriga para cima

Beber muito líquido e evitar cigarro e bebidas alcoólicas.

Ainda assim pode ocorrer Infecção da cicatriz; Reabertura dos pontos; Formação de seroma; Hematomas.

Lembre-se antes de se submeter a qualquer um dos procedimentos converse com seu médico cirurgião plástico habilitado e veja qual a indicação para seu caso.

*Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266.

– Email: [email protected]

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Trabalho: caminho que constrói futuro

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Autor: Janguiê Diniz*

Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo.

O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental.

Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes.

Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo.

Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre a importância do trabalho, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

*Janguiê Diniz Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular.

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