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NOMES PARA 2024 PODE NAUFRAGAR

Eleições de 2024 vai opor PT aos aliados em Cuiabá

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Domingão é dia de tranquilidade, paz, descanso, sossego e assistir ao jogo do Palmeiras (infelizmente não teremos o melhor time do Brasil em campo), afinal a segunda-feira logo chega e é preciso recarregar as energias para enfrentar mais uma semana. Por isso aproveite bem esse momento fazendo o que te deixa feliz e ficando muito bem informado com os frequentadores do Boteco da Alameda. Segue o fluxo!

Não poderíamos iniciarmos esse domingão sem ele, o meu “AMIGO” da Rua Joaquim Murtinho, o emedebista Nenel Pinheiro, para apimentar esse dia que promete.

Nos últimos sete anos é sempre assim: toda eleição começa com a formação de uma frente para derrubar o meu amigo da Rua Joaquim Murtinho, depois é candidato prá todo que é lado.

Só o Partido dos Trabalhadores (PT) tem dúvidas no longo caminho a ser percorrido para construir uma candidatura: a Federação Brasil Esperança, formada pelo PT, PV e PCdoB; a decisão de Nenel Pinheiro em apoiar o seu vice José Roberto Stopa (PV); o jogo de 2024, que traz no seu bojo os interesses das eleições de 2026, para governador e presidente da República; o ministro Carlos Favaro que vislumbra candidatura ao Palácio Paiaguas.

Além disso tudo, o partido parte em desvantagem nas articulações políticas diante de adversários regionais e ainda por cima, há o desafio de combater a alta rejeição a legenda em Cuiabá. Na moral: o partido traça estratégia para estruturar alianças.

Assim sendo, o desejo de lançar candidatura própria por parte de alguns pode naufragar. Voltamos a repetir: acordos firmados durante as eleições de 2022, que resultaram na vitória de Lula sobre o então presidente Jair Bolsonaro, deixará o PT fora da disputa no maior colégio eleitoral de Mato Grosso: Cuiabá.

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Nesse caso, o Partido dos Trabalhadores (PT) buscará indicar o candidato a vice-prefeito. Segue o fluxo!

É sempre assim

Mal começou o ano como já publicamos aqui várias vezes, o tabuleiro político das peças começou a se mexer para a sucessão de Cuiabá.

Os arranjos procuram faz oito meses um nome capaz de enfrentar o candidato apoiado por Nenel Pinheiro, que tem um capital em torno de 20% dos votos.

Publicamos que o polêmico deputado federal Abílio Jaques Brunini, do Partido Liberal (PL), seria um nome capaz de enfrentar o candidato do Palácio Alencastro em pé de igualdade, mas o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro não quer perder o controle da cidade.

É óbvio que na política, inúmeros adversários se unem se armando para uma possível vitória futura quando nenhum dos lados têm condições de alcançá-lo sozinho. Pegou aí?

Então pega essa: tudo que publicamos aqui são apenas análises, estudos e experiência do nosso editor que tem 40 anos em política e que os políticos experientes, jornalistas e analistas nos conta nos bastidores dos corredores palacianos.

Não é objetivo desconstruir e nem atacar ninguém, independentemente de nossas escolhas pessoais. Fonte segura nos informou que alguém estaria desconsolado e desencorajado a enfrentar a disputa porque estaria sendo descontruído e atacado por todos os lados.

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É a luta política, nela só entra quem se sente preparado para enfrentá-la em tudo aquilo que ela acarreta.

Nota do Boteco da Alameda

Em relação ao PSB em Mato Grosso, liderado pelo deputado estadual, Max Joel Russi, continuará na base do governador e líder do União Brasil (UB), Mauro Mendes, e irá apoiar o candidato que o Palácio Paiaguas indicar.

Sobre especulação de caminhar com o PT no pleito eleitoral de 2024 é balela. É a mesma coisa que o tal de um time da Gávea do Rio de Janeiro vai conquistar o título da Libertadores de 2023 (já foi eliminado), assim também essa especulação, tá eliminada.

O dirigente do PSB, o deputado estadual Max Russi, apenas, disse que tem simpatia pelo deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Ludio Cabral. Isso não quer dizer que podem caminhar junto, só se Ludio apoiar o candidato do Mauro, aí não será especulação.

Vamos que vamos, amanhã é segundona e tem mais ainda.

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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