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UMA TÁTICA ERRADA DE TRABALHAR

Bastidores da pré-campanha em Cuiabá tá pegando fogo

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Ah! Uuuum no meio do turbilhão, com o circo pegando fogo, com o buraco até o pescoço, a coluna do Boteco da Alameda tá de volta! Quentinha e cheinha dos bastidores para apimentar mais o caldo de peixe que já está fervendo.

Estavam com saudades? Nós também caros amigos e leitores do Blog do Valdemir. Esteja você no olho do furacão, na ilha da banana, segura a peruca que lá vem a turma do Boteco da Alameda.

Eita lasqueiraaa, os bastidores da pré-campanha tá pegando fogo e até o final das convenções partidárias muuuitas novidades vão vir por aí. Coluna do Boteco da Alameda conta tudo o que rola, desenrola e enrola de novo.

Debate raso

Como o eleitor não é exigente, o debate na pré-campanha é raso, quase uma encrenca em que nada contribui com o processo eleitoral que se avizinha e, menos ainda com a democracia, que não se expressa apenas no voto.

A troca de “farpas” entre os pré-candidatos à Prefeitura de Cuiabá não é apenas inoportuna. Depõe contra os concorrentes que precisam demonstrar capacidade criativa, espírito público, compromisso com as mudanças que a sociedade espera a cada eleição e que sempre fica para depois.

A coisa piora ainda mais quando, esse resquício de atraso intelectual e político envolve figuras importantes da política cuiabana. Mesmo em campos opostos, um líder político não pode se envolver em contendas mesquinhas.

O debate público exige grandeza, impessoalidade, bom senso. É ação, tolerância, resiliência, acertar ideias contrárias.

Ser um adversário não é ser inimigo e isso vale para todos os pré-candidatos e seus apoiadores, hoje focados na crítica vazia e na desconstrução dos adversários.

Domingo

No domingo (16), os frequentadores do Boteco da Alameda se reuniram com alguns dos analistas políticos amigos para discutir a conjuntura política local. Em pauta, quem seria o melhor prefeito para a capital de todos os mato-grossenses.

Todos querem saber quem teria os melhores projetos para a área de Habilitação, Segurança Pública, Saúde e emprego na cidade. E quais candidatos teriam as melhores soluções para gargalos históricos no município, como combate a enchentes, zeladoria urbana e melhores gestão financeira de Cuiabá.

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Acorda

E você, que está no mundo de Nárnia, anota aí, os pré-candidatos a Prefeitura de Cuiabá já confirmados são: o deputado estadual Dudu Botelho (UB), o deputado federal Abílio Brunini (PL), e petista Ludio Cabral. Ainda sem revelar que dia nem a hora, o tucano que ainda não saiu do ninho, Carlos Avalone Junior, que segundo ele, promete lançar nos próximos dias sua pré-candidatura.

A coluna do Boteco da Alameda, brincou: é promessa ou ameaça?.

O Blog do Valdemir diz: é só fumaça, tá valorizando o passe.

Cascou

Um dos frequentadores do Boteco da Alameda ironizou a montagem do partido do meu amigo do bairro Alvorada;

É como pão de padaria ruim, só tem casca, e também não tem miolo“.

Modus Operandi

Até mesmo na tática de conquistar apoios a pré-candidatura, Edu Botelho vem apostando nas suas redes sociais.

Entretanto, contudo, todavia, estão transformando Dudu Botelho em gestor público, em um personagem que está conquistando antipatias. Será….não estou acreditando nisso!

Edu Botelho tem um histórico de gestão invejável a frente de sua administração frente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), seja vestido de presidente da Casa de Leis ou na hierarquia de 1° secretário.

Estes períodos sob seu comando, trouxeram históricos inéditos para aquela Casa de Leis: caixa superavitário que nunca existiu antes, corrupção que não ouvimos falar, funcionários e fornecedores vibrando. Governo do Estado de parceiro para as mais insólitas medidas e resultados que proporcionaram até devolução de dinheiro… isso nunca aconteceu antes de Dudu Botelho.

De repente, marqueteiros no limiar da campanha, montam um personagem que apaga este histórico de gestão que é a clama da sociedade pós Nenel Pinheiro e, começam a publicar um Botelho só no Rebuça e Tchuça, fazendo pacupeva, mostrando que ignorância é ingrediente atrativo eleitoral e destruindo uma imagem vencedora que ele construiu a custa de muito trabalho e dedicação.

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Tá tudo errado! Tá tudo errado! Ninguém, em nenhuma roda, seja onde for, tem aprovado esta incursão ribeirinha de Dudu Botelho, virou chacota, se transformou em memes e começa a dar munição para sua acirrada concorrência que vai se organizando para ser visceral com as críticas ao deputado estadual e pré-candidato dos unistas.

Um vice prá chamar de seu

O cargo de vice-prefeito está no foco de todas as disputas com candidaturas bem consolidadas, o segundo cargo mais importante da cidade está em alta e nomes pipocam para todos os lados.

E por falar em lado… por outro lado, com a decisão de Grasielle Bugalho, a secretaria muito “SECRETARIA”, não ser mais candidata na chapa de Zé Edu Botelho, a possível escolha de Felipe Wellaton (PRD) foi um grande golpe de mestre e ainda não se sabe de quem (sic). Wellaton já disputou como vice na chapa do então candidato a prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini em 2020. A dupla foi derrotada em uma votação apertada no turno da eleição.

Os 30% do polêmico deputado federal Abílio Brunini, perdem no mínimo 10% do seu eleitorado para Wellaton candidato, quer queiram ou não, está a votação de Brunini está atrelada a de Wellaton que os coordenadores ganham nas mesas de planejamento e estratégias de campanha um parceiro que sabe onde foi, mexe, enfurece ou tira do centro o Bolsonarista. Wellaton vai ser o inferno astral de Abílio. Anotem!

Jésuis apague a Luiz, o inimigo mora ao lado.

E abraços e mais abraços para os que cobram mais frequência da coluna do Boteco da Alameda. Amigos, por hoje é só. Nesta semana tem mais. Aguardem!

Segue o fluxo!

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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