VACINAÇÃO EM LOCAIS EXCLUSIVOS

Várzea Grande abre cadastro para crianças de 5 a 11 anos

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O Ministério da Saúde (MS) recomendou a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19. De acordo com o documento publicado, a imunização do público de 5 a 11 anos deverá ser realizada com a autorização dos pais ou responsáveis e com a prescrição médica.

De acordo com o ministério, a vacinação de crianças deverá priorizar grupos com deficiência permanente ou comorbidades, além de crianças que vivam na mesma casa que pessoas com alto risco de evolução grave da Covid-19.

Com 1.840 doses recebidas da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT), a Prefeitura Municipal de Várzea Grande abriu nesta segunda-feira o cadastro para crianças de 5 a 11 anos e quer imediatamente iniciar a aplicação das doses seguindo determinação do Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde (MS) que definiu como prioritários os portadores de comorbidades ou deficiências; indígenas e quilombolas.

O prefeito em exercício, José Hazama e o Secretário de Saúde, Gonçalo Barros em reunião conjunta com o Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (COVID-19) e seguindo determinação das autoridades médicas e científicas, separou três pontos exclusivos para a aplicação das doses das crianças que deve ser em local separado das demais pessoas a serem vacinadas.

A determinação do prefeito Kalil Baracat é de atenção total a saúde, sem, contudo, deixar de lado outras prioridades também importantes para a população como um todo, por isso temos atuado com zelo na vacinação das pessoas para que as mesmas se tornem imunes e possam retomar suas vidas dentro desta nova normalidade, explicou o prefeito em exercício José Hazama.

Os locais de vacinação escolhidos são:

• Clínicas Médicas do Centro Universitário Várzea Grande – UNIVAG no Grande Cristo Rei;
• Escola Estadual Adalgisa de Barros no Centro da Cidade;
• Escola Estadual Jayme Veríssimo de Campos Jr (Grande Mapim/Imperial).

Fora isto Várzea Grande vai colocar em prática uma migração de bancos de dados das Escolas Públicas para facilitar a inscrição das crianças, ou seja, aqueles alunos que se encontram regularmente matriculados em unidades de ensino público terão seus dados transportados para o Banco de Dados da Secretaria Municipal de Saúde para agilizar e acelerar o processo de inscrição e posterior vacinação na medida em que forem chegando as vacinas.

Quando da liberação da vacina para os profissionais da Educação, nós migramos os dados das unidades públicas e particulares para conseguir atender com mais celeridade e eficiências”, disse o secretário de Saúde, Gonçalo Barros.

Barros lembrou ainda que o secretário de Educação de Várzea Grande, Silvio Fidélis, que é o presidente do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus – COVID-19, tem se dedicado para atender as demandas e ajudar a Saúde nesta missão de vacinar o maior número de pessoas.

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Ainda hoje o cadastro estará disponível na página oficial do site da Prefeitura de Várzea Grande, pelo endereço www.varzeagrande.mt.gov.br na aba IMUNIZAÇÃO VÁRZEA GRANDE, apresentar documentos pessoais como Certidão de Nascimento, CPF e RG se tiver ou dos pais, mas principalmente o Cartão do SUS e comprovante de endereço.

Para receber a dose, a criança deve estar acompanhada dos pais ou responsável, que precisa apresentar documento pessoal ou enviar autorização assinada.

Estrategicamente escolhemos estes três pontos, que são importantes, locais, de fácil acesso, amplos, arejados, e que vão dar segurança, conforto e agilidade aos trabalhos de vacinação. Não queremos provocar aglomerações ou congestionamento nos pontos de vacinação, pela própria segurança deles e da família, vez que atravessamos a quarta onda da Pandemia da COVID-19 e de Síndromes Gripais. Tudo foi discutido com o prefeito em exercício José Hazama e comunicado ao Comitê de Enfrentamento a COVID-19”, explicou o secretário, Gonçalo de Barros.

O titular da pasta de Saúde de Várzea Grande fez um alerta que faz parte do protocolo clínico para as crianças que testaram positivo para COVID devendo aguardar 30 dias a partir dos primeiros sintomas para se vacinar após realizar os exames necessários. Já aquelas com sintomas gripais (que testaram negativo para COVID) devem aguardar melhora e não podem apresentar quadro febril. Aquelas que receberam algum tipo de imunizante em prazo inferior a 15 dias também não podem tomar a vacina.

Este alerta é muito importante e faz parte das orientações do Ministério da Saúde, para melhor segurança da saúde da criança”, explicou.

Vacinação de 12 anos acima

Para estas faixas etárias a vacinação contra a COVID-19 ocorre normalmente, nesta semana, de 17 a 22 de janeiro;

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De segunda a sexta-feira, no Ginásio Poliesportivo Fiotão, com mudança de horário, das 8h às 17h. E sexta, haverá das 8 às 22h, a edição do Sextou Vacina VG.

No sábado, dia 22 de janeiro, em sistema drive thru no Parque Berneck e funcionará das 8h às 16h.

Locais de Vacinação na Unidades Básicas de Saúde: Alerta para alteração

A vacinação será realizada nos seguintes locais em horário de expediente, entre 8h às 11h e das 13h às 16h, com mudança para 13 Unidades disponíveis.

São elas:

• Centro Saúde Nossa Senhora da Guia;
• UBS Cabo Michel;
• Policlínica Atenção Primária Cristo Rei;
• ESF Jardim Manaíra;
• UBS Ouro Verde;
• Clínica de Atenção Primária 24 de Dezembro;
• Policlínica Atenção Primária Parque do Lago;
• PSF Capão;
• Centro de Saúde Cohab Cristo Rei;
• Policlínica Marajoara;
• UBS Aurília Curvo;
• UBS São Mateus
• UBS do Água Vermelha.

As Clínicas de Atenção Primária do Jardim Glória e a do Santa Isabel, ficam exclusivas para diagnóstico e tratamento das Síndromes Gripais.

Esta reorganização foi necessária, porque reabrimos a UPA do IPASE 24h, como referência aos casos e sintomas da COVID-19, com tendas, triagem, atendimento médico, exames clínico e de imagem e dispensação de medicamentos, e se necessário internação. Ficando a UPA do Cristo Rei para atender as demais ocorrências em Saúde. E as duas Unidades de Saúde do Jardim Glória e Santa Isabel, para atendimento aos casos de Síndrome Gripal, deixando de aplicar a vacina, para atender com exclusividade as ocorrências das gripes. Toda esta logística foi readequada para melhor atender a nossa população, vez que as ocorrências e registros da COVID-19 aumentaram muito a ponto de cada 10 testes realizados em média 6 a 7 darem positivo. Temos que enfrentar esta nova onda e atender bem a população na Rede SUS do município e evitar mortes”, alertou o secretário para que a população fique atenta às mudanças.Vacine suas crianças, a vacina protege e evita morte”.

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No Brasil “Varíola de Macaco” terá casos em breve

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Há 50 anos, em abril de 1971, 19 moradores da Vila Cruzeiro, uma comunidade de baixa renda no bairro da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, foram os últimos a terem varíola no Brasil. Também acompanhados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), Bangladesh, em 1975, e Somália, dois anos depois, fizeram os derradeiros registros da doença que na década anterior causava uma mortalidade próxima a 30% das pessoas infectadas, após fazê-las sofrer com bolhas que cobrem o corpo todo antes de se abrir e liberar um líquido amarelado cheio de pus.

Como nenhum outro caso foi notificado nos anos seguintes, em 1980 a OMS reconheceu a erradicação da varíola no mundo. Causada pelo vírus Poxvirus variolae, transmitido de pessoa a pessoa ou por roupas e objetos contaminados, essa doença perseguira a humanidade durante milênios.

Volta da doença

Desde o início de maio, mais uma preocupação surgiu para o mundo: a varíola de macaco. Tipicamente endêmica de países da África, casos da doença foram registrados em países da Europa, Oceania, América do Norte e do Sul. São 131 casos confirmados e 106 suspeitos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e, embora nenhum tenha sido observado no Brasil, é necessário manter a vigilância.

A primeira notificação fora da África ocorreu no dia 7 deste mês. Já o primeiro caso registrado na história se deu em 1970, na República Democrática do Congo.

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A origem dos surtos atuais ainda não foi identificada. No entanto, especialistas lembram que a varíola do macaco não se compara ao novo Coronavírus, por exemplo, em termos de transmissibilidade ou mortalidade, de modo que a ameaça deve não ser tão grave. Vale lembrar que apenas pessoas com mais de 55 anos são vacinadas contra a varíola humana, imunizante que também protege contra a versão animal do vírus.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) criou uma comissão, em caráter consultivo, cujo papel será acompanhar a possível incidência da doença no país, e a pasta da Saúde monitora o quadro por meio de uma Sala de Situação, anunciada na última segunda-feira (23/5).

Transmissão

A “varíola dos macacos” é conhecida desde 1958, quando foi diagnosticada em uma colônia de macacos. O nome veio em razão das semelhanças com a varíola previamente observada em outras espécies.

A transmissão da doença ocorre por meio de fluidos corporais, além de não estar acostumada a transitar em humanos, e por isso é considerada menos contagiosa, demandando um contato mais íntimo do que a Covid-19, por exemplo, para passar de pessoa para pessoa. De acordo com a OMS, a doença é controlável, principalmente por esses fatores.

Uma vez contraído, o vírus fica incubado por um período de 5 a 21 dias. Os sintomas incluem febre, mal-estar, dores, linfonodos inchados, fadiga e calafrios, além das características erupções cutâneas.

Os sintomas da varíola do macaco incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas e gânglios linfáticos inchados. Uma erupção cutânea geralmente aparece 3 á 5 dias após o início dos sintomas e pode se espalhar do rosto para o tronco e extremidades.

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Na América do Sul, a primeira suspeita foi registrada no domingo (23/5) na Argentina. Segundo o Ministério da Saúde local, o paciente é um morador da província de Buenos Aires, que se encontra em um bom estado, está em isolamento e recebendo tratamento para os sintomas. O Reino Unido tem nove casos confirmados, principalmente em Londres.

Portugal tem 14 casos confirmados e 20 suspeitos, enquanto Espanha tem sete casos confirmados e 24 suspeitos. A Itália tem dois casos suspeitos, enquanto a Bélgica tem dois casos suspeitos e um confirmado. França e Suécia têm um caso confirmado cada e Argentina mais um confirmado, sendo este um brasileiro.

Os EUA têm um caso confirmado e um suspeito. O Canadá tem um caso confirmado e 21 suspeitos. A Austrália tem um caso confirmado e um suspeito.

Varíola dos macacos pode chegar ao Brasil em pouco tempo.

O Brasil não tem registro da doença ainda, mas o vírus foi identificado em um brasileiro de 26 anos na Alemanha, vindo de Portugal, após passar pela Espanha.

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