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NOVA GESTÃO

Stopa assume pasta da Educação e Vanderlúcio vai para Limpurb

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O vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa do Partido Verde (PV), vai acumular duas função na gestão de Emanuel Pinheiro (MDB), em 2021, a de vice-prefeito com a titularidade da Secretaria de Educação. Enquanto que Vanderlúcio Rodrigues, ex-secretário de Obras Públicas e que, se afastou do cargo para comandar a campanha política de Pinheiro, vai assumir o posto de diretor presidente da Empresa Cuiabana de Limpeza Pública (Limpurb).

Stopa e Vandelúcio são dois dos meus homens de confiança. Dois secretários que já mostraram compromisso com a gestão, compromisso com a população cuiabana. Stopa, meu braço direito, vice-prefeito, vai acumular a Pasta de Educação para colocar sua experiência como professor de formação a serviço do Município. E Vanderlúcio, que já provou sua competência na Secretaria de Obras, e também esteve à frente da minha campanha política, que saímos vitoriosos, vai ficar à frente da Limpurb, que era comandada pelo Stopa, declarou o Prefeito de Cuiabá.

Graduado em Engenharia Florestal, José Roberto Stopa é servidor público efetivo do poder municipal e estadual. Exerceu mandato como vereador e atuou nos cargos de secretário de Meio Ambiente e de Educação de Cuiabá. Pelo Estado, foi superintendente do Arquivo Público.

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Na gestão Emanuel Pinheiro, foi secretário de Serviços Urbanos, que passou a se chamar Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb). Concorreu nas eleições municipais de 2020 como vice-prefeito da chapa de Emanuel Pinheiro. Eleito para mandato de 2021 a 2024, vai acumular a vice prefeitura com o cargo de secretário de Educação.

Natural de Patos de Minas (MG), Vanderlúcio Rodrigues da Silva reside em Cuiabá desde 1986. Graduou-se em engenharia civil pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1990, e possui experiência como engenheiro civil nos setores público e privado.

Foi secretário de Obras Públicas no primeiro mandato da gestão Emanuel Pinheiro, se afastando do cargo para assumir a posição de coordenador de campanha de Emanuel Pinheiro nas eleições de 2020.

Vanderlúcio Rodrigues retorna para segundo mandato como diretor presidente da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb), antiga Secretaria de Serviços Urbanos.

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Política

Aliança por infraestrutura desencadeia polarização antecipada para 2026

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Em solenidade de R$ 54 milhões, Prefeita da Cidade Industrial, a vizinha de Cuiabá, Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti (PL), confronta a hegemonia histórica da família Campos e sela compromisso com o projeto governamental do Republicanos, Otaviano Pivetta.

Em um movimento que reconfigura as forças na Região Metropolitana de Cuiabá, a assinatura de convênios de infraestrutura urbana tornou-se cenário de um contundente embate político. A celebração dos atos institucionais transcendeu o caráter administrativo para assumir uma roupagem de aberta contestação ao tradicional establishment local, evidenciando as clivagens partidárias que moldam o Estado de Mato Grosso.

A protagonista do episódio foi a Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), que utilizou o espaço solene para desferir críticas severas aos seus principais opositores. O alvo manifesto da mandatária foi o “clã da família Campos”, personificado pelo Senador Jayme Campos e pelo deputado estadual Júlio Campos, ambos do União Brasil (UB), e figuras historicamente dominantes na política da Cidade Industrial.

O palco desse tensionamento foi o próprio município várzea-grandense, território vizinho da capital mato-grossense que experimenta, há várias décadas, uma crônica centralização de “PODER”. O ambiente governamental, estruturado para formalizar parcerias de engenharia e pavimentação, acabou convertido em uma tribuna de questionamentos democráticos e de prestação de contas sobre o desenvolvimento da região.

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A manifestação ocorreu de forma estratégica durante a recepção oficial à cúpula do Executivo Estadual, no momento em que as articulações para o pleito de 2026 começam a ganhar contornos públicos. A temporalidade do discurso coincide estritamente com o desenho de novas alianças de sustentação e com o debate acerca da futura composição dos cargos majoritários do Estado.

A estratégia retórica da gestora do município de Várzea Grande, estruturou-se por meio de uma nítida oposição entre a negligência de governantes pretéritos e a atuação presente da administração estadual. A liberal Flávia Moretti valeu-se de uma fala carregada de emotividade, expressando um misto de desabafo e firmeza institucional para expor as carências orçamentárias locais e contrapor a conduta de seus adversários ao apoio técnico recebido.

A motivação para esse posicionamento drástico reside nas carências estruturais crônicas que assolam Várzea Grande, descrita pela prefeita várzea-grandense como “uma cidade historicamente empobrecida”. A líder municipal, Flávia Moretti (PL), buscou desmistificar o prestígio dos antigos governantes que ascenderam a altos cargos republicanos sem, contudo, reverter essa influência em melhorias tangíveis na qualidade de vida da população.

O montante financeiro viabilizado pelo acordo administrativo atinge a expressiva cifra de R$ 54,2 milhões, recursos integralmente destinados à execução urgente de obras de pavimentação e recuperação asfáltica. Essa injeção de capital público representa um alívio substancial para o combalido erário municipal, que se encontra impedido de realizar grandes investimentos devido às limitações fiscais.

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O ato oficial contou com a destacada presença do Governador de Mato Grosso, Otaviano Olavo Pivetta (Republicanos), que acompanhou a prefeita da Cidade Industrial, Flávia Moretti (PL), em vistorias pelas vias públicas da cidade. Pivetta emergiu na solenidade não apenas como a autoridade concedente dos recursos financeiros, mas como a principal âncora política e o fiador das promessas de reestruturação da infraestrutura urbana.

O objetivo central da captação desses recursos é mitigar o agudo dilema de gestão enfrentado pela Prefeitura de Várzea Grande, obrigada a escolher entre a recuperação da malha viária e o abastecimento de insumos médicos. Segundo o relato da gestora, o socorro do Governo do Estado visa garantir que a administração não precise negligenciar a assistência à saúde e a salvaguarda de vidas para executar serviços básicos de tapa-buracos.

As repercussões imediatas desse pronunciamento projetam um cenário de intensa polarização para as eleições de 2026, consolidando o apoio de Flávia Moretti ao projeto sucessório de Otaviano Pivetta ao governo estadual. Essa composição contrapõe-se diretamente aos planos do União Brasil (UB), que discute a candidatura de Jayme Campos ao Palácio Paiaguás e a de Mauro Mendes ao Senado, redesenhando o complexo xadrez político mato-grossense.

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