FALTA DE AMADURECIMENTO POLÍTICO
Gisela Simona adota tom conciliador para impasse dentro do União Brasil (UB)
A expressão “tom conciliador” refere-se a uma postura de busca por diálogo e redução de conflitos, sendo frequentemente utilizada em contextos políticos principalmente agora, para as eleições de 2026. Gisela Simona, deputada federal pelo União Brasil (UB), e presidente da sigla municipal, reconheceu que a ausência de diálogo interno contribuiu de forma decisiva para o atual impasse envolvendo as pré-candidaturas ao Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026 dentro da sigla partidária.
A avaliação foi feita ao analisar os ruídos políticos surgidos dentro da legenda em meio à sucessão do governador Mauro Mendes, presidente estadual do partido, em um contexto de decisões consideradas prematuras e pouco debatidas internamente. E segundo a parlamentar mato-grossense, o conflito teve origem ainda no ano passado, quando o governador declarou apoio “antecipado” ao vice-governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, como candidato ao Palácio Paiaguás. A manifestação pública, conforme destacou Gisela Simona, ocorreu antes de qualquer deliberação formal no partido e foi justificada por Mauro Mendes com base na lealdade política de Pivetta ao longo de dois mandatos e no alinhamento com o grupo que atualmente comanda o Executivo Estadual.
Ao mesmo tempo, a deputada observou que o Senador Jayme Campos, uma das principais lideranças históricas do União Brasil em Mato Grosso, demorou a assumir publicamente a intenção de disputar o governo estadual. Embora o parlamentar tenha sinalizado essa possibilidade em diferentes ocasiões, a confirmação oficial de sua pré-candidatura ocorreu apenas no fim de 2025, o que, na avaliação da parlamentar federal, contribuiu para o ambiente de incerteza e tensão dentro da sigla.

De acordo com a deputada federal unista, a ausência de uma declaração clara e antecipada por parte do senador dificultou o amadurecimento do debate interno. Ela ressaltou que somente às vésperas do encerramento do ano passado Jayme Campos afirmou à imprensa que seu nome estava colocado para a disputa, quando o cenário político já se encontrava marcado por posicionamentos públicos e expectativas consolidadas em torno de outras candidaturas.
Gisela Simona admitiu que o tema da sucessão estadual ainda não foi discutido de forma institucional dentro do União Brasil, o que reforça a percepção de falhas na comunicação interna. Segundo ela, não houve, até o momento, uma reunião partidária específica para tratar da escolha do nome que representará a legenda na eleição de 2026, situação que, em sua análise, poderia ter sido evitada com maior diálogo e planejamento político.
Apesar do diagnóstico crítico, a deputada avaliou que ainda há tempo hábil para a construção de um entendimento dentro do partido. Ela defendeu que o diálogo entre as lideranças pode reequilibrar o ambiente interno e permitir uma definição mais consensual, afastando a ideia de que o União Brasil esteja irreversivelmente dividido em torno da sucessão estadual.

Mesmo diante de declarações públicas mais duras tanto por parte do senador Jayme Campos quanto do governador Mauro Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta, Gisela Simona adotou um tom conciliador. Para ela, o embate de discursos é comum em partidos com grande densidade eleitoral e pluralidade de lideranças, sendo parte natural do processo democrático interno.
Por fim, a deputada afirmou que a definição da candidatura ao Governo de Mato Grosso em 2026 deverá observar critérios técnicos e políticos, como viabilidade eleitoral, pesquisas de opinião e construção de alianças. Segundo ela, o União Brasil possui capital político suficiente para promover um debate qualificado e, por meio do diálogo, chegar a uma decisão que fortaleça a legenda e preserve sua unidade no próximo ciclo eleitoral.
Política
Ninguém chora à toa: na guerra política a “Semiose” anuncia o fim da linha
Como narra um ditado popular: “Quem pode mais chora menos”, assim as movimentações políticas do estado de Mato Grosso, vem demonstrando que o fim, ponto final, aposentadoria, uma hora chega pra todo mundo, seja por vontade própria, de terceiros ou pela rejeição maciça da população, quando o eleitorado da um basta, e declara, chega de fulano, comprovando que nem sempre, querer é poder.
“Aceita que dói menos”, seria a afirmação mais correta, “unidos somos muito mais fortes”, é a realidade, mas para isso acontecer, existe a necessidade de neutralizar o “ego”, despir-se da vaidade, colocar o projeto do grupo como prioridade, até porque, sozinho, fora do bando, o contexto muda de predador para presa.
“Será que o povo está usando a descrição da Bíblia: “Eu te conheço Jacó”, para revelar sua decisão? Pelo que tudo indica, as dificuldades de uma gestão catastrófica, marcada por crises, não foram esquecidas por décadas, levanto por terra a teoria de que o eleitor tem memória curta, muito menos os políticos”.
É correto afirmar que mesmo oculta, uma guerra política que já tinha sido declara, se agravou com a questão do PRD, dando indícios de que as questões passaram do cunho político, da disputa eleitoral, para o pessoal. Os discursos, as falas de determinados políticos, não então batendo com suas atitudes, deixando as mensagens subliminares muito mais nítidas do que as palavras.
“Parece que a lenda do bumbum branco voltou”.
Diante de tantos fatos, confirmados ou não, a disputa eleitoral para o governo do estado de Mato Grosso, segue para quatro candidatos, sendo: Jayme Campos, Wellington Fagundes, Otaviano Pivetta e Natasha Shelessarenco. A questão partidária dos políticos não foi colocada aqui de propósito, já que a janela das trocas de partidos, pode ser marcada por muitas surpresas, até porque, o modo sobrevivência foi acionado por todos.
De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, repassadas aos integrantes do Boteco da Alameda, “Pé de Latinha”, “Urso sem Prumo” e “Semi Anjo”, enquanto os integrantes de alguns grupos se digladiam, gastando energia para ferir uns aos outros, existe a hipótese da terceira via, que hoje estaria totalmente pronta, organizada em todos quesitos, desde trabalhos prestados para população experiência na gestão pública, viabilidade social, econômica, política, e com um diferencial dos demais concorrentes, uma rejeição insignificante perante aos dados que já foram apresentados dos atuais pré-candidatos.
“Aqui é que mora o perigo”.
Para os integrantes do Boteco da Alameda, se os dados fidedignos da vontade popular persistir, a terceira via não será apenas uma opção, pelo contrário, é a salvação do grupo como um todo, contemplando de mamando a caducando, pois mais vale um passarinho na mão do que dois voando, sem falar de que é muito melhor tomar uma sopa, do que dormir com fome.
Os mais antigos e entendidos, afirmam que política em ano eleitoral é igual a nuvem no período chuvoso em Mato Grosso, muda a todo momento, e como hoje tudo de certo não está nada resolvido, o choro da pressão, raiva, decepção ou tristeza, ainda poderá ser de alívio, satisfação e alegria.
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