MUNDO DO FUTSAL

Natural de Cuiabá e atuando pelo Barcelona, Esquerdinha se prepara para o retorno do futsal

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Natural de Cuiabá, jogador de 34 anos fez sua estreia pela seleção russa no primeiro jogo da equipe pela Eurocopa contra a Polônia. Atleta atua pelo Barcelona, ele fez a sua naturalização em 2015, quando atuava pela equipe russa do Dina.

Ídolo do Barcelona, o mato-grossense Leandro Rodrigues Bernardes, também conhecido como Leandro Esquerdinha se prepara para o retorno do futsal na Espanha depois da “Pandemia” do novo “Coronavírus“, e prestes a completar quatro temporadas com a camisa do Barcelona, o pivô conta como está a expectativa pela volta do futsal no país.

Já são quatro anos defendendo a camisa do Barcelona, e muitos títulos no futsal espanhol. Um currículo que já dá ao pivô Esquerdinha, o status de ídolo do time catalão, e depois de alguns meses parado, depois que a Pandemia da Covid-19 parou o esporte mundial, o camisa 77 do time de catalão se prepara para voltar as quadras.

Apesar da Espanha ter enfrentado grandes problemas com a doença, hoje o mato-grossense conta que o pior já passou no país, e que a volta do futsal está condicionada também à uma estrutura segura e única que o clube oferece aos jogadores.

Aqui na Espanha, e eu digo principalmente no Barcelona, a estrutura que eles nos oferecem é muito boa. Aqui o time de futsal por exemplo tem o seu próprio centro de treinamento, e todas as medidas de segurança já estão sendo tomadas à algum tempo, tanto que a gente já está treinando desde o mês passado, então estamos bem preparados para essa volta, destacou.

Com 34 anos, Esquerdinha se naturalizou russo, e defende a seleção da Rússia em competições internacionais. Com a camisa do Barcelona conquistou troféus importantes, mas ressalta uma uma vontade.

Falta ainda uma Champions League. Batemos na trave umas duas vezes. Chegamos na semifinal duas vezes, mas agora quero levar esse título. A idade pesa, e é nessa hora que se começa a pensar no que fazer depois que parar com a bola. Planejo no futuro para Cuiabá e dar sequência na minha vida“.

Esquerdinha começou a carreira ainda ainda na infância. Antes de viver na Europa, disputou duas Copas Centro América de Futsal. Atualmente, o pivô é uma das referências da modalidade e serve de inspiração aos mais novos.

O Esquerdinha eleva o nível do futsal mato-grossense para o mundo. Apesar de sair ainda jovem de Cuiabá, conquistou uma carreira sólida internacionalmente. Isso serve de orgulho para todos que vivem do futsal em Mato Grosso, e de exemplo para quem está começando, enfatizou Pedro Verão, presidente da Federação de Mato-grossense de Futsal.

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ESPORTES

Brasil perde do Canadá nos pênaltis e está eliminado dos Jogos Olímpicos

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Não deu para a seleção feminina. Nesta sexta-feira (30), pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil fez um jogo duríssimo com o Canadá, chegou a ter a vantagem nos pênaltis, mas acabou sendo derrotada por 4 a 3 nas cobranças, dando adeus à competição.

A seleção não fez o seu melhor jogo e foi abaixo do esperado em muito momentos. O Canadá também não fez uma grande partida, que foi decidida nas penalidades máximas. Bárbara defendeu o chute de Sinclair no início das cobranças, mas Andressa Alves e Rafaelle pararam na goleira canadense Labbé nas duas últimas cobranças do Brasil. Com o resultado, se encerra um ciclo do futebol feminino. Os jogos Olímpicos de Tóquio marcam a provável despedida de Formiga e Marta da seleção feminina.

Esta é a segunda vez em seis edições olímpicas disputadas que o Brasil fica fora das quatro melhores equipes, repetindo o resultado de Londres-2012. Além disso, a seleção foi medalha de prata em Atenas 2004 e Pequim 2008, mas desde então não subiu mais ao pódio olímpico.

Agora, o Canadá aguarda o adversário da semifinal, que vai sair do grande duelo entre Estados Unidos, atuais campeãs mundiais, e a Holanda, atual vice-campeã do mundo. O confronto pela vaga na final acontece na próxima segunda-feira (2), às 5h (de Brasília).

Depois do jogo contra a Zâmbia, Pia Sundhage voltou à formação titular para iniciar o duelo com o Canadá. A partida, no entanto, começou bastante estudada. As equipes se alternavam na subida da marcação para tentar pressionar as adversárias. A primeira boa chance do Brasil foi aos 14 minutos, quando Tamires tocou para Marta na área, recebeu de volta e chutou de primeira, mas mandou por cima do travessão.

Na sequência, entretanto, as canadenses acordaram e aumentar o volume de jogo. Passaram a atacar com mais perigo, obrigando a zaga e Bárbara a trabalharem. A seleção feminina do Brasil sentiu o mal o momento e facilitou a vida do Canadá, que conseguia achar mais espaços e chutou com perigo, pelo menos, duas vezes. Marta, por sua vez, ficou muito isolada na esquerda e pouco pôde fazer.

Com 30 minutos do primeiro tempo, a equipe de Pia reagiu e igualou mais as ações, com um jogo bastante truncado no meio campo. Aos 40, zagueira canadense se atrapalhou, Debinha roubou a bola, mas ela escapou um pouco e deu tempo de a goleira sair bem para fazer a defesa. Foi a melhor chance do Brasil na primeira etapa, que teve um Canadá mais produtivo e um placar inalterado.

O Canadá voltou novamente melhor depois do intervalo e complicava a saída de bola do Brasil. Aos poucos, com Marta mais livre, a seleção feminina foi se encontrando mais no jogo. Aos 14, o Canadá teve a melhor chance da partida até então, em cabeceio de Gilles que explodiu no travessão.

Ludmila entrou no lugar de Bia Zaneratto e deu um gás a mais na equipe, brigando pelas bolas no ataque. Com o passar do tempo, o Brasil conseguiu ficar mais com a bola e tentava achar espaços no ataque. O Canadá ainda teve mais uma boa chance em cobrança de falta e antecipação de Bárbara para fazer a defesa. A seleção feminina tinha mais volume, mas criava poucas chances reais. O jogo, então, ficou mais morno e a prorrogação já parecia inevitável.

O Brasil ainda teve mais algumas chances em enfiadas de bola, mas sem levar muito perigo. No último lance da segunda etapa, Marta cobrou escanteio e goleira afastou. Mas o Canadá arrancou em contra-ataque e Bárbara precisou abafar a bola de Lawrence para salvar o gol e decretar o tempo extra.

O Brasil seguia tentando, mas tinha dificuldade, com Marta visivelmente cansada. Enquanto isso, o Canadá começou a levar mais perigo à meta brasileira em jogadas de velocidade pelas laterais. No final do primeiro tempo, a seleção feminina adiantou a marcação para tentar roubar a bola, mas sem sucesso. O Canadá ainda tentou ameaçar nos últimos minutos, mas também sem êxito.

No segundo tempo da prorrogação, os dois times tinham medo de arriscar e poder levar um gol em um momento mais delicado do jogo. As equipes apostavam em lances de mais velocidade e o Brasil começou a chegar com mais perigo e assustar as canadenses.

Nos últimos minutos, pressão brasileira, que teve a melhor chance do jogo em cabeceio de Erika no canto esquerdo da goleira Labbé, que se esticou toda para fazer a defesa e salvar o Canadá. O Brasil tentou até o final, mas a bola não queria entrar e a disputa foi para os pênaltis.

Nas penalidades máximas, Bárbara começou defendendo a cobrança de Sinclair. Andressa Alves desperdiçou a sua e o Canadá passou a frente. Rafaelle foi para a última cobrança e também parou na goleira Labbé, decretando a eliminação do Brasil.

FIM DE UM CICLO

Com o resultado, se encerra um ciclo do futebol feminino. Os jogos Olímpicos de Tóquio marcam a despedida de Formiga e Marta da seleção feminina.

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