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Vereadores congelam salários…, mas não em Cuiabá

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Um exemplo que pode ser seguidos pelos demais vereadores de todo o Brasil, e quem sabe ate mesmo da capital de todos os mato-grossenses, Cuiabá, é que os 41 vereadores da cidade de Belo Horizonte decidiram congelar os próprios salários até 2024. A medida foi construída após reunião entre a Mesa Diretora da Câmara e líderes daquela Casa de Leis.

Além disso, os parlamentares também definiram o fim da ajuda de custo conhecida como “auxílio-paletó”. A expectativa é de que a medida gere uma economia de mais de R$ 2 milhões. Atualmente, os vereadores de Belo Horizonte recebem R$ 18,4 mil.

Doar salário?

Em Cuiabá, o vereador do Partido Progressista (PP), Diego Arruda Vaz Guimarães, que vem travando uma verdadeira batalha na Câmara Municipal de Cuiabá com alguns dos companheiros de parlamento, comunicou a doação do seu salário e desafiou todos os servidores de alto escalão no Brasil a fazerem o mesmo.

Bom…, o Blog do Valdemir quer saber: SERÁ QUE O VEREADOR CONSEGUE…, DUVIDAMOS.

O vereador do Partido Progressista (PP), Diego Guimarães lançou em vídeo, o desafio para os demais colegas do Legislativo cuiabano, deputados estaduais, federais, senadores, magistrados e promotores. Diego ainda criticou a Câmara Municipal por antecipar o pagamento de salários dos servidores e vereadores.

O parlamentar cuiabano Diego Guimarães postou em suas redes sociais:

Nos comprometemos em DOAR nossos salários para combate do #coronavirus e já começamos com aquisição de uma remessa de Álcool 70, evazado pela @cervejarialouvadab. A remessa de hoje foi dividida em três lotes, destinados para o @hgcuiaba, para enfermeiros que trabalham no sistema prisional e também para o HMC“.

Esta é uma pequena ação. Sabemos que não resolveremos a crise da saúde pública, humanitária e financeira provocada pela coronavírus, mas é a forma que encontramos para dar a nossa contribuição e sensibilizar outros políticos, poderes e cidadãos e a fazerem a sua parte“.

Uma luta que vem sendo travada também pelo vereador do Partido Progressista, Diego Guimarães é também com a Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá para que seja suspensa o pagamento da Verba Indenizatória (VI), que os demais pares dentro da Casa tem direito, mas…, dificilmente terá chancela de todos colegas vereadores para poder suspender.

A maioria dos vereadores cuiabanos não quer abrir mão dos R$ 18,9 mil mensais de Verba Indenizatória (VI). Fora esse “GORDO” reembolso, que rende por ano R$ 226,8 mil a cada parlamentar, vereador tem salário de R$ 15 mil.

Dentre os 25 representante do povo cuiabano, apenas 2 abriram mão da Verba Indenizatória de forma espontânea: Felipe Tanahashi Alves do Partido Verde (PV), o Felipe Wellaton, e Diego Arruda Vaz Guimarães, do Partido Progressista (PP).

Para não ficar sem o extra, uns alegam que estão trabalhando de casa e que, inclusive, irão participar da sessão virtual desta quinta.

Outros argumentam que o subsídio é baixo e que precisam complementar a renda com a “VI”. E aproveitam o isolamento social para não responder à consulta do presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Misael Oliveira Galvão (PTB) sobre a proposta de suspensão da Verba Indenizatória.

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Rodízio de veículos, atendimento por CPF esta suspenso; Pinheiro apresenta nesta segunda-feira (6) projeto de barreiras sanitárias

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A grande repercussão negativa entre a população cuiabana levou a Prefeitura de Cuiabá voltar atrás e revogar o Novo Decreto assinado por Emanuel Pinheiro em menos de horas.

Pinheiro, decidiu nesta sexta-feira (3) que suspenderá, neste primeiro momento, as medidas de rodízio no tráfego de veículos e limitação, por CPF, nos atendimentos presenciais realizados por bancos, lotéricas, supermercados e distribuidoras de bebidas. As normas constam no Decreto nº 7.975, que foi assinado pelo chefe do Executivo nesta ultima quinta-feira (2), e passariam a valer a partir de segunda-feira (6).

O Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro definiu que, na próxima segunda-feira, irá apresentar o projeto para a instalação de barreiras sanitárias na Capital. A medida cumpre com a decisão judicial imposta pelo juiz José Luiz Leite Lindote, da Vara da Fazenda Pública de Várzea Grande, em atendimento ao requerimento do Ministério Público do Estado (MPE).

As duas medidas suspensas serão discutidas com os segmentos da sociedade civil organizada e avaliada nas deliberações do Comitê de Enfrentamento ao Novo “Coronavírus. O prefeito reconhece que, por ser ações que resultam em grandes impactos na rotina da população, é necessário que elas sejam melhores debatidas para que, se necessário a implantação, isso aconteça da forma mais tranquila possível.

Entendo a reação e sei que não é fácil mudar os nosso hábitos, mas está na hora de cada um de nós refletir sobre nosso papel nessa luta. Só vamos vencer essa guerra, se cada um fizer sua parte, caso contrário não adianta só exigir do poder público e não agir com responsabilidade, querer viver como se estivesse tudo normal. Não há decreto no mundo que dê jeito, se não tiver o apoio da população. Cada um fazer a sua parte, exige sacrifícios temporários, como nestes casos que eram apenas de 15 a 17 dias”, comentou Emanuel Pinheiro.

Seguem valendo, até o dia 20 de julho, a ampliação do toque de recolher, das 20h às 5h; regime de trabalho no sistema home office para servidores municipais; proibição da utilização de refeitórios e restaurantes nos hotéis e hospedarias; suspensão do funcionamento de motéis; suspensão das as atividades presenciais nas unidades de ensino públicas e privadas; transporte coletivo com funcionamento total da frota.

Além disso, seguindo a decisão judicial, continua vedada a abertura ao público dos shoppings centers e congêneres, permitida tão somente o funcionamento das atividades essenciais mediante sistema delivery. Também está permitida a comercialização de produtos oriundos das atividades essenciais pelo sistema de entrega e retirada de produtos (delivery e passe e pegue), desde seguida todas as medidas de biossegurança.

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