Política

Um acordo dos “sonhos” que pode virar “pesadelo”

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O Partido Democrático Trabalhista (PDT) definiu no seu encontro estadual, o nome do vice-governador Otaviano Olavo Pivetta ao Senado da Republica nesta eleição suplementar de 26 abril, para ocupar a vaga de Selma Rosane santos Arruda do partido Podemos, cassada pelo Tribunal regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TER/MT), e referendado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Otaviano Pivetta definiu que buscará ser o parlamentar guiado pelo sentimento popular.

Temos que tirar o Brasil do lombo do cidadão”.

O pedetista se referiu a respeito da receita do setor público e o custo dos políticos e acrescentou que os brasileiros estão cansados das injustiças e desigualdades sociais.

Hoje, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) conta com 6 prefeitos nas administrações no Estado; em Nova Mutum, Adriano Pivetta; Diamantino, Eduardo Capistrano; Rubens Roberto Rosa, Nova Canaã do Norte; Nelson Paim, Poxoréu; Daniel do Lago, Porto Alegre do Norte e Euclésio Ferretto, Santa Terezinha, além de 81 vereadores.

É nítido e notório, que a formação do grupo para apoiar a candidatura do vice-governador, Otaviano Pivetta ganha musculatura a todo instante, já que as projeções são referentes às disputas de três pleitos, a do Senado da República, Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e logo seguida, as eleições municipais para prefeitos e vereadores.

Quem pode mais, chora menos

É uma no atípico, com eleições diferenciadas, com composições que vão fazer toda diferença entre a vitória e derrota, já que o grupo que se sagrar vencedor nesta primeira etapa, poderá comandar ou no mínimo influenciar as outras duas eleições.

Hoje, a maioria dos partidos já está no grupo que apoia a candidatura do pedetista Otaviano Pivetta, as barganhas não resultam única e exclusivamente em apoio a eleição do Senado, já que lá vai beneficiar apenas uma pessoa, o jogo é pesado na questão das estruturações das costuras para eleger o Presidente, Vice e Primeiro Secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Segundo informações de bastidores, a grande “cereja do bolo” ficou por conta da Prefeitura de Cuiabá, vaga que está sendo tão cobiçada, quanto a presidência da Casa de Leis.

O grupo de Pivetta já mostrou astúcia no quesito manobra política, porém com as lideranças, mas nem tudo são flores, já que o candidato pedetista é conhecido no mundo dos reles mortais, como aquele que não tem empatia popular.

Pivetta é visto como um milionário, um dos maiores produtores do agronegócio, que já tem poder financeiro e político como vice-governador, não é uma pessoa popular com ações populistas, já que a sua vida é empresarial, isso o distância do cotidiano das necessidades povo“.

Seria utopia não acreditar no poder, que o poder de Pivetta exercer nos menos afortunados, que precisam de estrutura para montar seus grupos para enfrentar uma eleição.

Até então, os supostos acordos estão sendo realizados com as lideranças políticas, que diz representar uma massa popular, porém o voto desta massa é secreto, o que pode surgir surpresas, já que nem tudo nesta vida está a venda.

Um dos grandes apoiadores do momento ao candidato do PDT, Otaviano Pivetta, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) que decidiu que apoiará a candidatura do vice-governador na eleição suplementar ao Senado.

Rachado” ou “Trincado

Apesar da definição, ao que parece a sigla deve caminhar rachada, já que alguns membros do partido pediram uma espécie de carta branca para caminhar com outros candidatos.

O presidente da sigla em Mato Grosso, o cacique Carlos Gomes Bezerra, já avisou que não existe nenhum tipo de liberação de correligionário do MDB para apoiar outro candidato na eleição suplementar.

A “DURA” resposta foi para o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, e também para o deputado federal, Juarez Costa que querem apoiar outros nomes nesta eleição suplementar.

Não existe liberação nenhuma no momento, a nossa posição é de apoiar Otaviano Pivetta, mas nos podemos analisar caso a caso somente depois, mas esse negócio deles apoiarem outros candidatos é apenas hipótese”. Afirmou o cacique do MDB, Carlos Bezerra.

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Política

Emanuel e Mauro, não é hora para conflitos, assumam suas responsabilidades

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Vivenciamos um tempo de conflito entre o governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (DEM) e o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), entre a ciência e a obscurantismo, mas na verdade o que está em jogo é a vida dos cuiabanos, dos mato-grossenses.

E neste momento, enquanto ganham manchetes na imprensa na rede social, com divergências do “Coronavirus”, a única “certeza” que temos é que nossas vidas não possui certeza. Certeza é algo que pode nos dar uma sensação de segurança.

A tristeza pela confirmação do aumento no número de óbitos e pessoas infectadas precisa ser transformada em uma solução. Mas não, o que temos presenciado é briga política e, isso não contribui. Mauro e Emanuel precisam ter responsabilidade de encontrar soluções para Cuiabá e para Mato Grosso, com a vida não se brinca e, os senhores tem que dar satisfação, achar solução para a população.

Os nossos líderes políticos precisam acordar e refletir que, nesses tempos orquestrados pela “Pandemia” e pelo capital político (eleição eleitoral de 2020) e a pulverização dos seus fetichismos se propaga em todos os espaços na sociedade.

As pessoas que ainda são denominadas como nossos líderes, precisam entender que enquanto a população mato-grossense vive em um profundo desmonte das suas conquistas, no atual cenário estão ficando sem comida, sem emprego, sem renda, sem condições básicas de sobreviver a está crise econômica, sanitária e política.

Estas “brigas” em público, pela paternidade e ações para o combate ao Covid-19, não é necessário. Saibam que neste momento é que descobrimos um verdadeiro líder nato, afinal, pacificar conflitos é um grande desafio para a maturidade política.

Neste momento de “agressões gratuitas” entre Pinheiro e Mendes, o Blog do Valdemir descreve uma frase do ex-primeiro ministro do Reino Unido, Winston Churchill do livro Memórias da Segunda Guerra Mundial.

O governador vai em um estranho paradoxo, decidido só a não decidir, resolvido só a não resolver, firme na deriva, sólido na fluidez, onipotente na impotência“.

Pois muito bem! Um prefeito ou um governador, não tem ideologia, um prefeito ou um governador tem pragmatismo, tem é que mostrar resultado.

O pensador Henrique Almeida já dizia:

Necessidade de se mostrar são conceitos do ego, viva sem o ego viva sem desejo e encontrará a verdadeira felicidade“.

ABANDONE O QUERER ESTAR CERTO

O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças, porque nos impulsiona a julgar as pessoas como erradas. O Espírito de Criação Divina é generoso, amoroso e receptivo, livre de raiva, ressentimento ou amargura, e quando a pessoa é hostil, é sinal de que houve nela uma desconexão com o Poder Divino de Intenção.

Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego que não é seu escravo. Dando-se a oportunidade de se sentir bem por não contradizer a opinião de outra pessoa, rejeite a necessidade de ter razão, assimilando, desse modo, a alegria da ação generosa.

Neste momento o que a população mato-grossense precisa é de segurança, ter confiança nos nossos representantes políticos. Os recentes conflitos de ambos são naturais devido as Eleições Municipais 2020, porém, a trégua neste momento é fundamental, ao contrário, sonhos políticos esqueçam.

Está em risco o presente e o futuro, a vida de mulheres e homens que neste momento estão em isolamento social que está em jogo.

A população quer união dos políticos pata intensificar o combate ao Coronavírus. Saibam que nenhum conflito político pode ter relevância diante de uma “Pandemia” que já matou mais de 57 pessoas em Mato Grosso.

É hora de unidade, solidariedade e defesa da vida. Será que o povo mato-grossense precisará cobrar de Emanuel Pinheiro, Prefeito de Cuiabá e Mauro Mendes Ferreira, Governador do Estado de Mato Grosso para acabar com este conflito.

PS: assumam suas responsabilidades prefeito da Capital e governador do Estado. A população não quer saber de: “não me empurre, senão te empurro”. Estamos à deriva.

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