NOVAS JOGADAS NO TABULEIRO POLÍTICO
Tabuleiro pode ser montado pelo próprio governador
Caso mantenha aquela que é a posição oficial do Boteco da Alameda, até o momento e disputar a eleição ao Senado nas eleições de 2026, o governador Mauro Mendes Ferreira, o nosso “AMIGO” o “HOMEM DE FERRO”, que esteve internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo e já recebeu alta, mesmo assim, a orientação dos médicos é que Mauro Mendes permaneça em repouso, segue sem rivais competitivos e deve ter uma vitória tranquila, pelo menos é que apontam todos os Institutos de Pesquisa de Intenção de Votos até aqui.
Mas…, se, ao contrário, em um projeto terminar o seu mandato em 31 de dezembro, como indicam gestos e discursos, Mauro Mendes deve deixar a eleição na Terra de Rondon aberta, com a direita ainda como favorita, mas com chances para todos os espectros políticos.
É o que mostra os Institutos de Pesquisas com projeções de intenções de votos. Sem surpresas, os levantamentos mostram o atual governador mato-grossense com ampla vantagem para os segundos colocados em todos os cenários testados.
Para os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, o cenário é de “corrida aberta” para a segunda vaga, com uma tendência de saída para a “Mulher Maravilha” no cenário com o nome dela testado.
Alguns nomes aparecem muito bem posicionados. Entretanto, contudo, todavia, qualquer um dos dois nomes tende a ser franco favorito em um cenário contra o deputado federal José Medeiros, do Partido Liberal (PL), ou mesmo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro (PSD).

A emedebista, a “Mulher Maravilha”, está se firmando como um dos grandes nomes, e com um núcleo duro de apoio muito forte principalmente na Capital de todos os mato-grossenses, mas…, é um nome que com certeza vai encontrar muita resistência em um eleitorado mais de direita, no interior do Estado por exemplo, ela deve encontrar dificuldades.
Para o Boteco da Alameda, o governador Mauro Mendes estaria “com a faca e o queijo na mão” despontando como opção mais viável e consolidado na política estadual.
É um político muito maleável, capaz de compor com diversos diferentes, e está com um peso institucional enorme que é o Governo do Estado.
O tabuleiro político mato-grossense pode ser…
Montado pelo próprio governador…, apesar de estar caminhando para o fim de seu mandato, Mauro Mendes ainda tem sob sua caneta um orçamento de R$ 76,4 bilhões (2025 e 2026).
Portanto, uma chapa montada por ele é possível sim. Mauro Mendes pode comandar, por exemplo, uma campanha da direita bolsonarista em 2026. O primeiro sinal nessa direção já foi dado ao procurar Jair Bolsonaro (PL).
Nesse jogo, só existem traços. Os jogadores ainda não estão definidos, mas o técnico já se conhece: o próprio governador Mauro Mendes.
Para o “HOMEM DE FERRO”, Mauro Mendes, esse cenário não é novidade. Em 2018, quando se elegeu governador, pode-se dizer que ele era apenas uma ideia.
É que as pesquisas diziam que o eleitor preferia votar no novo (sem nome). Zé Pedro Taques hoje sem uma definição partidária, Governador do Estado na época, aparecia mal das pernas a sua administração.
Quando se lançou candidato, então improvável, Mauro Mendes já liderava a partida. E a venceu, derrotando um grupo político regional.
Mauro Mendes, já se comporta como um candidato a Casa Alta. Ultimamente, o chefe do Executivo Estadual da Terra de Rondon vem afinando o discurso.
O movimento: preparar terreno para 2026 sem assumir oficialmente. A frase “já está decidida” circula nos líderes políticos mato-grossenses.
Na política, não se…
Conhece a lógica, mas a conveniência. O meu amigo de Vadjú, disse que um ex-governador, calejado nas voltas do jogo, sabe que seu capital político não é moeda corrente, é triunfo.
Ele, examina o tabuleiro político como um enxadrista paciente, movimenta bispos e cavalos até encontrar a hora certa de aplicar, o lance capaz de virar a partida.
É notório que o ex-governador jamais recuou de uma decisão sobretudo quando se trata de escolhas políticas.
Sabe se manter em movimento e até a pressão o favorece, mantendo-o em xeque constante.
Muitos recordam suas obras em Mato Grosso, nunca viveu na solidão. Sua casa sempre esteve de portas abertas, um verdadeiro porto seguro para aliados e visitantes.
Dessa mistura de pragmatismo e sociabilidade, o ex-governador parece extrair a energia necessária para tentar o xeque-mate no Palácio Paiaguás.
Segue o fluxo!
Política
O pragmatismo que redefine as fronteiras do “Poder Estadual”
O cenário político no Estado de Mato Grosso expõe, de forma inequívoca, como as dinâmicas eleitorais contemporâneas são moldadas pela conveniência tática e pela constante reconfiguração de forças. A movimentação partidária deste ano no estado ilustra o fenômeno em que antigas divergências ideológicas e pessoais são secundarizadas em nome de objetivos eleitorais comuns, alterando de forma profunda o tabuleiro político local.
A aproximação estratégica envolve o atual Senador Carlos Fávaro, do Partido Social Democrático (PSD), e o ex-governador Pedro Taques, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Ambos os líderes políticos decidiram superar os embates históricos que marcaram suas trajetórias públicas recentes para consolidar uma inédita e expressiva articulação de forças na disputa pelas cadeiras do Senado Federal.
Essa “articulação pragmática” ocorre em meio ao período de “Convenções e Articulações” que antecede o pleito eleitoral deste ano, momento em que as agremiações buscam otimizar seu tempo de propaganda e capilaridade. A reconfiguração das alianças ganha celeridade à medida que os prazos legais do calendário eleitoral exigem definições nítidas e registros formais das coligações partidárias.
A “UNIÃO” das lideranças tem como palco principal, o Estado de Mato Grosso, um dos polos geopolíticos e econômicos mais relevantes do Centro-Oeste brasileiro. O território estadual, caracterizado pela forte influência do Agronegócio e por uma política tradicionalmente polarizada, serve como o “laboratório” perfeito para a observação dessa “metamorfose” nas relações de “PODER”.

A motivação central para a formação dessa chapa competitiva reside na necessidade imperiosa de garantir a governabilidade futura e ampliar as chances de vitória nas urnas. O pragmatismo das cúpulas partidárias nacionais e estaduais impõe-se sobre rivalidades pretéritas, demonstrando que a sobrevivência e a relevância política sobrepõem-se, invariavelmente, à rigidez ideológica doutrinária.
O processo de unificação foi deflagrado por meio de intensas negociações de bastidores, que culminaram em uma decisão verticalizada e chancelada pelas direções executivas nacionais dos partidos envolvidos. Essa costura política operou-se de cima para baixo, pacificando as bases locais e sacramentando o acordo que virtualmente selou o destino da composição majoritária.
O custo imediato dessa estratégia reflete-se na profusão de declarações contraditórias e no desconforto de correligionários que, outrora, sustentavam discursos de oposição recíproca.
A incoerência retórica, imortalizada pela máxima “rodriguiana” de que toda constância rígida é passível de suspeição, passa a ser assimilada como um subproduto inevitável da “realpolitik“.
Estima-se que o impacto direto dessa nova conjuntura altere substancialmente a distribuição do eleitorado mato-grossense, unindo nichos antes considerados inconciliáveis na mesma base de apoio. A junção do capital político de Carlos Fávaro com a experiência de Pedro Taques redesenha as projeções estatísticas, forçando os demais concorrentes a refazerem seus planejamentos.

A viabilização desse arranjo foi possível graças à flexibilidade dos estatutos do PSD e do PSB, associada ao uso estratégico dos fundos partidário e eleitoral que financiam as grandes estruturas. A convergência técnica de interesses comuns permitiu que as frentes jurídicas e de marketing das campanhas passassem a trabalhar em perfeita consonância programática.
O desenlace dessa “complexa engenharia política” reafirma a tese de que a história brasileira é cíclica e avessa a ressentimentos permanentes no campo institucional. Diante do eleitorado, resta a constatação de que o verdadeiro motor da política institucional não é a simpatia pessoal, mas a busca incessante pela manutenção e expansão do “PODER” de representação.
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