ELEIÇÃO 2020

Simona oficializa nome para disputar Prefeitura de Cuiabá

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A advogada Gisela Simona Viana de Souza, do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) fez o anúncio já esclarecendo estar ciente de que enfrentará um “jogo pesado” e que irá contra adversários poderosos e com muitos recursos financeiros.

Em suas redes sociais, na manhã desta quinta-feira (30), Gisela Simona anunciou que é pré-candidata à Prefeitura de Cuiabá, na eleição que acontece em novembro de 2020, e estava em dúvida até então se disputaria o Palácio Paiaguás ou se seria candidato ao Senado em na eleição suplementar deste ano.

Hoje, me apresento como pré-candidata à Prefeita de Cuiabá. Sei que o jogo é pesado, os concorrentes têm muito dinheiro e uma megaestrutura de campanha. Mas se tem uma coisa que a vida me ensinou foi vencer na adversidade”.

Gisela Simona, também fez uma nota que foi encaminhada para a imprensa, informando que a decisão foi pensada e amplamente discutida com a cúpula nacional do seu partido, o PROS, que após a realização de estudos técnicos e pesquisas internas, apresentou resultados positivos da população para a disputa do pleito municipal.

Eu amo muito minha cidade, e com base nessa avaliação, no amor que tenho por Cuiabá decidimos disputar a prefeitura. O cargo de servidora pública junto ao PROCON já me fez ser a voz de muitas pessoas na luta por justiça e Prefeitura é a via legítima que precisamos para melhorar a vida de cada cidadão. A responsabilidade é grande, mas estou preparada para ser a primeira mulher prefeita de Cuiabá”.

Segundo Gisela, disse que resolveu entrar para a política em busca de soluções para ajudar a população na resolução de seus problemas.

Escuto todos os dias, relatos envolvendo as altas tarifas: no transporte coletivo, nas instituições financeiras, nas contas de energia elétrica, telefonia, etc. Sem falar nas dificuldades das pessoas, que contratam planos de saúde para fugir do sistema público de saúde que não funciona”.

Filiada ao nanico Pros, Gisela Simona Viana de Souza, é o nome mais citado quando se fala em disputa à Prefeitura de Cuiabá neste ano. Com uma votação expressiva em Cuiabá, na ultima quando disputou uma vaga na Câmara Federal, tem colocado Gisela em evidência e, vários partidos, já se reuniram com ela e lideranças do Pros, deixando portas abertas para uma futura composição.

Gisela é sondada pelos partidos menores para um amplo arco de aliança, claro, ela na cabeça de chapa. Já outras siglas pensam em uma composição com Simona candidata a vice. No pleito de 2018, estreou em uma disputa eleitoral. Foi candidata a deputada federal e teve mais de 50 mil votos. A ex-chefe do Procon Estadual ficou conhecida pela população por seu trabalho à frente do órgão.

Após essa expressiva votação, acabou se tornando um dos nomes fortes dentro do PROS, o que conferiu a ela ser lançada como pré-candidata ao senado, porém com a unificação das eleições ao Senado e Municipais para novembro, Gisela Simona optou por disputar a Prefeitura de Cuiabá.

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Política

Apesar dos protestos, PEC da Previdência é aprovado por 16 votos favoráveis

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A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera as regras de aposentadoria dos servidores estaduais replica as novas normas já aprovadas para os servidores federais vai possibilitar que o Estado de Mato Grosso reduza em R$ 25 bilhões o déficit financeiro da previdência previsto para os próximos 10 anos.

Dos R$ 31 bilhões estimados, apenas R$ 6 bilhões precisariam ser pagos com recursos dos cofres públicos no período, conforme relatório técnico do Mato Grosso Previdência (MT/Prev).

Caso não fosse aprovada a reforma para conter o déficit de Mato Grosso, implicaria ainda em restrições ao Estado junto à União, o que impediria Mato Grosso de receber transferências do governo federal, firmar convênios, e até de receber parcelas de convênios já celebrados.

Nesta quarta-feira (12), mesmo sob protestos dos servidores estaduais, que realizaram também uma carreata pelas ruas do Centro Político e Administrativo (CPA), na Capital, por 16 votos favoráveis e 8 contrários, os parlamentares mato-grossenses aprovaram em sessão ordinária, o Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, a PEC da Previdência.

José Eduardo Botelho (DEM), presidente da Casa de Leis, depois de votar a PEC, colocou em votação as emendas que tiveram pedido de destaque. A PEC da Previdência teve 112 emendas apresentadas.

Foi uma PEC amplamente debatida, está aqui desde o início de março. Foi discutidos, todos tiveram oportunidade de apresentar emendas, votamos em destaque, o que nem é permitido pelo regimento, mas concedemos o destaque para dar oportunidade de o plenário decidir. O que foi votado é a vontade da maioria dos deputados. Eu acredito que é o melhor. Não saiu como muitos queriam, mas foi a posição da maioria”.

Em relação à emenda 75, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), disse que participou da articulação da emenda de autoria das lideranças partidárias.

Essa emenda 75, eu mesmo participei da articulação ela, ela faz justiça com o trabalhador que se aposenta com um salário melhor. A pessoa trabalha um pouco mais, porém, se aposenta com um salário melhor”, afirmou o presidente da Casa de Leis.

Das emendas que seguiram para votação em destaque, os deputados aprovaram apenas uma, a emenda 75, de autoria das lideranças partidárias. A emenda acrescenta o parágrafo único ao Art. 6º do Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, mensagem 16/2020, com a seguinte redação:

Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas. Os deputados rejeitaram as emendas 27, 58, 65, 66, 90, 68, 111, 98, 100, 70, 102, 74, 82, 83, 86, 102, 104, 105 e 106“.

Entre as principais mudanças propostas, está o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 anos para 62 para mulheres, e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e dos professores também ganham regras próprias, se aposentando mais cedo do que as carreiras do regime geral. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

Votaram contra a PEC da Previdência os deputados; Thiago Alexandre Rodrigues da Silva (MDB), Lúdio Frank Mendes Cabral (PT), Claudinei de Souza Lopes, o “Delegado Claudinei” (PSL), Elizeu Francisco do Nascimento (DC), Janaína Greyce Riva (MDB), Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, mais conhecido como Professor Allan, (PDT), Valdir Mendes Barranco (PT) e Max Joel Russi (PSB).

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