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Senado amplia Comissão do Pantanal para agilizar combate a incêndios

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Mais quatro senadores passam a integrar a Comissão Externa Temporária criada para acompanhar as ações de enfrentamento aos incêndios na região do Pantanal. A decisão foi tomada durante sessão plenária remota.

A comissão foi instalada na quarta-feira, diante do quadro preocupante de incêndios florestais que castigam duramente o bioma.

Passam a integrar a Comissão Externa Temporária do Pantanal os senadores Carlos Fávaro (PSD-MT), Esperidião Amin (PP-SC), e Jayme Campos (DEM-MT), além de Fabiano Contarato (Rede-ES), que é presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado. Todos estes foram indicados como suplentes.

São titulares da Comissão os senadores: Wellington Fagundes (PL-MT), presidente; Nelsinho Trad (PSD-MS), Simone Tebet (MDB-MS) e Soraya Thronicke (PSL-MS).

Teremos muito trabalho pela frente e os senadores que passam a integrar a Comissão do Pantanal tem grande experiência para nos auxiliar na elaboração de um verdadeiro Estatuto do Pantanal, que visa não somente responsabilizar e combater os atuais incêndios, mas prevenir que eles se repitam, ano após ano, disse Fagundes.

Wellington afirmou que, entre outras ações, o grupo deverá ajudar a desenvolver políticas públicas “com começo, meio e fim”, e que o trabalho dos senadores deve ser feito por meio de visitas aos principais focos, bem como reuniões e debates com os envolvidos que incluem os próprios pantaneiros, órgãos federais, estaduais e municipais, organizações não governamentais (ONGs), pesquisadores e especialistas.

Em uma de suas primeiras decisões, a comissão definiu que fará neste sábado (19) uma viagem às regiões afetadas pelas queimadas. Os senadores também deverão visitar a região pantaneira de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, em data a ser definida.

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Política

Eleições 2020: não basta pedir voto, tem que convencer o eleitor sair para votar

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Enquanto os marqueteiros estão ligados nos bastidores da política para apresentar os seus candidatos no Horário Eleitoral Gratuito, os candidatos a Prefeitura de Cuiabá, estão ligados, que nesta reta final é conquistar o voto do eleitor que ainda não escolheu um candidato e convencer o eleitor a sair pra votar.

Faltando 27 dias para o pleito eleitoral os partidos e políticos tentam evitar que o eleitor insatisfeito com o atual cenário político core nulo, branco ou não compareça na sua sessão eleitoral para votar no dia 15 de novembro.

Abstenção, brancos e nulos

As abstenções, votos brancos e nulos vem numa crescente se consideradas as últimas eleições municipais em Cuiabá.

Em 2008 foram 20,7%, em 2012 foi de 35,62%, em 2016 no primeiro turno, somados esses percentuais de brancos, nulos e abstenções chegaram a 33,55%.

No segundo turno de 2016, chamou a atenção 41,03%, desse total a maior parte é de abstenção. Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), foram 104.235 eleitores, que corresponde a 25,11%, não compareceu às urnas.

O percentual de votos nulos também é significativo 11,77% um total de 36% eleitores rejeitaram os candidatos Emanuel Pinheiro e Wilson Santos. Outros 4,15% representados por 12.909 eleitores cuiabanos votaram em branco.

Somados, esse número, incluindo os que se abstiveram de votar é de 153.738 mil eleitores.

Percebe-se que, naquele ano, houve a terceira alta seguida de abstenção nas eleições municipais em Cuiabá.

Um fenômeno que indica um aumento de “desalento” dos eleitores, ou seja, uma menor confiança na política e no valor do seu voto.

O que diz o TRE-MT

Embora o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), do Estado de Mato Grosso, desembargador Gilberto Giraldelli, tenha garantido que o processo eleitoral ocorrerá de forma segura, respeitando todas as normas de segurança, mesmo com os números elevados da Pandemia de Covid-19, ainda é grande o receio das pessoas em comparecer às urnas em novembro.

Especialista na área da Saúde procurado pelo Blog do Valdemir, teme que a doença crie também uma “desesperança” na população em relação ao futuro, além de provocar “insegurança” nos eleitores em se expor ao exercer a cidadania.

Inicialmente, as eleições estavam previstas para 4 e 25 de outubro, mas foram adiadas, devido ao avanço da Covid-19, para 15 e 29 de novembro. Neste ano, com o agravamento da Pandemia, a própria Justiça Eleitoral fez ampla campanha para atrair voluntários para trabalhar no processo eleitoral, temendo possível debandada de auxiliares.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Gilberto Giraldelli disse que se preocupa com abstenções em percentual elevado por causa da Pandemia do Coronavírus.

Sobre abstenção, há a necessária legitimamente aos candidatos eleitos. Estamos vivendo um período de Pandemia, que é um fenômeno que não podemos ignorar. Isso pode afastar os eleitores do grupo de risco e por uma questão de saúde pública podem deixar de comparecer“, disse o presidente Gilberto Giraldelli.

O aumento de abstenção pode impactar o desfecho das eleições que estiverem acirradas?

O impacto de um aumento na abstenção sobre o resultado das eleições dependerá de como esse fenômeno afetará diferentes segmentos da sociedade.

Exemplificando: se a pandemia afastar das urnas especialmente idosos (grupo de risco da Covid-19) e os mais pobres, que historicamente tem taxas maiores de abstenção, naturalmente candidatos que tenham apoio maiores desses segmentos, perderão mais votos com a abstenção.

Uma pesquisa realizada pelo PoderData mostra que, mesmo com o adiamento do 1º turno para 15 de novembro, praticamente metade, cerca de 49% dos brasileiros acha arriscado ir votar presencialmente por causa da Pandemia da Covid-19. Outros 43% dizem haver segurança para realização do pleito. Os que não souberam responder são 8%.

Nota da redação

Estamos no momento de decisão onde está em jogo o futuro da nossa cidade e o futuro das próximas gerações, dos nossos filhos e netos. Votar ou abster-se é transferir essa decisão para outras pessoas, é deixar que outras pessoas decidissem por nós.

Senhores (as) candidatos (as): não basta somente pedir voto, tem que convencer o eleitor a sair para votar.

Não se esqueçam que a abstenção vem crescendo e, o que vamos precisar ver, depois das eleições, é se a pandemia vai aumentar mesmo essa abstenção ou será a desculpa de vez.

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