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Qual o jogo de Maggi? Elogia Emanuel, porém diz o que Mendes precisa fazer na Eleição de 2020

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Como será o amanhã?
Responda quem puder.
O que irá me acontecer?
O meu destino será como Deus quiser.
Como será?
(SimoneO Amanhã)

O pior lugar do mundo para estar é no meio. No avião numa fileira de três, pode haver um folgado de cada lado, com o braço estendido e às pernas abertas. E, você espremido, bem educado, terá dificuldades para pedir licença. O irmão do meio corre o risco de ficar entre a paixão do pai pelo primogênito e da mãe pelo caçula, claro que as melhores famílias não correm este risco.

O duro é ter também no avião, aqueles famosos puxa sa…..que vai para tirar as famosas selfies….e tomam espaços e vagas daqueles que tem mais o que fazer…claro….conversar sobre política, eleição e tudo mais um pouco.

Mas o Blog do Valdemir se propõe a ser um pêndulo, não um martelo. Não se trata de estar no muro, mas ponderar os dois lados, os prós e os contras, sem radicalismos.

Bom, vamos lá……

Em 2009 foi Blairo e Wilson. Agora 10 anos depois, quem sente nas costas é o Prefeito de Cuiabá emedebista, Emanuel Pinheiro. As alfinetadas são demais, basta um questionamento, um do outro que a fogueira acende. O engraçado é que DEM e MDB são do mesmo arco de aliança e pelo andar da carruagem o rompimento será em definitivo.

A não ser que…

O ex-governador, ex-senador e ex-ministro e que se dizia a te pouco tempo, ex-político, que não queria mais saber de política, Blairo Borges Maggi ainda no Partido Progressista (PP), vem devagarinho, voltando a política, após um período de quarentena, e que quarentena.

Senão vejamos: recentemente em uma entrevista para o Programa Geral, Maggi ao ser questionado sobre as eleições municipais 2020, disse:

O Emanuel Pinheiro, provavelmente vai ser candidato a reeleição. A gente olha assim: o prefeito Emanuel tá sendo um bom prefeito para a cidade? Aqui fora como morador, estou gostando do trabalho dele, ele tem chances de reeleição“.

Porém, mandou um recado para o governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira.

Espero que meus aliados arrumem um candidato muito bom, mas muito bom mesmo, porque estou propenso a declarar apoio a reeleição de Emanuel Pinheiro“.

Tudo bem que Maggi não ganhou uma na eleição em Cuiabá, apoiando quem quer que seja. Chamado ate mesmo de “pé frio” entre os amigos mais próximos. Entretanto, não podemos negar que Maggi, continua com a ter uma grande densidade eleitoral em Cuiabá, ainda querido por muitos.

Ao afirmar que o governador Mendes, deve colocar um candidato “muito bom”, Maggi sabe muito bem, que, por Mauro ter sido prefeito da Capital, ele (Mauro), teve uma base para colocar um nome que pudesse ser eleito. E, que, de todos que passaram pelo Governo, somente Dante Martins de Oliveira (In memoriam), elegeu o Prefeito de Cuiabá.

A chance de Mauro fazer um candidato, não vitorioso, mas muito competitivo. Eu acho o pouco da história, é por aí que vai acontecer“, pontuou Maggi.

Nota da redação

Pelas palavras do ex-governador, o DEM, está no meio numa fileira de três no avião. Maggi não ficará na arquibancada, vai entrar no jogo. Mas para qual lado? Para o atual prefeito que vai para a reeleição, ou para o grupo que hoje está no “Poder” no Estado de Mato Grosso?

Afinal ele já transferiu o seu domicílio eleitoral para Cuiabá.

Já que propomos a ser um pêndulo não um martelo, vamos dar uma dica para o grupo que está no “Poder” do Palácio Paiaguas.

Surgiram muitas histórias ultimamente, sendo que algumas não condizem com a realidade. A ideia é que é hora de decidir o nome que disputará a Prefeitura de Cuiabá, contrário será igual a de quando Blairo Maggi depois de muitas discussões por mais de meses decidiu o nome de Sérgio Ricardo que terminou fora do pódio em quarto lugar.

O partido precisa é escolher um candidato que tenha viabilidade eleitoral.

Somente a vontade não garante candidatura. A viabilidade exige: capacidade de articulação, apoio na formação, além de respaldo por meio de pesquisas de intenção de votos.

Lembre-se que: o sonho de todo mundo é administrar a cidade que nasceu, cresceu e hoje em dia vive com a família. Tem que estar preparado para seguir o partido e, que há cobrança no município por candidatura.

Não podemos fugir de realidade: o DEM, não preparou candidato para a disputa em Cuiabá. Assim para ganhar, só se o governador disputar.

Pronto e falei!

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Eleições 2020: não basta pedir voto, tem que convencer o eleitor sair para votar

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Enquanto os marqueteiros estão ligados nos bastidores da política para apresentar os seus candidatos no Horário Eleitoral Gratuito, os candidatos a Prefeitura de Cuiabá, estão ligados, que nesta reta final é conquistar o voto do eleitor que ainda não escolheu um candidato e convencer o eleitor a sair pra votar.

Faltando 27 dias para o pleito eleitoral os partidos e políticos tentam evitar que o eleitor insatisfeito com o atual cenário político core nulo, branco ou não compareça na sua sessão eleitoral para votar no dia 15 de novembro.

Abstenção, brancos e nulos

As abstenções, votos brancos e nulos vem numa crescente se consideradas as últimas eleições municipais em Cuiabá.

Em 2008 foram 20,7%, em 2012 foi de 35,62%, em 2016 no primeiro turno, somados esses percentuais de brancos, nulos e abstenções chegaram a 33,55%.

No segundo turno de 2016, chamou a atenção 41,03%, desse total a maior parte é de abstenção. Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), foram 104.235 eleitores, que corresponde a 25,11%, não compareceu às urnas.

O percentual de votos nulos também é significativo 11,77% um total de 36% eleitores rejeitaram os candidatos Emanuel Pinheiro e Wilson Santos. Outros 4,15% representados por 12.909 eleitores cuiabanos votaram em branco.

Somados, esse número, incluindo os que se abstiveram de votar é de 153.738 mil eleitores.

Percebe-se que, naquele ano, houve a terceira alta seguida de abstenção nas eleições municipais em Cuiabá.

Um fenômeno que indica um aumento de “desalento” dos eleitores, ou seja, uma menor confiança na política e no valor do seu voto.

O que diz o TRE-MT

Embora o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), do Estado de Mato Grosso, desembargador Gilberto Giraldelli, tenha garantido que o processo eleitoral ocorrerá de forma segura, respeitando todas as normas de segurança, mesmo com os números elevados da Pandemia de Covid-19, ainda é grande o receio das pessoas em comparecer às urnas em novembro.

Especialista na área da Saúde procurado pelo Blog do Valdemir, teme que a doença crie também uma “desesperança” na população em relação ao futuro, além de provocar “insegurança” nos eleitores em se expor ao exercer a cidadania.

Inicialmente, as eleições estavam previstas para 4 e 25 de outubro, mas foram adiadas, devido ao avanço da Covid-19, para 15 e 29 de novembro. Neste ano, com o agravamento da Pandemia, a própria Justiça Eleitoral fez ampla campanha para atrair voluntários para trabalhar no processo eleitoral, temendo possível debandada de auxiliares.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Gilberto Giraldelli disse que se preocupa com abstenções em percentual elevado por causa da Pandemia do Coronavírus.

Sobre abstenção, há a necessária legitimamente aos candidatos eleitos. Estamos vivendo um período de Pandemia, que é um fenômeno que não podemos ignorar. Isso pode afastar os eleitores do grupo de risco e por uma questão de saúde pública podem deixar de comparecer“, disse o presidente Gilberto Giraldelli.

O aumento de abstenção pode impactar o desfecho das eleições que estiverem acirradas?

O impacto de um aumento na abstenção sobre o resultado das eleições dependerá de como esse fenômeno afetará diferentes segmentos da sociedade.

Exemplificando: se a pandemia afastar das urnas especialmente idosos (grupo de risco da Covid-19) e os mais pobres, que historicamente tem taxas maiores de abstenção, naturalmente candidatos que tenham apoio maiores desses segmentos, perderão mais votos com a abstenção.

Uma pesquisa realizada pelo PoderData mostra que, mesmo com o adiamento do 1º turno para 15 de novembro, praticamente metade, cerca de 49% dos brasileiros acha arriscado ir votar presencialmente por causa da Pandemia da Covid-19. Outros 43% dizem haver segurança para realização do pleito. Os que não souberam responder são 8%.

Nota da redação

Estamos no momento de decisão onde está em jogo o futuro da nossa cidade e o futuro das próximas gerações, dos nossos filhos e netos. Votar ou abster-se é transferir essa decisão para outras pessoas, é deixar que outras pessoas decidissem por nós.

Senhores (as) candidatos (as): não basta somente pedir voto, tem que convencer o eleitor a sair para votar.

Não se esqueçam que a abstenção vem crescendo e, o que vamos precisar ver, depois das eleições, é se a pandemia vai aumentar mesmo essa abstenção ou será a desculpa de vez.

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