Política

PSDB convida Prado e Glauber para se filiarem no partido

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De olho e pensando em se fortalecer já para as próximas eleições Municipais de 2016 e também as Estaduais de 2018, o PSDB de Mato Grosso começou o trabalho de cooptar nomes para seu partido que possam reforçar o seu quadro.

nilsonepradoPensando nisso o PSDB Mato-grossense formalizou o convite em uma reunião com todos os lideres do partido com nomes de pesos do agronegócio Mato grosso.

O Presidente do partido estadual deputado federal Nilson leitão foi quem fez as honras oficiais do convite ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Prado e o presidente da Câmara setorial da soja e ex-presidente da Aprosoja Brasil, Glauber Silveira, para que eles possam fortalecer a sigla em 2016 e 2018.

Nilson Leitão disse que tanto o Rui Prado quanto Glauber Silveira, são nomes de peso, e com bastante influencia nos meios políticos e partidários, e tem o apoio da maioria do agronegócio junto com eles, e são pessoas que contribuem muito para o crescimento do estado de mato grosso.

O Tucano disse ainda que seria caminho natural do presidente da FAMATO, Rui Prado que mesmo não conseguindo seu intento de sair vitorioso na eleição passada de serem procurados por outros partidos, e o PSDB saiu na frente do convite a ele como também ao Presidente da Aprosoja, Glauber Silveira, para se filiarem no PSDB e venham fortalecer o partido.

Em resposta ao Presidente do PSDB, Nilson Leitão, Rui Prado disse que ficou bastante satisfeito com o convite e que vai decidir sobre seu futuro politico e partidário somente no final do mês de abril, e que ver e analisar com todos os seus amigos e parceiros a possibilidade, mas que até o momento não sabe ainda se vai disputar algum mandato politico. “Fiquei satisfeito com o resultado das eleições, mesmo não sendo eleito, porque fui ao encontro do povo, conheci realidades que são divergentes do nosso dia a dia e percebi que existe muito campo ainda para se trabalhar e para se dedicar em prol do próximo”, disse.

Só me sentirei compelido a disputar se puder colocar em prática propostas que signifiquem melhor condição para se desenvolver o Estado, o país e também atender as demandas da população de uma maneira em geral”, explicou Rui Prado. 

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Vai faltar Júlio Campos no DEM em 2022?

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Em 1985, em meio as articulações no Congresso Nacional para a eleição indireta, dissidentes do Partido Social Democrático (PDS) deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

A atenção dos brasileiros se voltou na época para uma votação realizada no Congresso Nacional, em Brasília. Em jogo, estava o cargo mais importante do país, a Presidência da República. Pela primeira vez desde o início da ditadura militar, em 1964, um presidente civil seria eleito. Mas não da forma como queria a multidão que foi às ruas no ano anterior durante o movimento Diretas Já, que pedia eleição direta.

Na disputa, apenas duas chapas. Pela Aliança Democrática, de oposição, Tancredo Neves (PMDB) e, como vice, José Sarney. Pelo Partido Democrático Social (PDS), o governista, Paulo Maluf e seu vice Flávio Marcílio. Como previsto pelos institutos de pesquisa, Tancredo saiu vencedor. Milhares de pessoas fizeram festa para comemorar não apenas a eleição de um presidente civil, mas também o fim de 21 anos de poder autoritário, de repressão e censura.

O Partido da Frente Liberal (PFL) nasceu forte, após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf.

Na eleição de 1994, o pernambucano Marco Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em 2007, o Partido da Frente Liberal (PFL) é rebatizado de Democratas (DEM), o rebatismo foi ironizado por partidos políticos, o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva em 2010 disse que, mesmo mudando o nome, o partido tinha “a ditadura em seu DNA”.

O DEM é definido como um partido conservador nos costumes, um partido de centro direita, na época da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estavam na direita porque não tinham alternativa. Hoje não são tão radicais.

O DEM giro de 300 graus

O partido depois de sucessivos reveses eleitorais e dissidências, as eleições municipais de 2020 marcaram o retorno dos Democratas ao clube dos grandes partidos. O partido chegou em 2021 no comando de 464 cidades, onde mais de 32,4 milhões de brasileiros vivem sob o comando da legenda.

O partido oriundo da Aliança Renovadora Nacional, partido de sustentação da ditadura o DEM, antigo PFL, vinha se desenhando como o partido de 2022. Se olharmos para alguns indicadores das eleições do pleito passado, a sigla conquistou força política nos grandes centros urbanos.

O Democratas (DEM) se tornou o maior partido da região Centro-Oeste em número de prefeituras municipais.

Apesar do partido chegar em 2022 com um peso político, a sigla não aprende com os erros e a insatisfação é nítida entre os ex-arenistas, peefelistas, pela fusão da sua legenda com o Partido Social Liberal (PSL) entre os “revoltados”, ele o ex-prefeito de Várzea Grande, ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal Júlio José de Campos.

Vai faltar Júlio no DEM em 2022?

A certeza que temos é que faltará apito para o tamanho de intrigas da fusão entre caciques, pré-candidatos e militantes. Mas na “Oca” do DEM, a grande expectativa é pelos sinais de fumaça de Júlio Campos e, com certeza a disputa pelo cocar será acirrada até abril.

A tribo ainda não se recuperou plenamente dos traumas pela possível fusão. Agora, os ex-peefelistas vão demonstrar força antes de se pintarem para a guerra.

À certeza que estamos vendo que a junção dos partidos “apaga a história” do DEM.

A Aliança Renovadora Nacional que se transformou no PDS, depois PFL, depois DEM e correndo sério risco em se transformar União Brasil, do 25 passa a ser 44.

Para aqueles que tem uma história construída na sigla é um momento muito triste. A fusão pode dar causa para saída dos Democratas, Júlio Campos e Dilmar Dal’Bosco.

Dia 5 de novembro Júlio Campos afirmou que os membros mais antigos do partido avaliam se vão continuar ou deixar a sigla após a fusão com o PSL.

Seria um blefe? Não. Foi um aviso, uma preliminar.

Sabemos que os autênticos terão dois caminhos: concordar com esta fusão, ou filiar em outro partido que se afine ideologicamente.

Já dizia Jayme Campos: Júlio Campos é fundador do DEM, do PFL, ele tem o direito de ser ouvido“.

O Blog do Valdemir pergunta: Será que está sendo ouvido? Será que foi ouvido?

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