ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

PSB pretende aumentar em três o número de prefeitos em MT

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Com a eleição suplementar que será realizada em 1º de agosto para prefeito, o PSB, terceiro maior partido político em número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores no Estado, pode aumentar em até três, o número de prefeitos filiados ao partido, já que pretende lançar candidatura nos três municípios onde vai ser realizada a disputa eleitoral, sendo Torixoréu, Acorizal e Matupá.

Temos bons nomes tanto em Acorizal quanto em Matupá que estão conversando com o diretório regional para alinhar a viabilidade eleitoral. Temos até o dia 17 de junho para definirmos esses nomes. O PSB tem chances importantes de aumentar em até três o número de prefeitos no partido, o que significará mais força para desenvolvermos políticas públicas que alcancem o maior número de cidadãos mato-grossenses“, define o presidente regional do PSB, o deputado estadual Max Joel Russi.

O PSB Mato Grosso conta com 13 prefeitos eleitos, nove vice-prefeitos e 141 vereadores, sendo a terceira maior sigla política no Estado em número de eleitos.

Em Torixoréu, o PSB conta com o vereador Tiago Timo, que é presidente da Câmara Municipal e é prefeito interino desde 1º de janeiro deste ano.

A eleição suplementar no município será realizada após a prefeita reeleita Inês Coelho (DEM) ter sido impedida por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em razão de ser esposa do ex-prefeito Odoni Mesquita, que foi chefe do Poder Executivo Municipal entre 2013 e 2016.

A legislação eleitoral não permite que um mesmo grupo familiar assuma o Poder Executivo por dois mandatos consecutivos, para que não haja perpetuação no poder.

Em Acorizal e Matupá, o PSB está em diálogo com lideranças políticas que se colocaram à disposição do partido para a eleição suplementar. O anúncio dos pré-candidatos deve ocorrer em junho.

Tanto em Acorizal quanto em Matupá, os prefeitos eleitos em 2020, foram cassados porque foram condenados em ações de improbidade administrativa.

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Política

Bezerra pressiona Mendes publicamente para emplacar aliado

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Uma possível sinalização do MDB, comandada pelo cacique Carlos Gomes Bezerra para o palanque eleitoral de 2022 do governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira tem apoio de outros membros da cúpula regional, inclusive de toda bancada na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), que é composta pelos deputados Romoaldo Júnior, Thiago Silva, João José e Janaína Greyce Riva parece que está balançando, sem uma estrutura firma e está prestes a cair.

Mesmo não demonstrando a mínima preocupação com o que pensa o prefeito cuiabano Nenel Emanuel. Embora recorram ao discurso de que é preciso construir a unidade interna e ponderem que o Democrata do Executivo Estadual não se decidiu ainda sobre o projeto de reeleição, o bloco majoritário e bezerrista já está com aliança fechada com o Paiaguás para 2022.

Bom…,será mesmo que já está fechado?

Recentemente, o cacique do MDB, Carlos Bezerra, considerado um experiente nas negociações eleitorais, deixou claro que a sigla partidária é fiel ao governo de Mauro Mendes, e vem valorizando o “passe” do MDB, de olho no palanque de 2022. Dizem que o Palácio Paiaguás já entendeu o recado de Bezerra, já que o MDB continua cobrando mais espaço no governo estadual.

Bom…, o clima parece tenso, nuvens escuras rondam o Palácio Paiaguas todas as vezes em que o cacique do MDB, Carlos Gomes Bezerra, e o governador Mauro Mendes se encontram.

Carlos Bezerra, voltou a ameaçar rompimento da sigla com o governador Mauro Mendes (MDB). A motivação seria, mais uma vez, a tentativa de ganhar mais espaço para a legenda na administração estadual.

Hoje, durante evento do Governo do Estado na Arena Pantanal, o clima ficou tenso entre Mauro Mendes e Carlos Bezerra, o motivo foi o mesmo de outros encontros, cargos no Governo do Estado.

O líder do MDB chegou de fazer duras ameaças ao líder do Executivo Estadual, e o desentendimento ganhou ares de bate-boca em pleno evento de entrega de maquinários para obras de infraestrutura no interior do Estado, organizado pela Secretaria de Infraestrutura.

Bezerra cobrou de Mauro Mendes a nomeação dos indicados pelo MDB para uma vaga do governo no município de Confresa, cidade localizada cerca de 1.173 Km da Capital Cuiabá. Diante da negativa, o cacique emedebista ameaçou tirar o MDB da base do governo.

Carlos Bezerra: O seu chefe da Casa Civil me deu a palavra.

Mauro Mendes: Por causa de um carguinho lá em Confresa você quer romper com a gente? Para, Bezerra; você já foi governador”.

Este tipo de discussão tem se tornado cada vez mais comum. Semana passada, Bezerra deixou o Paiaguás sem conseguir negociar mais espaço. Na ocasião, disse não ter sido recebido pelo governador.

Isso não é verdade. Toda vez que ele esteve no governo foi recebido”.

Questionado ao final do evento se estaria na iminência de romper com o MDB por conta de atritos políticos, o governador Mauro Mendes minimizou.

Não é briga, não. Isso é normal, faz parte. Ele nunca deixou de ser atendido. Não vamos ficar com rame-rame”.

O partido comanda, desde o início do mandato de Mauro Mendes (2018), a Secretaria de Agricultura Familiar, com o ex-deputado Silvano Amaral.

Em 2020, brigas internas levaram o próprio Carlos Bezerra a sugerir a saída do ex-parlamentar da pasta. Ele queria Thiago Silva, atual deputado estadual. A mudança abriria vaga para o ex-deputado estadual Romoaldo Júnior, atualmente suplente de deputado na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), dando mais força para o MDB, já que manteria uma vaga parlamentar e uma secretaria de governo. Silvano Amaral não disputou às últimas eleições, portanto, não poderia voltar ao parlamento.

A briga de hoje mostra mais uma vez a desorganização do MDB que, para piorar, continua sem comando na Capital desde a destituição, pelo próprio Bezerra, do advogado Francisco Faiad. O político foi o grande articulador da campanha vitoriosa do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, à reeleição em 2020. Sabe-se que boa parte do MBD quer ver Emanuel Pinheiro pelas costas, exatamente o grupo de Bezerra que apoia Mauro Mendes, o inimigo político número 1 de Pinheiro.

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