FESTA CACELADA

Prefeita de Leverger cancela festas de Réveillon e Carnaval e passa a exigir passaporte de vacina

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O numero de cancelamento de festas de Final de Ano e Carnaval de 2022 esta sendo grande por todo o país. A decisão esta sendo tomada em razão da Pandemia de Covid-19 e por causa do possível aumento de casos da doença. Além da incerteza com relação à nova variante. E segundo as cidades, o carnaval foi considerado evento de alto risco de contágio por receber dezenas de pessoas do Brasil e do exterior.

Grande parte dos especialistas diz ser uma temeridade organizar festas apesar da redução de casos, mortes e internações pela Covid-19, devido ao avanço da vacinação, porque a doença ainda não foi embora.

O município de Santo Antônio de Leverger, é conhecido por ser uma cidade que sedia, uma das maiores festas de carnavais de ruas do centro oeste, com desfiles de tradicionais blocos carnavalescos, além de apresentações de danças culturais como, o Siriri, Cururu e o Boi-à-Serra, que fazem parte da cultura dos munícipes.

Devido a quarta onda da nova variante da Covid-19, a Ômicron, que já foi diagnosticada no Brasil, e com o objetivo de resguardar e preservar vida das pessoas, que ajudam a fomentar a cultura levergense, a prefeita do município de Leverger, publicou nesta sexta-feira (03), o Decreto de Nº 075/2021, anunciando o cancelamento das festividades do carnaval popular, como também, da realização do réveillon público, ressaltando ainda, que os eventos particulares, serão obrigados a exigirem a comprovação de vacinação das pessoa, que estarão participando de determinadas comemorações.

O secretário de Cultura e Turismo do município de Santo Antônio de Leverger, Jeferson Ribeiro destaca que devido a cidade, sempre nas festividades apresentar uma quantidade maciça de pessoas, fica impossibilitado a realização do carnaval, sendo que o município é referência em todo o estado.

O Carnaval é uma tradição popular que ocupa um enorme espaço no coração do nosso povo. Entretanto, o poder público tem uma imensa responsabilidade, e deve fazer escolhas baseadas no interesse comum de seus cidadãos, fundamentadas em critérios técnicos e eticamente defensáveis”, disse Jeferson.

Trabalhando no combate a pandemia, o secretário de saúde do município, Hamilton Silva ressalta que mesmo tendo avanços significativos na campanha de vacinação, ainda é preciso ter cuidado, já que a nova Cepa da Covid-19, é pouco conhecida.

É necessário adotar medidas que resguardam a vida das pessoas, até porque, atualmente essa nova onda da variante Ômicron, ainda está sendo estudada, não existem dados que comprovem de fato, se os imunizantes que estão sendo aplicados na população, combatem essa nova Cepa”, explicou Hamilton.

Para a Prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli Magalhães Vieira Pires, a gestão tem se preocupada em resguardar a vida da população, e que no momento de pandemia da variante, é preciso adotar medidas como meio de prevenção.

Pelo fato de outras cidades, também cancelarem as festividades de carnaval e réveillon, decidimos por não realizar os eventos em nosso município, sempre pensando naqueles que já perderam a vida por causa da doença, e não podemos fazer de conta que a nova onda, é uma preocupação para a nossa população”, concluiu Francieli.

Confira a Nota

A Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Leverger, através da Prefeita Francieli Magalhães, informa que em razão da descoberta da variante Ômicron do novo Coronavírus, bem como uma possível nova onda da doença, sobretudo em virtude das aglomerações que as festividades de fim de ano e carnaval causam, e ainda seguindo orientações das autoridades de saúde, resolveu cancelar as festas de réveillon e carnaval públicos.

Ficando permitida somente as festas de réveillon particulares, exigindo-se o comprovante de vacinação ou teste pra COVID-19 com antecedência de 48hs, tudo visando o bem estar da população e resguardando a preservação à saúde.

Neste momento de incertezas e preocupação com a possível gravidade da variante, a administração municipal empreende esforços no afã de agir com cautela para que se evite a propagação do vírus.

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Política

Juiz arquiva inquérito sobre suposta pratica de “Caixa 2” de cervejaria com Pedro Taques

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Um inquérito policial,foi  instaurado em 2019, para apurar suposta pratica de “Caixa 2” na campanha eleitoral de 2014, doados por um posto e não declarados oficialmente à Justiça Eleitoral pela coligação encabeçada pelo ex-governador José Pedro Gonçalves Taques foi arquivado pelo Ministério Publico Eleitoral (MPE).

Em contrapartida, a respectiva empresa doadora, em tese, teria obtido retorno da doação por meio de contrato com dispensa de licitação no valor total de R$ 41 milhões no governo estadual.

O promotor Arnaldo Justino da Silva decidiu que, devido a ausência de qualquer elemento que possa dar justa causa para persecução penal eleitoral, razão pela qual o arquivamento desta notícia de fato se impõe.

No despacho do Ministério Público Eleitoral (MPE), consta que:

O colaborador Alan Maluf, inquirido pela autoridade policial, apenas reafirmou fatos delatados em colaboração premiada de que José Pedro Taques teria recebido valores para campanha de 2014, doados pela empresa” “não declarados oficialmente à Justiça Eleitoral, e após, já na qualidade de gestor público estadual, teria, estranhamente, celebrado contrato com a respectiva empresa no valor de R$ 41milhões, sugerindo, o retorno da doação em favor da respectiva pessoa jurídica, por meio de respectivo contrato. Contudo, Alan Maluf foi vago em suas declarações. Disse, até mesmo, não saber indicar como ocorreu o alegado esquema, asseverou não saber como era o fornecimento desse combustível doado como caixa 2, nem mesmo a quantidade, muito menos o valor”.

O promotor Arnaldo Justino da Silva concluiu que ocolaborador não apresentou provas ou indícios da veracidade do fato, apenas indicou nome de pessoas supostamente envolvidas no fato tido como ilícito, as quais foram categóricas em negar todas as afirmações feitas pelo colaborador, aduzindo desconhecer a existência de tal estratagema.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) chegou ate mesmo de emitir parecer contrário ao pedido do ex-governador José Pedro Taques (Solidariedade) para arquivar integralmente uma investigação que o acusa de ter recebido doação irregular para a campanha eleitoral de 2014 por meio da Cervejaria Petrópolis.

INQUÉRITO ARQUIVADO

Em decisão publicada nesta segunda-feira (24), o Juiz eleitoral da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, determinou o arquivamento de inquérito que apurava suposta doação ilegal da Cervejaria Petrópolis à campanha do ex-governador do Estado de Mato Grosso, José Pedro Gonçalves Taques, em 2014. Nela o magistrado reconhece a “Ausência de Crime Eleitoral” e, por consequência, crime comum conexo.

No caso dos autos, simplesmente não houve crime eleitoral. A doação foi lícita, sem que se tenha cogitado, sequer, a verificação de elementos que indiquem uso malversado dele“, diz trecho.

A decisão considerou argumentação da defesa dos investigados, no sentido de que, depois de quatro anos de investigação, não foram apontados elementos que pudessem comprovar a suposta doação ilegal. As diligências tiveram início ainda em 2018, com base em acordo de colaboração premiada firmado pelo empresário Alan Malouf.

O próprio empresário, segundo consta nos autos, não soube apontar provas quanto às declarações. Ele teria se limitado a dizer que “ficou sabendo” que a doação tinha como moeda de troca medidas de incentivo fiscal.

Para os fatos constantes destes autos, frise-se, não se pode sequer esperar que o delator possua subsídios que embasem sua conjectura, pois, do contrário, já os teria apresentado. Aliás, apresentou documentos que nada acrescentam ao convencimento acerca de sua imputação“, escreveu o magistrado.

O juiz reconheceu ainda a competência da Justiça Eleitoral para processar, também, o crime comum. Nessa seara, o ex-governador José Pedro Gonçalves Taques era acusado de corrupção passiva, tido como crime conexo à falsidade ideológica eleitoral.

Por todo o exposto, exercendo juízo de retratação, com a consectária integração da decisão recorrida (ID nº 19003698), RECONHEÇO a competência da Justiça Eleitoral para julgamento de todos os fatos constantes dos autos, e, no mérito, DEFIRO os pedidos de (ID nº 101556145 e 101829805) determinando o arquivamento do presente inquérito policial também quanto ao pretenso crime de corrupção passiva (art. 317 do CP), com as ressalvas do art. 18 do CPP, com o consequente óbice ao envio de cópia dos autos ao MP que atua perante a justiça comum“, finalizou. – (Com HNT)

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