MEXIDAS DO TABULEIRO POLÍTICO DE MT

Política em MT: descontentamento, mexidas nas peças e investigações envolvendo figurões

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O clima tem sido tenso na política e nas investigações que vem sendo realizadas no Estado de Mato Grosso nestes últimos dias.

Na política envolve as seguintes peças do tabuleiro político:

– Carlos Henrique Baqueta Favaro, Senador do PSD, o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro do MDB, Júlio José de Campos do DEM, Neri Geller, deputado federal do PP, Otaviano Olavo Pivetta, vice-governador, Wellington Antônio Fagundes, Senador do Partido Liberal (PL), Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) e o Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, Governador do Estado de Mato Grosso.

Nas investigações: políticos e gestores públicos.

Começando o domingão do Blog do Valdemir, vamos reportar as investigações que vem preocupando alguns. Ah! Vale lembrar as viúvas da Praça Alencastro que a função do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE/MT), Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Núcleo de Ações de Competência Originárias (Naco), Polícia Civil, Polícia Federal é de investigar. Comprovada alguma irregularidade, caberá as instâncias da Justiça…. Existe uma investigação criminal que era dirigida para uma operação que vem sendo realizada em Mato Grosso, mas, no meio do caminho…a investigação criminal revelou um grande esquema de corrupção no Estado. Neste esquema tem a participação de políticos e gestores públicos. Ressaltando que, não tem nada com os esquemas que já foram alvos das “Operações” realizadas pela Polícia. Novos inquéritos estão sendo abertos e lá vem: um grande escândalo em MT, acabando com alegria e acabando a posse de bom mocinho de alguém.

Perguntar não ofende

Qual o conteúdo das gravações da escuta telefônica autorizada pela Justiça, que culminará com a prisão de vários figurões? E agora? Quem poderá tirá-los da vergonha, caso os tenham?

Jogadas que envolve o rei

Uma conversa sobre as peças que estão sendo mexidas no quadro político de Mato Grosso, diretamente da fila da loteria da Avenida do CPA, se percebe que tem pré-candidato arriscando o pescoço no pleito eleitoral em 2022. Tem políticos se esperneando e quebrando acordos para se manter vivo, empurrando o Senador do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes para disputar o Palácio Paiaguas e virar Senador na carona do governador Mauro Mendes.

Quer mais? Calma, calma, aqui no Blog do Valdemir você fica sabendo dos acontecimentos e não de suposição, mas, agora vamos para a Casa de Leis, a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

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Na chamada Casa de Leis, alguns deputados estaduais que disputarão uma cadeira no Legislativo, terão que se acotovelar na eleição do dia 3 de outubro, de olho nas prefeituras de 2024. O alívio é que serão somente 150 pré-candidatos disputando as 24 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

Cá entre nós, com o fim das coligações fica difícil né editor? Se em 2018, nada menos que 350 disputaram uma vaga no Legislativo mato-grossense, agora serão só 150. Até eu quero disputar, se a população aclamar o meu nome.

Estava eu empolgado com a minha pré-candidatura que quase me esqueci em dizer para as viúvas que, o vice de Mauro Mendes não sairá da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), muito menos indicado pelos nobres deputados estaduais.

Tem dúvidas? Então tá! Então me responda: você chamaria alguém para ser seu vice, que no futuro próximo teria mais visibilidade política? O motivo? Simples, já que foi indicado pela Casa de Leis, teria o apoio dos 24 deputados e você? Teria 4 ou cinco pegando no seu pé 25 horas por dia (uma hora a mais por conta dos fofoqueiros de plantão).

Cara ou coroa?

Ninguém sabe afirmar no mercadão do CPA, se é o deputado federal do Partido Progressista (PP), Neri Geller, que anda cercando o pessoal para ser vice de Mauro Mendes.

Em conversa afinada no Beco do Candeeiro, pelos balcões, rodas políticas e num Resort em Manso, ouviu-se que entre os nomes comentados, José Aparecido dos Santos, o Cidinho Santos, já está fechado. Será anunciado vice na convenção partidária na majoritária de Mauro Mendes. Então Neri, já estamos ficando cansado de bater a mesma tecla: abre os olhos, senão nem a Câmara Federal vai ter uma vaga.

Otaviano e Wellton

O vice-governador está empolgado com a possibilidade de ser o cara para o Senado da República em 2022. O “Véio da Havan” está dando o maior apoio para Otaviano Pivetta.

Nos bastidores a conversação é que uma chapa seja formada com Senador do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes para o Governo do Estado, e Otaviano Pivetta ao Senado da República. Estas amarrações estão sendo discutidas no litoral catarinense.

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Emanuel e Emanuelzinho

O grupo de dois pode aumentar, com o descontentamento de algumas lideranças políticas, leia-se: Júlio José de Campos, Jayme Veríssimo de Campos, José Eduardo Botelho, Dilmar Dal’Bosco, todos de onde?…do Partido Democratas (DEM), mas, isso deixamos com o editor que é amigo de Júlinho. Chega junto editor…

Carlos Favaro

O Senador do Estado de Mato Grosso, do Partido Social Democrático (PSD), Carlos Henrique Baqueta Favaro, aliado de Mauro Mendes Ferreira, do Partido Democratas (DEM), tem uma grande missão para cumprir em Mato Grosso: aproximar Mauro Mendes do petista, Luís Inácio “Lula” da Silva. A costura vem da nacional através do presidente da sigla Gilberto Kassab…, e não será difícil.

Favaro, Maggi ex-ministro de Lula e Mauro, tudo em casa. O PSD não descarta apoio da sigla a Lula no primeiro turno, caso o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD) não decole.

Nota da redação

Nos bastidores dá para ver de perto onde e como a “magia” realmente acontece, quais coisas são essenciais para que o projeto dê certo.

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Política

Mesmo cassado, Bezerra poderá disputar as eleições de 2022

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Em novembro de 2021, o Ministério Público Eleitoral (MPE), pediu a cassação do mandato do deputado federal e presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, Carlos Gomes Bezerra, por supostos gastos ilícitos nas Eleições de 2018.

Conforme denuncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), diz que o deputado federal Carlos Bezerra montou um gabinete paralelo ao comitê de campanha, o que o beneficiou na disputa. O argumento está no parecer final, assinado pelo procurador regional eleitoral, Eric Raphael Masson, ao processo que investigava Carlos Gomes Bezerra por crimes eleitorais.

Conforme o procurador, o gabinete foi vinculado ao MDB, partido do qual Bezerra é presidente em Mato Grosso, e o parlamentar teria se valido desse cargo para omitir declaração de gastos.

Masson cita dois casos em que as despesas reais de campanha não teriam sido informadas. O dinheiro considerado com origem em Caixa 2 soma R$ 183,7 mil.

A despesa com material gráfico informada à Justiça Eleitoral foi de R$ 142 mil, porém o gasto real teria ficado em R$ 262 mil. Com combustíveis, foram informados R$ 48 mil. O valor real, contudo, teria ficado R$ 134 mil.

Os valores a mais foram identificados em apuração dos documentos de campanha.

Não se ignora que o investimento, pelo partido, até poderia vir a ser legítimo, se não fosse o fato de que absolutamente nada foi declarado à Justiça Eleitoral! Esse ponto é de suma importância, porque decorrem os contornos de caixa dois”, diz o parecer.

Fora do cargo

Por unanimidade, o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT), por crimes eleitorais na campanha de 2018. O MPE afirmou em documento que, apesar da quebra de sigilo bancário não ter sido deferida pela Justiça, as provas colhidas na investigação demonstram que o deputado montou um “gabinete paralelo”.

Nova derrota

Mauro Campbell Marques, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sua decisão nessa quarta (25), acabou negando medida liminar e manteve a cassação do deputado federal Carlos Bezerra.

O acórdão regional acolheu a tese da Procuradoria Regional Eleitoral do Ministério Público Federal (MPF), de que houve omissão contábil do candidato Carlos Bezerra em relação a recursos estimáveis em dinheiro provenientes do Diretório Regional do MDB.

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Apontou ainda, omissões de despesas e receitas de campanha e realização de gastos irregulares pagos com recursos públicos e privados.

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Bezerra e o MDB Nacional interpuseram, isoladamente, recursos ordinários contra o acórdão regional. Em seu apelo, o MDB pleiteou a concessão de tutela de urgência para o fim de atribuir efeito suspensivo ao respectivo recurso, considerando a proximidade do Pleito Eleitoral de 2022, contexto no qual o deputado Carlos Bezerra deve ser considerado um potencial candidato do partido.

Contudo, ao negar o pedido e manter a ação, bem como a cassação do mandato, o ministro destacou não vislumbrar, neste momento processual, a probabilidade do direito invocado, já que, segundo o ministro, o recurso ordinário manejado pelo MDB já possui o efeito desejado, sendo certo que “o efeito suspensivo cessa com o julgamento do feito pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Conforme o ministro, o registro da ocorrência no cadastro eleitoral não implica declaração de inelegibilidade nem impede a obtenção da certidão de quitação eleitoral, ou seja, o deputado federal Carlos Bezerra poderá disputar as eleições de 2022, mas na condição de sub judice.

Registro, ainda, que, conforme o art. 16-A da Lei das Eleições, ao candidato é garantido concorrer ao pleito na condição de sub judice, mesmo nos casos em que o pedido de registro de candidatura tiver sido negado”.

Por fim, o ministro enfatizou que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) julgou procedente representação fundamentada no art. 30-A da Lei nº 9.504/1997, de modo que, como cediço,uma vez julgada procedente a representação, a única sanção aplicável é a negativa ou a cassação do diploma”.

Portanto, sendo certo que, no caso, não houve, e nem poderia haver a imposição da sanção de inelegibilidade, não prospera a afirmação do MDB de que “[…] a imposição imediata da sanção de inelegibilidade revela-se uma restrição desproporcional ao direito fundamental do candidato concorrer nas eleições que se avizinham […]” (ID 157500469), haja vista que não condiz com a realidade jurídica extraída do acórdão regional”, ressaltou. – (Com VG Noticias)

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