ELEIÇÃO 2020

Palácio Alencastro: dos muitos pré-candidatos, apenas dois serão realmente candidatos

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Até o momento muitos nomes, aparecem como pré-candidatos para a cadeira numero 1 de Prefeito de Cuiabá: José Eduardo Botelho (DEM), José Roberto Stopa (PV), Misael Oliveira Galvão (PTB), Ulysses Moraes (PSL), Abílio Jacques Brunini Moumer, o Abílio Junior (PSC), Gisela Simona (PROS), Julier Sebastião (PT), Fabricio Carvalho (PDT), Niuan Ribeiro (Podemos) e Roberto França, porém, com muitas indefinições.

Já que no frigir dos ovos, as conversas chegarão a cozinha e, quando se junta a fome com a vontade de comer, as coisas mudam de água para o vinho e fica de se comer rezando.

Cuiabá já tem altíssima inflação de candidatos interessados em sentar em 2021 na cadeira numero 1 do Palácio Alencastro. Muitos concorrentes já se apresentam como pretendentes para comandar o Alencastro a partir de 2021. Mesmo diante da possibilidade de ainda existirem algumas composições será alto o número de candidatos, o que antecipa em se confirmando a lista a certeza da realização de segundo turno.

Na política, há quem pensa que “acertos” é como tirar doce de criança e vai com muita sede ao pote e, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão como caçarola de assar leitão.

Todos os pleitos eleitorais, antes das convenções, parecem aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios, pisam na batatinha, viajam na maionese.

Assim, para quem ainda não entendeu a eleição a Cuiabá, vamos lá: de há muito nós estamos falando sobre a estadualização da disputa pela prefeitura de Cuiabá, em razão do envolvimento do Governo do Estado. Todos os políticos mato-grossenses, o governador em particularmente, sabem da importância que está eleição na capital, representa muito para o seu projeto da reeleição em 2022. Agora, a ceder a posição de candidato a prefeito não seria recebida como uma demonstração de desprendimento, mas como um ato de insegurança, quanto ao sucesso eleitoral, importante para continuar demonstrando sua força eleitoral no Estado.

Dos seis nomes expostos, apesar ter a preferência de algumas lideranças, o discurso nos bastidores é que: Misael, Stopa e Ulysses não sejam preferência, mesmo porque, a indícios que José Roberto Stopa não será candidato à prefeito e sim candidato a vice-prefeito na chapa com o apresentador do Programa Resumo do Dia, Roberto França.

Já o vereador e presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Misael Oliveira Galvão, perigoso nem sair para reeleição a vereador e Ulysses Moraes surpresa das últimas horas, não haverá tempo para se mobilizar.

Em uma Live, na sua página no Facebook, o vereador do Partido Social Cristão (PSC), Abílio Júnior, que sofre um processo de cassação por quebra de decoro parlamentar, afirmou que será pré-candidato a prefeito de Cuiabá, na eleição que acontece em outubro deste ano.

Eu deixo neste momento o meu nome à disposição do meu partido. Estou reforçando isso para que fique bem claro para quem nos acompanha e para nossos adversários. Vou enfrentar esse sistema. Vou enfrentar essa turma que é da base do Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro”.

Niuan Ribeiro, o vice-prefeito de Emanuel Pinheiro também é candidato, os Democratas tem 3 nomes na ponta da agulha, Mauro Carvalho, Gilberto Gomes de Figueiredo e Fabio Garcia….bom…, Fabio Garcia?

Bom…, continuando, Gisela Simona, do Procon teve espetacular votação na eleição passada, tendo sido a deputada federal mais votada em Cuiabá, com mais de 33 mil votos.

Maestro Fabricio vai ser candidato pelo PDT. Espera receber o apoio da esquerda, fato que dificilmente ocorrerá, em função dos desentendimentos nacionais. Também será uma novidade que pode crescer com o horário eleitoral.

Julier Sebastião que está de volta ao PT e articulando com Lúdio Cabral sua reinserção no partido e na candidatura.

Bom caro leitor do Blog do Valdemir, caso venha algo acontecer, se todos estão partindo para o mesmo patamar, vai pesar na escolha final, após os resultados das pesquisas e a desenvoltura nas alianças partidárias.

Estão cientes os líderes políticos de que não haverá restrições dos partidos aliados ao nome apresentado com o cabeça da futura coligação, até pelo fato de o escolhido candidato a garantira no caso de eleito, os compromissos assumidos com os dirigentes de todos os partidos aliados. E nessa fase de escolha do nome, na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, não há espaço para manifestação de políticos aliados.

O processo é intimamente partidário.

Então ficamos assim: vários nomes serão destaques na imprensa para como pretenso candidato. Aí você amigo internauta, veja a mobilidade política, trânsito nos partidos e quais as lideranças políticas estarão apoiando, depois faz sua análise e descobrirá mais um balão de ensaio.

Nota da redação

Com a promulgação da Emenda Constitucional n°107/2020 que adiou as eleições municipais, todos os prazos eleitorais previstos para o mês de julho foram prorrogados por 42 dias, proporcionalmente ao adiamento da votação. Assim, as convenções partidárias que aconteceria de 20 de julho a 5 de agosto, serão realizados no período de te de agosto a 16 de setembro.

Agora, a largada para o início da campanha eleitoral este ano ocorre em 26 de setembro, quando se inicia a propaganda eleitoral no rádio, na TV e Internet. A votação será em 15 de novembro, ou seja, serão 44 dias para que os partidos projetem seus candidatos a prefeitos e vereadores ao eleitorado. O eventual segundo turno ocorre 14 dias depois em 29 de novembro.

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Política

Apesar dos protestos, PEC da Previdência é aprovado por 16 votos favoráveis

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A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera as regras de aposentadoria dos servidores estaduais replica as novas normas já aprovadas para os servidores federais vai possibilitar que o Estado de Mato Grosso reduza em R$ 25 bilhões o déficit financeiro da previdência previsto para os próximos 10 anos.

Dos R$ 31 bilhões estimados, apenas R$ 6 bilhões precisariam ser pagos com recursos dos cofres públicos no período, conforme relatório técnico do Mato Grosso Previdência (MT/Prev).

Caso não fosse aprovada a reforma para conter o déficit de Mato Grosso, implicaria ainda em restrições ao Estado junto à União, o que impediria Mato Grosso de receber transferências do governo federal, firmar convênios, e até de receber parcelas de convênios já celebrados.

Nesta quarta-feira (12), mesmo sob protestos dos servidores estaduais, que realizaram também uma carreata pelas ruas do Centro Político e Administrativo (CPA), na Capital, por 16 votos favoráveis e 8 contrários, os parlamentares mato-grossenses aprovaram em sessão ordinária, o Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, a PEC da Previdência.

José Eduardo Botelho (DEM), presidente da Casa de Leis, depois de votar a PEC, colocou em votação as emendas que tiveram pedido de destaque. A PEC da Previdência teve 112 emendas apresentadas.

Foi uma PEC amplamente debatida, está aqui desde o início de março. Foi discutidos, todos tiveram oportunidade de apresentar emendas, votamos em destaque, o que nem é permitido pelo regimento, mas concedemos o destaque para dar oportunidade de o plenário decidir. O que foi votado é a vontade da maioria dos deputados. Eu acredito que é o melhor. Não saiu como muitos queriam, mas foi a posição da maioria”.

Em relação à emenda 75, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), disse que participou da articulação da emenda de autoria das lideranças partidárias.

Essa emenda 75, eu mesmo participei da articulação ela, ela faz justiça com o trabalhador que se aposenta com um salário melhor. A pessoa trabalha um pouco mais, porém, se aposenta com um salário melhor”, afirmou o presidente da Casa de Leis.

Das emendas que seguiram para votação em destaque, os deputados aprovaram apenas uma, a emenda 75, de autoria das lideranças partidárias. A emenda acrescenta o parágrafo único ao Art. 6º do Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, mensagem 16/2020, com a seguinte redação:

Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas. Os deputados rejeitaram as emendas 27, 58, 65, 66, 90, 68, 111, 98, 100, 70, 102, 74, 82, 83, 86, 102, 104, 105 e 106“.

Entre as principais mudanças propostas, está o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 anos para 62 para mulheres, e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e dos professores também ganham regras próprias, se aposentando mais cedo do que as carreiras do regime geral. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

Votaram contra a PEC da Previdência os deputados; Thiago Alexandre Rodrigues da Silva (MDB), Lúdio Frank Mendes Cabral (PT), Claudinei de Souza Lopes, o “Delegado Claudinei” (PSL), Elizeu Francisco do Nascimento (DC), Janaína Greyce Riva (MDB), Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, mais conhecido como Professor Allan, (PDT), Valdir Mendes Barranco (PT) e Max Joel Russi (PSB).

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