CIDADE VERDE SEM FESTA

No aniversário de Cuiabá, nada tem para comemorar nos 302 anos

Publicados

em

Nesta quinta-feira, 8 de abril, é o dia da comemoração dos 302 anos da Capital de todos os mato-grossenses. Mas Cuiabá não tem muito o que comemorar, aliás, embora a cidade ofereça atividades turísticas, belezas naturais, variada culinária rica em pratos típicos e um povo hospitaleiro, a gestão pública que se instalou nos últimos anos está a cada dia afundado o município na maior crise sanitária e política.

Ausente de ações no combate a Pandemia da Covid-19 e obras, e segundo alguns, (OPOSIÇÃO), o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro (MDB) nada oferece a população nesta data festiva. Após as críticas da equipe do Blog do Valdemir, a Prefeitura de Cuiabá resolveu abrir mais 4 pontos de vacinação para o combate ao Coronavírus, porém, ainda é insuficiente.

A “OPOSIÇÃO”, como sempre, diz que o atual cenário na gestão Pinheiro é recheado de erros: ruas esburacadas, numa completa falta de infraestrutura e saneamento básico, calamidade na saúde pública, educação beirando índices baixíssimos, segurança cada vez pior. Diante de toda essa catástrofe não se observa movimentação alguma do gestor, fica inerte as questões administrativas.

Cansados com tanta inoperância a população cuiabana usam das redes sociais para expressarem sua indignação. Entre as tantas manifestações de críticas ao atual prefeito cuiabano, uma chamou especial atenção: Cuiabá não tem o que comemorar.

É realmente quem não tem afinidade com a franqueza, mesmo que dispense “um grande amor por Cuiabá”, pode até discordar do posicionamento de algumas matérias produzidas pela nossa equipe de reportagem, mas não vamos aqui fazer média, como se Cuiabá estivesse passando por bons momentos, que nem precisamos explicar, porque a população, está percebendo a veracidade dos fatos.

Senhor prefeito, estamos no meio de uma Pandemia que, em vários momentos, não é respeitada por uma minoria que “brinca” com a doença e que faz que o Hospital São Benedito, se mantenha com um rodízio muito grande de pacientes, assustando nossos especialistas em saúde, enfermeiros, médicos a quantidade de pessoas que passam pelos Hospitais de nossa Capital.

Com certeza a população esperava que pudéssemos neste feriado de 8 de abril, ter um desfile cívico, tomar banho na Salgadeira, no Rio Cuiabá, mas a Covid-19 e suas variantes não permitem.

Gostaríamos que a Saúde em Cuiabá estivesse equilibrada, sem politicagem, que os administradores pensassem mais na cidade, mesmo com todo esse enfrentamento da Pandemia de Coronavírus e que os cuiabanos fossem, apenas adversários políticos e não inimigos políticos e mantivessem a visão focado no combate da Pandemia e no desenvolvimento de Cuiabá.

Gostaríamos que Cuiabá, estivesse em franco crescimento ao invés de estarmos retrocedendo, nós deveríamos estar recebendo de volta o que tínhamos, ou tivemos como pescar no Rio Cuiabá, tomar banho na praia da Coophamil, dançar o rasqueado cuiabano e se divertir nos parques da cidade.

Uma pena, que uma cidade como Cuiabá tenha perdido e continua a perder tantas coisas que a tornaram a Cidade Verde, do sol, do bolo de arroz e da farofa com banana e que, por sinal, é um alento, ainda para quem chegou aqui, há 40 anos atrás e acompanhou a evolução da cidade e a inesperada interrupção da vinda das boas coisas, tudo isso vitimado pelo sistema político imposto pelos que passaram a considerar mais as questões políticas.

Mas senhores políticos, o povo cuiabano começou a entender que a política é mais interessante do que o progresso e tudo isso que estamos vendo, não deixa de ser um reflexo de má política.

Nesse momento de ódio na política o que mais se vê são pouca vontade nas medidas restritivas, o que se vê são obras que ficaram para trás, com promessas e mais promessas, sem que resultados apareçam.

Esta cidade que completa hoje 302 anos, só podemos dizer que não temos o que festejar e isso é uma retórica verdadeira, pois a população tem conhecimento total de tudo.

Mas vamos acreditar que, um dia tudo isso mude, quando, realmente, os políticos começarem a pensar Cuiabá com bons olhos e que comecem, pelo menos, a ter pena e se dediquem de corpo e alma, apaguem esse ódio do coração, das maldades e que, Cuiabá venha a ser reconstruída e onde reine uma política, sem ameaças.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Várzea Grande terá incremento de 16% no seu orçamento público para o exercício 2020
Propaganda

Política

Lúdio faz representação ao MPF para garantir vacinação contra Covid-19 de indígenas

Publicados

em

O deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Lúdio Frank Mendes Cabral fez, uma representação ao procurador da República Gustavo Nogami para que o Ministério Público Federal (MPF) tome medidas administrativas e judiciais para garantir a vacinação contra Covid-19 dos 28.758 indígenas que vivem em territórios indígenas em Mato Grosso.

Apesar desse grupo fazer parte da fase 1 de vacinação e todas as doses terem sido enviadas ao estado na primeira remessa, apenas 59,5% dos indígenas receberam a 1ª dose (17.116 pessoas) e 39,3% receberam a 2ª dose (11.291 pessoas).

O levantamento foi feito por Lúdio Cabral, que é médico sanitarista, com base nas resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), comparadas com o painel de vacinação do Ministério da Saúde. Ele destacou ainda que a imunidade contra a Covid-19 só é completa 14 dias após a aplicação da dose de vacina, de modo que o baixo índice de vacinação coloca essas populações em risco.

Isso é inadmissível, considerando que os indígenas fazem parte do grupo prioritário de vacinação, e a entrega das doses destinadas a esse público ocorreu há três meses, em 19 de janeiro. Os indígenas têm prioridade na vacinação por terem imunidade mais baixa a infecções e epidemias que outras populações. Por isso, é tão preocupante a vacinação não ter sido concluída, o que deixa esses povos expostos à Covid-19“, afirmou Lúdio, que já atuou como médico em aldeias em Mato Grosso.

Na representação, o parlamentar do Partido dos Trabalhadores (PT), Lúdio Cabral, solicitou que o MPF investigue as razões pelas quais a cobertura vacinal alcançada é de apenas 59,5% na 1ª dose e de 39,3% na 2ª dose, já que 100% das doses necessárias para vacinar os indígenas que residem em terras indígenas de Mato Grosso foram recebidas pelo estado em janeiro de 2021, bem como identificar o que houve com as doses que ainda não foram aplicadas. Lúdio recomenda que o Estado de Mato Grosso demonstre com documentos como essas vacinas foram distribuídas aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

Lúdio requereu também que o MPF acione a União, por intermédio do DSEI, vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), órgão do Ministério da Saúde, para que providencie a regular, imediata e integral vacinação dos indígenas de Mato Grosso.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Mauro Mendes já não esconde o desejo de disputar o Senado em 2018
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA