FATOS HISTÓRICOS

Nenel tenta entrar para a história pela segunda vez

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Os últimos dias tem sido desalentador, para quem acompanha a política mato-grossense. Quando se imaginava que o Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), não poderia chegar mais baixo do que já chegou, eis que surge o “Dia do Perdão” e o “Chororô“.

Na última quarta-feira, mais um capítulo desta novela, o prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro na sua entrevista coletiva, a ponto de causar vergonha. Pinheiro parece ter perdido seu parâmetro. Cuiabá transformou num velho oeste, onde o esforço é para saber quem causa o maior prejuízo, não quem traz resultado positivo. Nada é propositivo, e a ordem parece que tudo fique cada vez pior. Se é isto que de fato querem, estão conseguindo. Problema, depois, é dar volta.

Dia do Perdão

Em tempo de crise política, podemos recorrer a um versinho de para-choque de caminhão “políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos, pelo mesmo motivo”.

É por falar em política, quantos líderes não usam “os fins justifica os meios”: para justificar o injustificável, (o pior é que Maquiavel jamais disse isso. Sei, pensamento foi distorcido numa tentativa de resumir as ideias de sua obra “O Príncipe).

O amigo internauta do Blog do Valdemir, já entendeu nas entrelinhas que estamos nos referindo ao Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, o emedebista Emanuel Pinheiro que após 37 dias, ele voltou para sentar na cadeira numero 1 do município.

O Nenel Pinheiro voltou e nada mudou. Mesmo ausente, o prefeito cuiabano retorna, tirando “onda” com o povo cuiabano, é inaceitável encaminhar uma mensagem para a Câmara Municipal de Cuiabá, criando o “Dia do Perdão”.

Nenel Pinheiro falta você criar o “Dia do Chororô”, a população não está acreditando nesta “palhaçada”, você quer brincar em administrar uma Capital?

Cria também o dia da minha liberação, dia que falarei a verdade, dia da sombracelha, dia das operações da Polícia, dia do desvio, dia que quase pirei, dia da denúncia no MPE, dia do peixe fora d’água, dia do injustiçado.

Aproveita Nenel, por que de acordo com a Constituição Federal, Estados e Municípios podem por meio de Leis locais criar feriados e celebrar tradições religiosas.

Quatro fatos históricos do dia 30 de novembro

– Em 1919 pela primeira vez na França as mulheres votaram em eleições legislativas.

– Em 1935 na Alemanha de Adolf Hitler é concedido o direito de divórcio no caso de um dos cônjuges não acreditar nas ideias nazistas.

– Em 1958, após 93 anos no poder. O partido. O partido Colorado perde as eleições legislativas no Uruguai, vencidas pelo partido Blanco.

– Em 1982, o álbum Thriller, de Michael Jackson foi lançado.

– E, em 2021 Nenel quer entrar para a “história” pela segunda vez com Mensagem N° 84/2021 criando o “Dia do Perdão”, que será celebrado anualmente dia 26 de novembro (um dia antes de ter perdido o tri na Libertadores 2021).

Quer saber quando Nenel entrou para a história pela primeira vez? Quando foi afastado da Prefeitura Municipal de Cuiabá.

Quer saber o porquê dia 26?

Quando a Justiça autorizou o retorno de Nenel Pinheiro para comandar novamente a Prefeitura de Cuiabá.

PS: Nenel, não se esqueça das investigações das nove “Operações” realizadas na sua gestão na ordem de R$ 250 milhões reais.

Enfim, dia 30 de novembro é: 334° dia do ano; 48° terça-feira; 48 semanas de 2021; signo zodíaco 30 de novembro sagitário, e já que não existe feriados e dias festivos no Brasil, Nenel vai implantar…

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Política

Juiz arquiva inquérito sobre suposta pratica de “Caixa 2” de cervejaria com Pedro Taques

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Um inquérito policial,foi  instaurado em 2019, para apurar suposta pratica de “Caixa 2” na campanha eleitoral de 2014, doados por um posto e não declarados oficialmente à Justiça Eleitoral pela coligação encabeçada pelo ex-governador José Pedro Gonçalves Taques foi arquivado pelo Ministério Publico Eleitoral (MPE).

Em contrapartida, a respectiva empresa doadora, em tese, teria obtido retorno da doação por meio de contrato com dispensa de licitação no valor total de R$ 41 milhões no governo estadual.

O promotor Arnaldo Justino da Silva decidiu que, devido a ausência de qualquer elemento que possa dar justa causa para persecução penal eleitoral, razão pela qual o arquivamento desta notícia de fato se impõe.

No despacho do Ministério Público Eleitoral (MPE), consta que:

O colaborador Alan Maluf, inquirido pela autoridade policial, apenas reafirmou fatos delatados em colaboração premiada de que José Pedro Taques teria recebido valores para campanha de 2014, doados pela empresa” “não declarados oficialmente à Justiça Eleitoral, e após, já na qualidade de gestor público estadual, teria, estranhamente, celebrado contrato com a respectiva empresa no valor de R$ 41milhões, sugerindo, o retorno da doação em favor da respectiva pessoa jurídica, por meio de respectivo contrato. Contudo, Alan Maluf foi vago em suas declarações. Disse, até mesmo, não saber indicar como ocorreu o alegado esquema, asseverou não saber como era o fornecimento desse combustível doado como caixa 2, nem mesmo a quantidade, muito menos o valor”.

O promotor Arnaldo Justino da Silva concluiu que ocolaborador não apresentou provas ou indícios da veracidade do fato, apenas indicou nome de pessoas supostamente envolvidas no fato tido como ilícito, as quais foram categóricas em negar todas as afirmações feitas pelo colaborador, aduzindo desconhecer a existência de tal estratagema.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) chegou ate mesmo de emitir parecer contrário ao pedido do ex-governador José Pedro Taques (Solidariedade) para arquivar integralmente uma investigação que o acusa de ter recebido doação irregular para a campanha eleitoral de 2014 por meio da Cervejaria Petrópolis.

INQUÉRITO ARQUIVADO

Em decisão publicada nesta segunda-feira (24), o Juiz eleitoral da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, determinou o arquivamento de inquérito que apurava suposta doação ilegal da Cervejaria Petrópolis à campanha do ex-governador do Estado de Mato Grosso, José Pedro Gonçalves Taques, em 2014. Nela o magistrado reconhece a “Ausência de Crime Eleitoral” e, por consequência, crime comum conexo.

No caso dos autos, simplesmente não houve crime eleitoral. A doação foi lícita, sem que se tenha cogitado, sequer, a verificação de elementos que indiquem uso malversado dele“, diz trecho.

A decisão considerou argumentação da defesa dos investigados, no sentido de que, depois de quatro anos de investigação, não foram apontados elementos que pudessem comprovar a suposta doação ilegal. As diligências tiveram início ainda em 2018, com base em acordo de colaboração premiada firmado pelo empresário Alan Malouf.

O próprio empresário, segundo consta nos autos, não soube apontar provas quanto às declarações. Ele teria se limitado a dizer que “ficou sabendo” que a doação tinha como moeda de troca medidas de incentivo fiscal.

Para os fatos constantes destes autos, frise-se, não se pode sequer esperar que o delator possua subsídios que embasem sua conjectura, pois, do contrário, já os teria apresentado. Aliás, apresentou documentos que nada acrescentam ao convencimento acerca de sua imputação“, escreveu o magistrado.

O juiz reconheceu ainda a competência da Justiça Eleitoral para processar, também, o crime comum. Nessa seara, o ex-governador José Pedro Gonçalves Taques era acusado de corrupção passiva, tido como crime conexo à falsidade ideológica eleitoral.

Por todo o exposto, exercendo juízo de retratação, com a consectária integração da decisão recorrida (ID nº 19003698), RECONHEÇO a competência da Justiça Eleitoral para julgamento de todos os fatos constantes dos autos, e, no mérito, DEFIRO os pedidos de (ID nº 101556145 e 101829805) determinando o arquivamento do presente inquérito policial também quanto ao pretenso crime de corrupção passiva (art. 317 do CP), com as ressalvas do art. 18 do CPP, com o consequente óbice ao envio de cópia dos autos ao MP que atua perante a justiça comum“, finalizou. – (Com HNT)

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