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Missão impossível: Mauro quer Taques no PSB

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Assediado por todos os lados depois que surgiu o desentendimento entre o líder maior no estado o Governador Pedro Taques (PDT) e também o presidente do diretório estadual do partido o deputado Zeca Viana, o prefeito da Capital Mauro Mendes (PSB) já começou a fazer o trabalho de conquista, vai almoçar com Taques no Palácio Paiaguas para oficializar o convite do PSB para ele se filiar no partido.

mauroTaquesO almoço marcado para as 12h30min de hoje, estará sendo esperado por muitos jornalistas que estarão de plantão no hol de entrada do gabinete do Governador para saber detalhes do convite que Mauro Mendes vai fazer ao governador Pedro Taques.

No cardápio principal do tão esperado almoço, será a oficialização do convite para o Chefe do Executivo do Estado, migrar-se no partido do PSB, já que pelos quatro cantos do Estado de Mato Grosso, dizem que o mesmo não esta se sentindo a vontade no PDT, devido ás divergências com o presidente do partido, deputado Zeca Viana

Mas como o Blog do Valdemir, já antecipou, apesar destes embates políticos internos de ambos deste primeiro de fevereiro, a saída do líder Pedro Taques será impossível e todos juntos e misturados continuarão dentro do partido.

Taques já foi sondado por seis partidos e continuara, mas é somente no fundo um jogo de encenação a saída de Pedro do PDT, o motivo! … Seria a briga pelo seu cargo, perda do mandato por infidelidade partidária, o que não seria interessante para o Governador Pedro Taques neste momento.

Nos bastidores, a notícia e de que o Governador Taques, através de seus interlocutores já teria acenado para uma conversa amigável com o presidente do partido regional deputado estadual Zeca Viana.

PSDB de Aécio Neves também recebeu a noticia do descontentamento de Pedro Taques com seu partido, e já teria sinalizado ao Deputado Estadual e líder do Governo na AL Wilson Santos a formular um convite também ao Governador Taques, já que o mesmo teria dado total apoio a sua candidatura em 2014 para a Presidência da Republica.

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Vai faltar Júlio Campos no DEM em 2022?

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Em 1985, em meio as articulações no Congresso Nacional para a eleição indireta, dissidentes do Partido Social Democrático (PDS) deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

A atenção dos brasileiros se voltou na época para uma votação realizada no Congresso Nacional, em Brasília. Em jogo, estava o cargo mais importante do país, a Presidência da República. Pela primeira vez desde o início da ditadura militar, em 1964, um presidente civil seria eleito. Mas não da forma como queria a multidão que foi às ruas no ano anterior durante o movimento Diretas Já, que pedia eleição direta.

Na disputa, apenas duas chapas. Pela Aliança Democrática, de oposição, Tancredo Neves (PMDB) e, como vice, José Sarney. Pelo Partido Democrático Social (PDS), o governista, Paulo Maluf e seu vice Flávio Marcílio. Como previsto pelos institutos de pesquisa, Tancredo saiu vencedor. Milhares de pessoas fizeram festa para comemorar não apenas a eleição de um presidente civil, mas também o fim de 21 anos de poder autoritário, de repressão e censura.

O Partido da Frente Liberal (PFL) nasceu forte, após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf.

Na eleição de 1994, o pernambucano Marco Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em 2007, o Partido da Frente Liberal (PFL) é rebatizado de Democratas (DEM), o rebatismo foi ironizado por partidos políticos, o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva em 2010 disse que, mesmo mudando o nome, o partido tinha “a ditadura em seu DNA”.

O DEM é definido como um partido conservador nos costumes, um partido de centro direita, na época da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estavam na direita porque não tinham alternativa. Hoje não são tão radicais.

O DEM giro de 300 graus

O partido depois de sucessivos reveses eleitorais e dissidências, as eleições municipais de 2020 marcaram o retorno dos Democratas ao clube dos grandes partidos. O partido chegou em 2021 no comando de 464 cidades, onde mais de 32,4 milhões de brasileiros vivem sob o comando da legenda.

O partido oriundo da Aliança Renovadora Nacional, partido de sustentação da ditadura o DEM, antigo PFL, vinha se desenhando como o partido de 2022. Se olharmos para alguns indicadores das eleições do pleito passado, a sigla conquistou força política nos grandes centros urbanos.

O Democratas (DEM) se tornou o maior partido da região Centro-Oeste em número de prefeituras municipais.

Apesar do partido chegar em 2022 com um peso político, a sigla não aprende com os erros e a insatisfação é nítida entre os ex-arenistas, peefelistas, pela fusão da sua legenda com o Partido Social Liberal (PSL) entre os “revoltados”, ele o ex-prefeito de Várzea Grande, ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal Júlio José de Campos.

Vai faltar Júlio no DEM em 2022?

A certeza que temos é que faltará apito para o tamanho de intrigas da fusão entre caciques, pré-candidatos e militantes. Mas na “Oca” do DEM, a grande expectativa é pelos sinais de fumaça de Júlio Campos e, com certeza a disputa pelo cocar será acirrada até abril.

A tribo ainda não se recuperou plenamente dos traumas pela possível fusão. Agora, os ex-peefelistas vão demonstrar força antes de se pintarem para a guerra.

À certeza que estamos vendo que a junção dos partidos “apaga a história” do DEM.

A Aliança Renovadora Nacional que se transformou no PDS, depois PFL, depois DEM e correndo sério risco em se transformar União Brasil, do 25 passa a ser 44.

Para aqueles que tem uma história construída na sigla é um momento muito triste. A fusão pode dar causa para saída dos Democratas, Júlio Campos e Dilmar Dal’Bosco.

Dia 5 de novembro Júlio Campos afirmou que os membros mais antigos do partido avaliam se vão continuar ou deixar a sigla após a fusão com o PSL.

Seria um blefe? Não. Foi um aviso, uma preliminar.

Sabemos que os autênticos terão dois caminhos: concordar com esta fusão, ou filiar em outro partido que se afine ideologicamente.

Já dizia Jayme Campos: Júlio Campos é fundador do DEM, do PFL, ele tem o direito de ser ouvido“.

O Blog do Valdemir pergunta: Será que está sendo ouvido? Será que foi ouvido?

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