Política

Mendes como líder do Estado, precisa rever urgentemente com os prefeitos ações em conjunto para combater o “Covid-19”

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Com início da crise do “Coronavírus” em Mato Grosso, os prefeitos começaram a decretar medidas para conter a propagação do vírus em seus municípios.

No entanto algumas delas precisam ser revistas, como o fechamento de fronteiras terrestres e a suspensão do funcionamento de estabelecimento e de serviços considerados essenciais para a população.

Para reverter algumas dessas ações, sobre decisões restritivas nos municípios mato-grossenses, o governador Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira tem buscado, uma aproximação com os prefeitos, para debater medidas de combate ao Covid-19, abrindo diálogo e, assim também em acordo com os demais Poderes, o governador articula com os 141 prefeitos, uma videoconferência.

Além de tratar de temas como a preocupação das redes de Saúde de cada cidade, irá discutir ações, prevenção e combate a propagação.

Mendes é ciente que as ações dos prefeitos, vão trazer consequências para o cidadão, conforme relatou na sua última entrevista para a TV Centro América.

A gente recomenda aos prefeitos um pouco de cautela, pois se criarmos uma grande paralisia na nossa atividade econômica. Daqui a pouco essas pessoas com fome, vão aumentar a violência. Então temos que ter muito cuidado“.

É bom ressaltar que alguns prefeitos do interior do Estado de Mato Grosso estão fazendo isolamento total, paralisando totalmente os comércios e todas as atividades, sem sequer existir um caso de contaminado por Coronavírus confirmado na sua cidade.

Neste momento como líder do Estado, precisa realmente urgentemente reunir com os prefeitos e pedir calma e união nesse momento.

As ações precisam ser organizadas, e que o Governo, seja ouvido, a exemplo do que aconteceu na última terça feira, quando o Blog do Valdemir, publicou uma matéria intitulada: Mendes x Pinheiro.

Só sabemos que após a publicação, a tarde fumaram o cachimbo da paz.

PS: quem sabe reconhecerá agora quem não conhece, dirá que foi coincidência. Acorda!! Não existe coincidência.

Finalizando, desculpe os recalques são muitos…

Mas, enfim…, se todo mundo mandar parar tudo, como vai chegar alimentação nas diversas regiões de Mato Grosso.

Se param as construtoras que dão manutenção em algumas estradas, se der uma chuva lá. Não vai ter manutenção na estrada e vai ter desabastecimento“, pontuou em sua entrevista, Mauro Mendes.

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Sem plateia e convidados, Luís Roberto Barroso assume TSE em cerimônia virtual

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O ministro Luís Roberto Barroso toma posse, nesta segunda-feira (25), como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro Edson Fachin assume como vice-presidente da Corte eleitoral. A gestão segue até fevereiro de 2022.

A solenidade de posse acontecerá, pela primeira vez, sem convidados ou plateia presencial. Por causa da pandemia do novo coronavírus, ambos assumirão os novos cargos em sessão virtual. Estarão presentes apenas a ministra Rosa Maria Pires Weber, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o ministro Luis Felipe Salomão, escolhido para recepcionar Barroso em nome da Corte.

Uma mesa de autoridades será composta virtualmente. Entre elas estão o presidente da Republica Jair Messias  Bolsonaro; os presidentes da Câmara, deputado Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre; e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. Também foram convidados o procurador-geral Eleitoral, Augusto Aras, e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz.

Barroso assume o Tribunal Superior Eleitoral no período em que deve definir se haverá ou não eleição municipal neste ano. Em reunião virtual com a Associação dos Magistrados Brasileiros, o ministro afirmou que, se houver adiamento, que seja o mais curto possível.

Uma possibilidade é deixar o primeiro turno para 15 de novembro, no máximo dezembro. No entanto, Barroso rechaçou a hipótese de unificar os pleitos em 2022.

Por minha vontade, nada seria modificado porque as eleições são um rito vital para a democracia. Portanto, o ideal seria nós podermos realizar as eleições. Porém, há um risco real, e, a esta altura, indisfarçável, de que se possa vir a ter que adiá-las”, disse o ministro, na ocasião.

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