VOCÊ ESTAVA ONDE?

Mendes afirma que não vai permitir que Emanuel adote o “filho da corrupção”; Nenel onde estava em 2011?

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Entre um Bus Rapid Transit (/BRT) ou um Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT), até agora só enrolação e discussão.

De um lado o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro (MDB), de outro Mauro Mendes Ferreira (DEM), e no meio 920 mil pessoas a “Espera de um Milagre”, e assistindo está guerra política que cada dia que passa aumenta a desconfiança em nossos gestores públicos.

A população se questiona: tá difícil para definirem um modal, imagina então o que fazer para minimizar a situação da Pandemia e o desemprego.

O Blog do Valdemir foi questionado pelos internautas: onde estavam Mauro Mendes e Emanuel Pinheiro, quando trocaram o VLT pelo BRT?

Bom…, Mauro Mendes estava na sua empresa, se preparando para assumir uma candidatura para o Palácio Alencastro, já o Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro estava com mandado de deputado estadual e era relator da Comissão Especial de Acompanhamento da Copa do Mundo da Fifa de 2014, no qual incluía o Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT).

Em 2010, após passar um período longe da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Emanuel Pinheiro, retorna ao Legislativo com uma expressiva votação na época. Porém o que realizou em prol do modal?

Emanuel chegou em um momento que os mato-grossenses estavam felizes porque Cuiabá em 2009 foi o escolhida para sediar 4 jogos da Copa do Mundo de 2014. Tudo era lindo. Um buraco na Avenida da FEB era o progresso, uma, em Cuiabá era tecnologia. E neste período de 11 anos, nos resta só lembranças e foi nos dado o legado da Copa de 2014.

Não me pergunte quais, eram 56 obras e o que se vê, não chega a 25.

Já se passaram 11 anos, não refletiu quem não quis, quem se negou a enxergar a realidade, mas entendemos muito bem: quem tem medo do escuro é um terror quando as luzes se apagam.

Tentar encontrar alguma coerência, tendo os códigos como parâmetros no que faz, não é certo nem errado. É apenas inútil.

Assim, a uma pessoa mais atenta, não escapa que Emanuel Pinheiro recorre a um pretexto.

Bom…, tem um Gallo no caminho, no caminho tem um Gallo

Em entrevista a Rádio CBN Cuiabá, o secretario de Fazenda do Estado de Mato Grosso (SEFAZ/MT), Rogério Luiz Gallo, questionou a insistência de Emanuel Pinheiro para a realização de um plebiscito neste momento, já que foi relator e presidente de algumas comissões relacionadas a Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá na época.

A hipocrisia irrita e quando a hipocrisia vem daqueles que deveria ter feito e não fizeram, irrita mais porque nós queremos de fato, entregar algo que seja melhor para a população“, disse Gallo em entrevista a Rádio CBN.

Pelo jeito, Emanuel Pinheiro não pediu plebiscito porque confiou no mandado que foi outorgado.

Mauro Mendes

Já o governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, nesta ultima quarta-feira disse que ele está defendendo algo que é errado. Isso (o VLT) é o filho da corrupção que ele quer manter vivo. Eu quero ‘matar’ todos os filhos, pais e mães da corrupção.

Entretanto o governador Mauro Mendes fez um “diagnóstico” interessante, disse que Emanuel Pinheiro está desanimado por assumir uma prefeitura com “tantas confusões” em 2021.

Ele recebeu o mandado de um tal prefeito Emanuel Pinheiro, pegou a prefeitura quebrada, já deve estar desanimado. Tantas confusões e problemas que tem lá dentro (prefeitura de Cuiabá)… e agora quer abandonar o barco, ironizou Mauro.

Nota da redação

– Onde andava você nestes últimos 11 anos, quando foi mudado o modal?
– O TCU confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, ocorreu por meio de um laudo falsificado;
– MPF afirmou que a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no bojo do processo;
– Silval Barbosa em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implementar o BRT, mas houve a troca do modal para viabilizar recebimento de proposta na ordem de R$ 18 milhões.
– Onde andava você?
– Emanuel onde estava quando trocaram o BRT pelo VLT?
– Mauro onde estava?

Vem água com açúcar.

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Política

MPF consegue na Justiça que trecho da BR-158 que intercepta a TI Maraiwatsédé (MT) seja fechado

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O Ministério Público Federal (MPF) garantiu na Justiça Federal o fechamento do traçado da rodovia BR-158, que corta o interior da reserva indígena Marãiwatsédé, localizada na região de Barra do Garças. O procurador da República Everton Pereira Aguiar Araujo ajuizou ação civil pública (ACP) contra a União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A ACP foi motivada pela não resolução consensual entre os entes, e inclusive foi realizada audiência pública promovida pela Câmara dos Deputados em 2018. Na ocasião, o procurador ressaltou que o traçado cortando o interior da Terra Indígena (TI) foi uma das causas e um dos catalisadores da ocupação da área por não indígenas, bem como por novos posseiros.

Conforme a ACP, o traçado da BR-158, que intercepta de norte a sul a TI Marãiwatsédé, afeta diretamente aspectos culturais e existenciais dos povos Xavantes ali residentes. Além disso, o trânsito interno de veículos pesados, além de ocasionar a morte de espécies da fauna nativa, traz risco de acidentes para a população indígena.

O MPF argumentou também que a presença de pessoas alheias à cultura indígena no interior da TI pode gerar conflitos com os residentes. Da mesma forma, uma rodovia que serviria para escoar a produção agrícola da região, de alta demanda, embaraçaria o livre exercício da posse de terra tradicionalmente ocupada.

Nesse sentido, uma rodovia pavimentada no interior desse território facilitaria a perpetração de delitos ambientais como, incêndios e desmatamentos, que prejudicam sobremaneira as atividades de subsistência dos povos indígenas, mormente considerando que eles utilizam preponderantemente a caça para obter alimentos.

Na sentença, a juíza federal Danila Gonçalves de Almeida afirma que a medida mais importante e urgente para preservar os interesses dos indígenas de forma definitiva seria a conclusão do traçado leste, extraindo o trânsito de veículos do interior da TI Marãiwatsédé.

Dessa forma, a União e o Dnit devem abster-se da pavimentação do trecho que corta a TI Marãiwatsédé, promover o seu fechamento e reflorestamento para garantir a recuperação ambiental.

Devem também iniciar, de forma urgente, as obras referentes ao traçado leste da BR-158, respeitando, na elaboração do trajeto, as aldeias antigas, cemitérios e demais locais sagrados para a comunidade indígena. Devem ainda, no prazo de dezoito meses, apresentar o Plano Básico Ambiental e o Estudo de Componente Indígena, como condicionante para a licença de instalação.

Em relação ao Ibama, a instituição não deve expedir licença ambiental quanto ao trajeto da BR-158 que corta a TI Marãiwatsédé.

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