JURAS DE AMOR

MDB ainda não sabe o próprio rumo para o pleito eleitoral em MT

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O Jornal do Meio Dia da Gazeta com o âncora Lucio Sorge, entrevistou nesta segunda-feira o então secretário de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (SEAF), Silvano Amaral e a entrevista deixou o secretário sem resposta para a crise que o MDB vem enfrentando desde 1998.

Na entrevista foram nítidas a elevação e a mudança de discurso em relação a esse grupo comandado pelo deputado federal e líder do partido Carlos Gomes Bezerra.

Os bastidores do MDB deixam claro a ruptura e a disposição do partido em dialogar com a oposição. O MDB já é oposição, sejamos claros, abrindo dissidência do governo.

É Mauro Mendes…, a nota promissória para 2023, será elevada em 99%.

Silvano Amaral mandou uma fita:

Emanuel não terá apoio dos prefeitos e vereadores para o governo“, disse na entrevista para o jornal do meio dia.

Na verdade, o MDB repete o que sempre fizeram em outros governos, antes do seu término do mandato muda de lado, mas em janeiro tudo volta ao normal, afinal o MDB precisa ajudar a administrar Mato Grosso. E não se estranhem, das entranhas e bastidores do governo começarem a serem revelados.

A desculpa será o não atendimento por parte do governador do Partido Democratas (DEM), Mauro Mendes Ferreira, em não colocar a ex-deputada federal de Mato Grosso Maria Aparecida Bezerra, a Teté Bezerra, esposa do cacique do MDB, Carlos Gomes Bezerra, na secretaria Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (SEAF).

Mauro Mendes rejeitou e aí o bicho pegou…

As informações são de que o líder do Executivo Estadual está de conversas afinadas e abrindo um diálogo mais amplo com outras siglas partidárias e costurando a ampliação de partidos para seu arco de aliança visando o projeto de reeleição.

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Bom…, o Blog do Valdemir quer saber onde estão esses cargos para os futuros indicados de outras siglas. Tem esses cargos? Tem essa vaga?

Todos nós sabemos que a Secretaria Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (SEDER), desde o início do governo foi oferecido ao MDB, mas, o governador Mauro Mendes poderá ceder outras pastas para a “gula” a “fome” e a “larideza” do cacique mor do MDB, Carlos Gomes Bezerra, presidente do partido e também esposo e defensor de Maria Aparecida Bezerra, a Teté Bezerra, desde que o indicado não seja exatamente a ex-deputada federal.

O imbróglio deve trazer desdobramentos político, mas, o MDB está em uma sinuca de “bico”, caso não apoie a reeleição de Mauro Mendes. O partido poderá ser coadjuvante em projetos de aliança de 2022.

O Democratas (DEM), Mauro Mendes já sinalizou que pode aceitar o indicado da agremiação emedebistas, mas, desde que os nomes sejam estritamente de perfil técnicos.

Silvano Ferreira do Amaral (MDB), deixa o cargo no final de fevereiro para tentar reeleição ao cargo de deputado da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), nas próximas eleições, e conforme apuradas pelo Blog do Valdemir, o governador Mauro Mendes quer pessoas técnicas na pasta, e Maria Aparecida Bezerra, a Teté Bezerra, não tem esse perfil, mas que já tem uma lista de três pessoas consideradas com perfil técnico. E com isso encaminhar para a cúpula do Diretório Estadual do MDB em Mato Grosso, partido responsável por indicar Silvano Amaral escolher o substituto.

Bom…, Maria Aparecida Bezerra, a Teté Bezerra, não será nomeada, aí Bezerra vai ficar irritado e, se Bezerra ficar nervoso não queiram nem pensar (só relembrar os pleitos eleitorais de 2 em 2 anos), ou seja, é normal o cacique do MDB se enervar, mais só em ano eleitoral.

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Nunca afronte uma decisão de Bezerra e nem faça pergunta venenosa para ele, a equipe de reportagem do Blog do Valdemir se lembra muito bem, quando o mesmo era Governador do Estado de Mato Grosso.

E aí lideranças emedebistas, até quando vão jogar? Em junho fizeram a mesma novela por causa de uma Secretaria no interior do Estado.

O dono do MDB, o cacique Carlos Bezerra não perdeu uma chance para “paparicar” Mauro Mendes (DEM) e, de quebra, tentar convencer o governador a abrir mais espaço para o partido no secretariado do Paiaguás.

O cacique se indispôs com Mauro Mendes por causa de uma cargo na cidade de Confresa, Bezerra queria indicar o nome de Mauro Sérgio Pereira de Assis, que já foi prefeito da cidade, para o cargo comissionado da SEMA em Confresa.

Na época também, a sigla também estava de olho na pasta de Ciência e Tecnologia. O MDB já comandava a Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, chefiada por Silvano Amaral, mas, queria muito mais.

Mas o dono do MDB se revela insaciável na busca por cargos no Estado. Na época, o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, revoltado, disse que o MDB “se entregou” ao Governo de Mauro Mendes.

Resta saber, que peso o MDB terá na sucessão. Em 2022 a ladainha é a mesma. Mas o resultado talvez não seja exatamente o mesmo.

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Política

Mesmo cassado, Bezerra poderá disputar as eleições de 2022

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Em novembro de 2021, o Ministério Público Eleitoral (MPE), pediu a cassação do mandato do deputado federal e presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, Carlos Gomes Bezerra, por supostos gastos ilícitos nas Eleições de 2018.

Conforme denuncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), diz que o deputado federal Carlos Bezerra montou um gabinete paralelo ao comitê de campanha, o que o beneficiou na disputa. O argumento está no parecer final, assinado pelo procurador regional eleitoral, Eric Raphael Masson, ao processo que investigava Carlos Gomes Bezerra por crimes eleitorais.

Conforme o procurador, o gabinete foi vinculado ao MDB, partido do qual Bezerra é presidente em Mato Grosso, e o parlamentar teria se valido desse cargo para omitir declaração de gastos.

Masson cita dois casos em que as despesas reais de campanha não teriam sido informadas. O dinheiro considerado com origem em Caixa 2 soma R$ 183,7 mil.

A despesa com material gráfico informada à Justiça Eleitoral foi de R$ 142 mil, porém o gasto real teria ficado em R$ 262 mil. Com combustíveis, foram informados R$ 48 mil. O valor real, contudo, teria ficado R$ 134 mil.

Os valores a mais foram identificados em apuração dos documentos de campanha.

Não se ignora que o investimento, pelo partido, até poderia vir a ser legítimo, se não fosse o fato de que absolutamente nada foi declarado à Justiça Eleitoral! Esse ponto é de suma importância, porque decorrem os contornos de caixa dois”, diz o parecer.

Fora do cargo

Por unanimidade, o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT), por crimes eleitorais na campanha de 2018. O MPE afirmou em documento que, apesar da quebra de sigilo bancário não ter sido deferida pela Justiça, as provas colhidas na investigação demonstram que o deputado montou um “gabinete paralelo”.

Nova derrota

Mauro Campbell Marques, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sua decisão nessa quarta (25), acabou negando medida liminar e manteve a cassação do deputado federal Carlos Bezerra.

O acórdão regional acolheu a tese da Procuradoria Regional Eleitoral do Ministério Público Federal (MPF), de que houve omissão contábil do candidato Carlos Bezerra em relação a recursos estimáveis em dinheiro provenientes do Diretório Regional do MDB.

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Apontou ainda, omissões de despesas e receitas de campanha e realização de gastos irregulares pagos com recursos públicos e privados.

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Bezerra e o MDB Nacional interpuseram, isoladamente, recursos ordinários contra o acórdão regional. Em seu apelo, o MDB pleiteou a concessão de tutela de urgência para o fim de atribuir efeito suspensivo ao respectivo recurso, considerando a proximidade do Pleito Eleitoral de 2022, contexto no qual o deputado Carlos Bezerra deve ser considerado um potencial candidato do partido.

Contudo, ao negar o pedido e manter a ação, bem como a cassação do mandato, o ministro destacou não vislumbrar, neste momento processual, a probabilidade do direito invocado, já que, segundo o ministro, o recurso ordinário manejado pelo MDB já possui o efeito desejado, sendo certo que “o efeito suspensivo cessa com o julgamento do feito pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Conforme o ministro, o registro da ocorrência no cadastro eleitoral não implica declaração de inelegibilidade nem impede a obtenção da certidão de quitação eleitoral, ou seja, o deputado federal Carlos Bezerra poderá disputar as eleições de 2022, mas na condição de sub judice.

Registro, ainda, que, conforme o art. 16-A da Lei das Eleições, ao candidato é garantido concorrer ao pleito na condição de sub judice, mesmo nos casos em que o pedido de registro de candidatura tiver sido negado”.

Por fim, o ministro enfatizou que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) julgou procedente representação fundamentada no art. 30-A da Lei nº 9.504/1997, de modo que, como cediço,uma vez julgada procedente a representação, a única sanção aplicável é a negativa ou a cassação do diploma”.

Portanto, sendo certo que, no caso, não houve, e nem poderia haver a imposição da sanção de inelegibilidade, não prospera a afirmação do MDB de que “[…] a imposição imediata da sanção de inelegibilidade revela-se uma restrição desproporcional ao direito fundamental do candidato concorrer nas eleições que se avizinham […]” (ID 157500469), haja vista que não condiz com a realidade jurídica extraída do acórdão regional”, ressaltou. – (Com VG Noticias)

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