CENÁRIO PREOCUPANTE

Mato Grosso pode ter 74.529 de pessoas infectadas até dia 1° de agosto

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Estudos realizados pela equipe do médico sanitarista e deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Ludio Frank Mendes Cabral, estimou que até o dia 1° de agosto Mato Grosso pode ter até 74.529 casos confirmados do novo “Coronavírus”.

Para fazer essa projeção os sanitaristas utilizaram o cenário da última semana que houve crescimento de 4,9%.

Replicando a taxa de crescimento, juntamente com as medidas de contenção por parte dos nossos gestores públicos, foi possível projetar um cenário pessimista para o Estado, se Mato Grosso não aplicar medidas mais rígidas, teremos o pior cenário a taxa de mortalidade hoje é de 3,7. Nós teremos 2.756 mortes até o dia primeiro de agosto. Se não reduzirmos a velocidade de disseminação da pandemia, disse o médico sanitarista e deputado estadual Ludio Cabral.

O parlamentar petista ressaltou a importância do afastamento social como medida para conter o avanço do vírus. Afrouxar a quarentena foi um desastre nesse momento jogar o pico para as próximas semanas. O que buscamos é um achatamento dessa curva, pontuou Ludio Cabral.

A preocupação do parlamentar é que, a finalidade do “Isolamento Social” tem como objetivo diminuir o número de infectados e também distribuir os casos em um maior período de tempo.

As principais medidas defendidas por Lúdio para combate à “Pandemia” foram elencadas em uma carta aberta governador Mauro Mendes Ferreira (DEM), e autoridades do Estado há cerca de duas semanas. O deputado do Partido dos Trabalhadores (PT) afirmou que o Sistema de Saúde de Mato Grosso já está em colapso, enquanto a curva de crescimento da “Pandemia” está em franca ascensão. Por isso, há necessidade de medidas urgentes.

Fico preocupado ao ver gestores se apegando a medicamentos na fase inicial da doença, para dizer que estão dando resposta, mas sem organizar o sistema de saúde. Não existe saída milagrosa. O melhor “kit Covid” para enfrentar a “Pandemia” é o “Isolamento Social” rigoroso. É preciso reduzir a circulação de pessoas e mobilizar todo o sistema de saúde, desde a atenção primária, que pode monitorar os casos iniciais de forma remota, por telefone ou WhatsApp. Ainda é possível dar conta dessa tarefa“, afirmou Lúdio.

É meu povo, a perspectiva para os próximos 60 dias não é nada animadora, estamos no início da curva de crescimento. Mas se não temos um líder aqui no Estado, continuaremos pedindo para o Líder dos lideres, o Rei dos reis, que cuide de nós.

E já que o que nos leva a crer que nada será feito para que está projeção aconteça, que nada será feito para reduzir o máximo possível, vai mais uma: o cenário deve ser agravado, ainda, com os maiores picos de dengue e outros sintomas respiratórios graves decorrentes do período sazonal.

Assim a recomendação neste momento é que os grupos de riscos se vacinem contra a gripe, evitando a concorrência por leitos hospitalares.

População mato-grossense, vamos atender as regras de etiqueta respiratória, evitando ao máximo sair de casa.

O cenário é sério, temos que enxergar a realidade o nosso querido Mato Grosso está no limite. Os números de novos casos e mortes não estão só aumentando. Esse crescimento também está acelerando e, que, nesta toada…

Enquanto aguardamos o pico da pandemia do “Coronavírus”, vamos nos perguntar: o que acontecerá a seguir?

Depois que a Covid-19 passar a questão será, o número de casos começará a cair ou, pelo contrário, haverá “réplicas secundárias” recorrentes?

Segundo médico sanitarista e deputado estadual Ludio Cabral, pode ser um período de calma antes de uma nova onda de infecções.

Para finalizar, se os últimos dias foram marcadas por novas decisões importantes por parte de alguns gestores públicos e pelo governador Mauro Mendes para combater ao Coronavírus, porque, não tem surtido efeito, o que está faltando?

Nota da redação

Para entender o complexo funcionamento das epidemias, é preciso voltar a gripe de 1918, que, em três ondas sucessivas, deixou quase 50 milhões de mortos e depois desapareceu.

Por que a “grande gripe” desapareceu? É uma pergunta que intriga os matemáticos, que criaram modelos para entender sua evolução, os escoceses: William Ogilvy Kermack e Anderson Gray Mckendrick.

Em estudos descobriram que uma epidemia desaparece não por falta de “falta de combatentes“, (uma situação em que um agente infeccioso desaparece junto com os pacientes que mata), mas por causa da aquisição de “imunidade do grupo“.

A imunidade de grupo é a proporção de pessoas imunizadas contra o vírus (por infecção ou vacina quando existe) necessários para bloquear qualquer risco de ressurgimento da epidemia, conforme estudos dos matemáticos escoceses.

Essa proporção depende da facilidade com que o vírus é transmitido de uma pessoa infectada para uma pessoa saudável.

O ressurgimento

Ela não desaparece principalmente se a proporção de imunizados não atingir entre 50% a 66%. Pode fazer uma pausa. É o que está acontecendo agora na China e Coréia.

Enfim, tudo isso pode mudar se, como a indústria farmacêutica promete uma vacina dentre de 9 a 15 meses e, se os nossos gestores públicos ajudarem a combater o Coronavirus e não ficar jogando responsabilidades em outros. Querem somente o bônus?

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Política

Deputado propõe emendas de R$ 10 milhões para recuperar Pantanal e prevenir incêndios

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As consequências das queimadas no Pantanal tem sido um forte impacto prejudicando a flora e a fauna na região. O nível de água do Rio Paraguai, abaixo do valor normal para a época, também é motivo de preocupação. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora os incêndios do Pantanal deste ano de 1998, apontam uma baixa de 50% do volume de chuvas, o que também torna o ambiente mais suscetível a incêndios.

Estima-se que mais de 11 milhões de animais tenham morrido durante os incêndios que aconteceram no Pantanal. E os que sobreviveram começam, aos poucos, a retornar para as suas áreas.

Pensando na situação em que vive o Pantanal, o deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Lúdio Frank Mendes Cabral, apresentou emendas ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) 2021 para destinar R$ 5 milhões para prevenção e combate a incêndios florestais e mais R$ 5 milhões para recuperar áreas degradadas em Mato Grosso.

No projeto enviado pelo governo, estão previstos apenas R$ 500 para recuperação de ecossistemas degradados nas Unidades de Conservação Estaduais e áreas públicas. Para a prevenção de incêndios florestais em todo o estado, o governo propôs cerca de R$ 1,6 milhão, priorizando as Unidades de Conservação Estaduais.

Nós vivemos um drama com os incêndios no Pantanal. Quase um terço do Pantanal foi destruído pelo fogo neste ano. Temos que recuperar o que foi destruído. E não há previsão orçamentária para isso. São apenas R$ 500 previstos para recuperação de ecossistemas no estado inteiro. Por isso apresentamos emenda na LOA para destinar mais R$ 5 milhões para a recuperação das áreas degradadas, disse Lúdio.

As emendas de Lúdio propõem remanejar esse orçamento de R$ 10 milhões da ação de Comunicação Institucional para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O deputado também considerou insuficiente o recurso previsto pelo governo para a prevenção e o combate a incêndios florestais.

No orçamento de 2020, havia previsão R$ 1,080 milhão para redução de incêndios florestais no estado todo. No orçamento de 2021, a previsão é de R$ 1,652 milhão. Acredito que esse valor não é suficiente, porque neste ano houve aquele socorro do governo federal e ainda assim foi insuficiente para combater os incêndios, explicou Lúdio.

O parlamentar citou estudos que indicam que Mato Grosso passará por um período de cinco anos em que a seca será mais severa. Com o clima mais seco, o risco de incêndios aumenta, como ocorreu neste ano. Por isso o estado precisa se preparar para enfrentar esse problema.

Temos debatido com pesquisadores e há previsão que serão cinco anos de escassez de água e, portanto, mais riscos de incêndios, disse Lúdio.

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