DANÇA DAS CADEIRAS NO JOGO ELEITORAL
Ludio Cabral cadê você? O Nenel Pinheiro quer te ver!
Segundona chegou e o que temos para hoje? Um dia abençoado por Deus, um lindo dia para viver, fé no coração, bastidores na política cuiabana e o meu amigo o menino da Rua Joaquim Murtinho, o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro (MDB).
E para começar nada melhor em noticiar que o menino da Rua Joaquim Murtinho, entregou hoje 42 busão zero quilômetros para o transporte público da Capital de todos os mato-grossenses.
O ato foi realizado no monumento Ulisses Guimarães próximo da Praça das Bandeiras, na Avenida do CPA.
Segundo o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro, com esses novos ônibus, Cuiabá atinge a marca de 200 veículos renovados, sendo 192 ônibus e 9 novas vans do Projeto Buscar.
Hoje circulam pela capital 369 busão que atendem a um total de 210 mil usuários/dia.
Tô dizendo, o meu amigo do Palácio Alencastro tá terrível!

Sou eu, não sou eu
Hum… sei não, acho que mais um vai dançar neste jogo eleitoral de 2024. O deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Ludio Frank Mendes Cabral, não está nada contente com as declarações da presidente nacional da sigla Gleise Hoffman, na visita em Cuiabá.
Na ocasião de sua visitinha, a petista e braço forte de Luiz Inácio “Lula” da Silva, deixou claro que a sigla definirá até o mês de novembro um nome que disputará a Prefeitura de Cuiabá.
Ludio Cabral pensa diferente:
“2024 e a realidade que temos em Cuiabá nós temos que discutir em 2024. E aqui em Cuiabá, as discussões têm que ser focadas nos problemas que a gente tem na cidade“, disse recentemente o parlamentar petista Ludio Cabral que se mostrou descontente.
A realidade é que o Partido dos Trabalhadores (PT) de Cuiabá, emitiu em abril deste ano, um posicionamento contra a gestão de Nenel Pinheiro.
“Estamos diante de uma gestão indefensável e queremos deixar claro que qualquer projeto eleitoral que vise a continuidade da atual gestão não nos representa“, consta em trecho da carta.
É caro deputado estadual Ludio Cabral, os movimentos das peças no tabuleiro político eleitoral, tá ficando complicado. Pelo jeito a saída é rever o seu conceito e o Diretório Municipal também.
Quem acompanha os bastidores da política mato-grossense, principalmente a cuiabana, sabe que a realidade é bem diferente.
Calça molhada
Parece que os dias iniciais do segundo semestre de 2023 não tem sido os melhores para a trajetória ao Palácio Alencastro para alguns pré-candidatos que buscam ser Prefeito de Cuiabá.
Na semana passada, o meu amigo do bairro Alvorada mencionou que Roberto Stopa (PV), já era carta fora do baralho para as eleições de 2024.
Em contrapartida recebeu, em resposta, a recomendação de uma “mega sandália da humildade”.
Posterior ao esfrega que levou do Boteco da Alameda, teve que ouvir, a realidade de sua avaliação. Também se precipitou em atribuir as dificuldades das denúncias que a Prefeitura de Cuiabá enfrenta na Justiça.
Como diz o ditado: “quem não sabe rezar, xinga o santo“. Segue o fluxo!
Eu e você
Tem político em Cuiabá que pelo desenrolar do mandato, demonstra que só caminha se for atrelado ao comando de um chefe, ou seja, alguém para determinar seus passos, votos e tom de críticas na Tribuna do Plenário. Numa leitura gera: a especulação política assiste o desespero de alguns por um outro líder, de preferência que pague a conta e não só promete.
Sou eu
A confiança da população cuiabana está tão fragilizada que muitos estão sugerindo a antecipação de um debate com os pré-candidatos ao Palácio Alencastro, para ter uma ideia de quem na campanha eleitoral de 2022.
Se ligam, enquanto muitos da política de Cuiabá ficam “velhos e manjados” com os seus mi-mi-mis a prefeito, um político que atuou num momento não muito distante, pode se encaixar na preferência eleitoral de 2024. Perguntem para o meu amigo de Vadjú.
Com quem será?
Enquanto os políticos se aquecem para a temporada que se aproxima de caça aos votos nos eventos que são realizados nos bairros, algumas candidaturas estão longe da definição. Com uma certa expectativa, os politiqueiros do Boteco da Alameda, aguardam para ver o casamento do PT, PV e PCdoB, em 2024. Se vai concretizar e se o PSD entra na parada. Na possibilidade desta aliança dar certo, a dúvida é se o PT se mantém prefeituravel e quem será o vice. Outra pergunta é com quem e quantos candidatos a Câmara Municipal de Cuiabá virão nesta junção de letrinhas.
Perguntam ainda se Edu Botelho, em novo partido, terá fôlego para concorrer?
Apostas abertas
Cresce o número de palpites sobre o próximo capítulo eleitoral em Cuiabá: janela eleitoral, onde os vereadores são liberados para mudarem de partidos sem a perda do mandato. Uma das apostas é que pelo menos 50% dos atuais vereadores devem migrar para outras siglas.
Era eu
Se no campo dos prefeituraveis de Cuiabá há fortes indícios de dúvidas entre a população, para a provável renovação da Câmara Municipal de a realidade é outra, porque já existem expectativas positivas.
Fuiiii!!!
Política
O pragmatismo que redefine as fronteiras do “Poder Estadual”
O cenário político no Estado de Mato Grosso expõe, de forma inequívoca, como as dinâmicas eleitorais contemporâneas são moldadas pela conveniência tática e pela constante reconfiguração de forças. A movimentação partidária deste ano no estado ilustra o fenômeno em que antigas divergências ideológicas e pessoais são secundarizadas em nome de objetivos eleitorais comuns, alterando de forma profunda o tabuleiro político local.
A aproximação estratégica envolve o atual Senador Carlos Fávaro, do Partido Social Democrático (PSD), e o ex-governador Pedro Taques, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Ambos os líderes políticos decidiram superar os embates históricos que marcaram suas trajetórias públicas recentes para consolidar uma inédita e expressiva articulação de forças na disputa pelas cadeiras do Senado Federal.
Essa “articulação pragmática” ocorre em meio ao período de “Convenções e Articulações” que antecede o pleito eleitoral deste ano, momento em que as agremiações buscam otimizar seu tempo de propaganda e capilaridade. A reconfiguração das alianças ganha celeridade à medida que os prazos legais do calendário eleitoral exigem definições nítidas e registros formais das coligações partidárias.
A “UNIÃO” das lideranças tem como palco principal, o Estado de Mato Grosso, um dos polos geopolíticos e econômicos mais relevantes do Centro-Oeste brasileiro. O território estadual, caracterizado pela forte influência do Agronegócio e por uma política tradicionalmente polarizada, serve como o “laboratório” perfeito para a observação dessa “metamorfose” nas relações de “PODER”.

A motivação central para a formação dessa chapa competitiva reside na necessidade imperiosa de garantir a governabilidade futura e ampliar as chances de vitória nas urnas. O pragmatismo das cúpulas partidárias nacionais e estaduais impõe-se sobre rivalidades pretéritas, demonstrando que a sobrevivência e a relevância política sobrepõem-se, invariavelmente, à rigidez ideológica doutrinária.
O processo de unificação foi deflagrado por meio de intensas negociações de bastidores, que culminaram em uma decisão verticalizada e chancelada pelas direções executivas nacionais dos partidos envolvidos. Essa costura política operou-se de cima para baixo, pacificando as bases locais e sacramentando o acordo que virtualmente selou o destino da composição majoritária.
O custo imediato dessa estratégia reflete-se na profusão de declarações contraditórias e no desconforto de correligionários que, outrora, sustentavam discursos de oposição recíproca.
A incoerência retórica, imortalizada pela máxima “rodriguiana” de que toda constância rígida é passível de suspeição, passa a ser assimilada como um subproduto inevitável da “realpolitik“.
Estima-se que o impacto direto dessa nova conjuntura altere substancialmente a distribuição do eleitorado mato-grossense, unindo nichos antes considerados inconciliáveis na mesma base de apoio. A junção do capital político de Carlos Fávaro com a experiência de Pedro Taques redesenha as projeções estatísticas, forçando os demais concorrentes a refazerem seus planejamentos.

A viabilização desse arranjo foi possível graças à flexibilidade dos estatutos do PSD e do PSB, associada ao uso estratégico dos fundos partidário e eleitoral que financiam as grandes estruturas. A convergência técnica de interesses comuns permitiu que as frentes jurídicas e de marketing das campanhas passassem a trabalhar em perfeita consonância programática.
O desenlace dessa “complexa engenharia política” reafirma a tese de que a história brasileira é cíclica e avessa a ressentimentos permanentes no campo institucional. Diante do eleitorado, resta a constatação de que o verdadeiro motor da política institucional não é a simpatia pessoal, mas a busca incessante pela manutenção e expansão do “PODER” de representação.
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