ESTOQUE GARANTIDO

Governo diz que já tem estoque de 3,4 milhões de seringas para vacinas

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A União Europeia alertou seus países-membros que há risco de faltar de seringas, lenços e equipamentos de proteção necessários para uma possível vacinação em massa contra Covid-19 e fez um apelo para que cogitem aquisições conjuntas, de acordo com um documento do bloco.

Pode haver escassez, alertou a entidade.

Um alerta também veio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para o risco de faltarem seringas e agulhas nos estoques dos municípios para atender outras necessidades além da vacinação contra a Covid-19. O posicionamento da entidade, que representa cerca de 400 prefeituras de cidades com mais de 80 mil habitantes, se refere ao anúncio, pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, de que o Ministério da Saúde (MS) havia suspendido a compra desses insumos até os preços voltarem à normalidade.

Ao informar a suspensão, o chefe do Planalto afirmou que Estados e Municípios têm estoques dos materiais suficientes para iniciar a vacinação nacional, já que, nas suas palavras, a quantidade de vacinas num primeiro momento não é grande.

Já o Estado de Mato grosso vem trabalhando nos últimos meses, para manter um estoque estratégico de 3,4 milhões de seringas voltadas para a execução do Plano Nacional de Imunização. Com o quantitativo existente, é possível manter o calendário regular de vacinação e iniciar a campanha de imunização da Covid-19.

A informação foi divulgada pela gestora da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), a secretária Adjunta Executiva Danielle Carmona, durante reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

O Governo de Mato Grosso não está inerte. Além do estoque de 3,4 milhões, também foi iniciado o processo de aquisição de 11 milhões de seringas. Estamos trabalhando muito na melhoria de toda a rede de armazenamento e logística, na medida em que também trabalhamos com a possibilidade de compra complementar das vacinas, de forma que seja atingido um público maior do que aquele estipulado pelo Ministério da Saúde, disse.

Contudo, a gestora pontuou que os estados brasileiros ainda aguardam a certificação de um imunizante por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Estado de Mato Grosso iniciou a elaboração de um Plano Estadual de Imunização que, para ser finalizado, depende da certificação de uma vacina pela Anvisa ou do cronograma do Ministério da Saúde. Há a intenção de fazer uma aquisição complementar, contudo, ainda dependemos da autorização do órgão regulatório”.

A secretária ainda reforçou que, em dezembro de 2020, o Governo de Mato Grosso formalizou a intenção de adquirir 500 mil doses da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa Sinovac.

De acordo com secretária Adjunta Executiva Danielle Carmona, também foi aberto o diálogo junto às gestões municipais, que são responsáveis pela estratégia de aplicação das vacinas.

O deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT)que presidiu a reunião da Comissão de Saúde na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Lúdio Frank Mendes Cabral, reconheceu que a ação estratégica para a manutenção do estoque de seringas foi positiva.

Que bom saber que Mato Grosso tem 3 milhões de seringas à nossa disposição para a vacinação”.

Ainda que seja considerado um cenário otimista de imunização, o secretário adjunto de Vigilância e Atenção à Saúde da SES e epidemiologista, Juliano Melo, alertou que o início da vacinação no país não deve ser tratado como justificativa para a não execução das medidas preventivas de biossegurança.

A ideia de que a população já descobriu a cura da Covid-19 pode levar a um descuido generalizado. Do ponto de vista epidemiológico, serão necessários cerca de dois anos com altos índices de cobertura para que tenhamos o total controle da pandemia. Então, apesar de ser o que nós mais esperamos e de ter eficácia comprovada a médio e logo prazos, a vacina não pode impactar nas condutas de prevenção”, concluiu Juliano.

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Política

Enquanto cuiabanos e várzea-grandenses choram, 139 municípios esperam o ultimato para Emanuel: a “carta”

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O comportamento do prefeito cuiabano do MDB, Emanuel Pinheiro, depende do seu time de coração. Ganharam na segunda-feira no Serrinha contra o Goiás, já foi motivo para começar o seu “joguinho” na mudança do modal do Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT) ou o Bus Rapid Transit (BRT) entre as cidades vizinhas, Cuiabá e Várzea Grande.

Porém o que o alcaide cuiabano não esperava foi o ultimato “se o prefeito escrever uma “carta” que não quer ok, tudo bem. Eu vou pegar esse recurso e vamos fazer esse investimento em outro lugar“, disse o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (DEM), nesta terça-feira em Live no site de noticias Mídia News.

Entendam: o Governo do Estado de Mato Grosso detém o crédito e não a escolha de modal, isso cabe a Prefeitura de Cuiabá. Os alcaides das cidades vizinhas de Cuiabá e Várzea Grande, precisam notificar a Caixa Econômica Federal (CEF). Caso Emanuel Pinheiro ou Kalil Baracat não assine a mudança do projeto do Bus Rapid Transit (BRT) ficará no espaço, porque ainda não existe “Projeto”.

Como assim não existe “Projeto”?

Muito bem os internautas do Blog do Valdemir, querem saber o desfecho? Então vamos analisar o dilema de Emanuel Pinheiro: se correr o bicho pega, se correr o bicho come. Nenel Pinheiro foi pego no contra pé e amanhã estará a “carta” que Mauro Mendes quer e que muitos prefeitos não gostariam, e assim o governador mandaria os R$ 400 milhões para os 140 municípios, e Cuiabá ficaria sem o Bus Rapid Transit (BRT).

Então vamos imaginar a “carta” de Emanuel Pinheiro para o Mauro Mendes.

Escrevo está “carta” meu ex-amigo Mauro, com muita raiva. Vou abrir o meu coração, mas, por favor, não leva ao conhecimento da população. Meu ex-amigo político, se por um lado, tornar-se Prefeito de Cuiabá traz mais reconhecimento e salários mais interessantes, por outro, os desafios e as exigências espero que sejam condizentes com tais recompensas. Antes de mais nada, para evitar frustrações, é preciso ter em mente que sair da zona de “conforma” , vai exigir o desenvolvimento de três competências principais: 1) não estou recuando das minhas convicções, estou com medo de perder R$ 400 milhões. 2) não sou humilde, a classe política me conhece, mudei de opinião é porque estou perdendo credibilidade com a população. 3) não acredito Mauro, estou até agora, o xeque mate, este xeque mate, jogou pesado demais. Agora todo mundo vai descobrir que era somente jogo de encenação, para esconder a realidade . Assim Mauro Mendes eu vou mudar, mas saiba que não quero, saiba que não esperava este xeque mate“, “carta” imaginaria de Nenel para Mendes.

Emanuel Pinheiro aproveita e escreva a “carta” no qual é contra o Decreto do governador Mauro Mendes para combater a Pandemia da Covid-19?

Agora, a medida de Emanuel Pinheiro merece os nossos reconhecimentos: vai multar locais com aglomerações. O que escrever com aspas? “multar”, tá bom, não sei o motivo, mas escrevi.

Nota da redação

O mês de janeiro passando, como num estalar de dedos, mas esse início nos trouxe inúmeras lições: janeiro tinha tudo para ser morno por contas dos recessos nos poderes: Legislativo e Judiciário. No entanto, a fábrica de polêmicas do prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro não tirou férias.

Volto mais uma vez reiterar que a nossa equipe de reportagem do Blog do Valdemir não tem nenhuma posição política contra e nem a favor de Nenel Pinheiro.

Procuramos sempre elogiar e criticar com base em análises imparciais. A agenda de trabalhos em prol de Cuiabá, por exemplo, é muito boa. A política por outro lado segue ruim.

Emanuel vem acumulando desafetos entre aliados. O caso mais recente é com a “mulher maravilha”. Até quando?

Nenel Pinheiro e a “mulher maravilha” vem travando uma verdadeira batalha nas redes sociais e nos veículos de comunicação. Sem sangue nos olhos até o momento.

Até o dia que Emanuel Pinheiro tomar atitude de um líder e assinar a “carta”.

O prefeito cuiabano tem que aceitar que o jogo acabou. Ou aceita a mudança do modal ou os R$ 400 milhões vão para os 140 municípios do Estado. Estava passando da hora do jogo acabar.

E agora, a que ponto chegamos, “estamos convidando a Prefeitura de Cuiabá e Várzea Grande para participar. Se ele (Emanuel) quiser será bem vindo (…) Se ele falar que não quer o BRT ok. O governo não faz“, palavras do chefe do Executivo Estadual Mauro Mendes.

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